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2019-06-09

AVENTINO - Porto

LUIS GUERREIRO

Infelizmente não tive o LUIS GUERREIRO como mestre mas, nas últimas décadas, ouvi muitas referências sobre ele. E todas, todas foram no sentido da sua GRANDEZA, como mestre, como pedagogo, como HOMEM na sua plenitude. Em 2018, em casa do nosso ASSIS, conhecemo-nos e falamos. E, de facto, nele estava TUDO: a  bondade, a sabedoria, a humanidade no seu melhor.

Foi, pois, com um grande desencanto que soube que a festa estava marcada para uma segunda feira. O meu grito é apenas por isso. (Depois explicaram-me a razão do dia 08 de julho. E faz todo o sentido, afinal). Queria muito, muito, estar presente e partilhar do banquete de afetos que será, certamente. Nesse dia 08 de julho vou começar um julgamento no Palácio da (in) Justiça do Porto e que se prolongará por vários dias pelo que nem sequer me permite uma fugaz visita a Viana do Castelo.

Estarei convosco no pensamento e com o LUIS GUERREIRO no coração.

AVENTINO, algures num oceano triste.

2019-06-07

ANTONIO ROSA GAUDENCIO - LISBOA

Regressei ontem de uma vilegiatura pelo Douro,  Trás-os-Montes e que terminou com uma breve passagem por Espanha. Nada de especial aconteceu a não ser que, ao  sair de Lx, estavam trinta e muitos graus centígrados e em Vidago, passados dias, cheguei a clamar por mais um cobertor na cama. Coisas do tempo....

Nestas minhas saídas tento manter-me longe de tudo o que sejam notícias que me falem de roubalheiras, actividades políticas ou judiciais e outras merdas da mesma laia. Por isso, chegado a casa, tento captar o que me escapou durante a minha ausência e que me diga respeito. E a primeira notícia que me salta é a eventual homenagem ao nosso muito querido amigo L Guerreiro.

Há tempo atrás foi o assunto objecto de uma conversa preliminar aqui no sul mas acordou-se que, para evitar sensibilidades, a organização do evento devia ser conduzida pela Direção da Aaar que, para levar a tarefa a bom porto, devia agregar mais um ou dois elementos que pudessem ajudar e trazer mais valias. E não se falou mais no caso.

Passado tempo  soubemos que o Arsénio tomara a iniciativa e já trabalhava na ideia. Eu não queria acreditar e  passo a enunciar porquê.

Há três ou quatro anos, depois de um insucesso notório na programação de um Convívio Anual, tinha o Arsénio  prometido não se meter em qualquer outra iniciativa da Associação, promessa que estava a cumprir a contento nosso.

Também não acreditei porque o planeamento e organização do Arsénio esgostam-se, normalmente, em Fátima ou no restaurante dele e a homenagem ao L. Guerreiro não apontava para nenhuma dessas direções.

Mas tive que me render porque verifiquei que o Arsénio, respondendo ao enorme apelo da sua alma, do seu coração e da sua carteira, quer mesmo levar-nos para o seu restaurante. Não conheço porque durante as minhas longas estadias profissionais em Viana do Castelo, para além de um ou outro restaurante, em termos de comida o que me preenchia as medidas era a Tasca do Valentim onde se comia uma caldeirada homérica. Mas acredito que o estabelecimento do Arsénio mereça receber o evento. O único reparo que faço refere-se à imensidão de frituras que aparece na ementa (embora só coma quem quer ) e à quase " pornográfica " cláusula dos infantes dos 3 aos 12 anos terem de pagar 50% da bitola grande!!!  Não haveria uma outra maneira de fazer as contas num evento desta natureza?

Confesso que nada disto estava nas minhas previsões e, perante esta situação que parece consumada, sinto-me psicologicamente como que " esbarrumbado " por dentro e desmotivado para cooperar nesta mal "nascida" homenagem . Por isso, meu caro Nabais amigo não vais ter escrito embora isso nem sequer se vai notar pois escrivas ( e bons ) não faltam na Associação.

Porque motivo perdeu a Direção o controlo desta iniciativa e porque aparece agora a fazer de muleta na organização?

Vou findar este meu queixume acompanhando o Aventino  e pergunto qual o motivo para realizar o evento numa segunda feira ? Muitos irão pensar mal do Arsénio mas eu vou fazer-lhe o favor de  pensar que a realização do evento à segunda feira deve ter um qualquer fundamento e não é para nos fazer consumir os restos que sobraram dos eventos feitos, no mesmo restaurante, no sábado e domingo anteriores. O Arsénio era incapaz de nos fazer tal judiaria.  Pensem positivo  meus amigos e nada de canalhices!!!!!!!.

 

2019-06-07

alexandre gonçalves - palmela

NEM TODAS AS ROSAS SÃO BRANCAS 


Amigos Guerreiro e Irene

 

Começo por apresentar os mais afectuossos cumprimentos. E saudar efusivamente  "O ANO NOVENTA" dessa biografia de romance. Chamar-lhe-ia assim, como o Guerreiro lhe chamou, se o talento me ajudasse nessa tão nobre empresa. Uma idade coberta de ouro, de coragem e determinação. E um feroz combate à mediania, à resignação, a toda e qualquer forma de desistência. "Do rio da minha aldeia": partindo como um emigrante à procura de um destino de realização. Fazendo paragens na severidade de Vila Nova. Passando pelas terríveis Espanhas e bebendo cultura na bela Itália. Um dia vai aos fundos remotos de África. Investe contra a mudez colonial. Assume todos os riscos de um homem atento. Tem convicções em vez de opiniões. Não negoceia o seu caminho. A velha Roma já pensa em bispado. Que não. Jamais vesteria a efeminada púrpura pastoral. O amor anda no ar, com outras cores, com outras coerências, com novas formas de combate. Passa pelo infinito Brasil. Reencontros familiares longínquos. A vida a mostrar o seu rosto mais genuíno. A Irene. Por detrás de um homem notável, a cumplicidade feminina, num apelo a começar de novo. Muitos dias, meses e anos depois, aparece nas margens do rio da infância. Os livros e um filho carregado por um futuro indesmentível são o seu ouro acumulado. Foi nessas margens de água que o fomos encontrar, depois dessa volta ao mundo e à vida.

Acredite que eu queria fazer coro nesta festa. Pensei que nela diria a palavra justa e comovida, como expus numa das entradas anteriores. Vocês responderam-me de imediato, agradecendo a sugestão que eu fazia. Mas era só isso, uma sugestão. Eu achava que era a festa verde que todos merecíamos, numa imensa simplicidade. Um aniversário de coração e silêncio. Nós já todos caminhamos para a simplicidade ontológica da existência. Um pouco de água, uma leve prova de vinho e alegria misturados e muita erva envolvente. Como quem regressa ao que se é. O resto era a palavra geral, correndo de mão em mão, como quem dá uma notícia feliz. Somos tão frágeis! São tantos os perigos! São pequenas coisa que nos mantêm de pé. A sugestão referida ia por esse lado. Porém, a proposta da festa já é visível com nitidez na ideia da organização. Com minúcias comerciais surpreendentes. Houve outras sugestôes. Fez-se um plano B. Recusa liminar. 

Por estes motivos, só poderei estar presente de coração. Tenciono contudo mobilizar-me para uma visita ao rio de Gondarém, onde se pode aprender a voar e a sorrir. Que este pequeno país é branco e luminoso ninguém duvida. Que nele emerge abundante variedade de flores também não. Porém, sabe-se que as flores brancas são cada vez mais raras. E que às vezes não têm perfume.

 




 


2019-06-04

Luís Guerreiro - Brasília

“Aventino, eu não te conheço bastante para te dar uma boa resposta. Não sou eu quem manda. E eu não pedi.

A minha mulher e o meu filho foram os que quiseram um jantar no dia 13 de julho para a família.

Se alguém quiser fazer algo em outra altura eu não estou por dentro. Abraço Guerreiro”

 

Obrigado

Guerreiro

2019-05-30

AVENTINO - PORTO

 

GUERREIRO, senhor GUERREIRO: não te podem fazer isso!

Não vou. Não participo. Uma "coisa" destas não se faz. A um dia útil???!!!

RESSUSCITAI!

RESSUSCITAI!

Espero vir a ter a temperança de voltar aqui para escrever um texto a escachar. 

A escachar!

AVENTINO.

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