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2017-11-15

manuel vieira - esposende

S.Martinho fez tradição e juntou na Quinta do Paraíso em Palmela, propriedade do nosso colega Alex, vários dos nossos estimados amigos e famílias, este ano sem a tradicional fogueira, para responder às restrições impostas por causa dos incêndios. Mas pelas imagens que aparecem na nossa página do facebook o convívio foi enorme. É isto que faz bem ...

Respondendo ao Rodrigues Martins que vive nos Estados Unidos o José Maria Pedrosa também foi meu professor de música e continua um insigne musicólogo, foi professor universitário na área, publicou já várias obras e é um animador dos eventos de alto nível que se têm realizado em Guimarães, a sua cidade de nascença e Póvoa de Varzim, vivendo com a sua família para os lados de Oeiras. O valdemar foi meu colega de curso e é hoje advogado perto de Lisboa. O Ismael é professor em Braga. Fui protetor, como chamas, do Celso do teu curso e penso que de um António Torres. Se tiveres facebook podes aderir à nossa página "Palmeira".

Entretanto o Arsénio vai recebendo opiniões sobre o futuro da Palmeira, a nossa revista, um importante elo de ligação entre os antigos alunos, cujo suporte em papel dilata os custos. É verdade que o trabalho de uma revista online é quase o mesmo, havendo programas disponíveis para a sua elaboração, desde que não faltem os tais colaboradores para os textos, que normalmente são quase sempre os mesmos. Nós já temos bastantes edições online neste site embora o suporte em papel ainda seja o que mais facilita e agrada na leitura. Mas a discussão é necessária. Podemos eventualmente elaborar um número mais reduzido para ver como se sai online e o Martins Ribeiro já se ofereceu para ir para a frente da "tipografia", pois no inverno ele fica mais caseiro.

Eu sei que o que está em discussão é a sua continuidade após o seu quadragésimo número, como que de uma morte pré anunciada sem velório.

É verdade indesmentível que estamos todos mais velhos sendo eu um dos mais novos que por aqui anda. Percebo e sinto que cada tempo que se aproxima reduz alguns entusiasmos, incentivos, motivações como um carro que envelhece e já não se propõe a viagens longas, a percursos sinuosos de pseudo rallies, como o meu velho Mercedes ...

Por isso hoje discutimos o nosso futuro como se também fossemos morrer amanhã. E eu fico sensível à desmotivação, à perda de entusiasmo, como se ficasse a meio das Escadas dos Guindais na zona histórica da capital do norte, quase a dizer que já não conseguiria chegar à Sé ...

 

2017-11-01

Arsénio de Sousa Pires - Porto

Meu caro Castro:

Fico-te grato pelas tuas palavras, em especial pelas que a mim foram dirigidas… manifestamente exageradas que só a amizade pode ajudar a compreender.

Quando falei da tal “coroa de louros”, como tu certamente compreendeste, era uma tirada meio cínica para quem ma quis colocar sem eu nunca a merecer nem para ela ter trabalhado durante os 19 anos da Palmeira! Eu e todo o Grupo Coordenador (penso que posso falar por todos…) trabalhámos com todo o gosto e amor durante esses anos todos. Só que, como tu reconheces, há condicionantes muito difíceis de ultrapassar que nos levaram a dar este passo. A vida é mesmo assim.

Quando te referes ao ponto nº 2, penso que a nossa suspeição se mantém. Nem sempre “quem cala, consente”. A avaliar pelas respostas ao nosso desafio, tanto aqui como no Facebook e por mail (enviámos para todos os associados de quem temos o endereço), temos a comprovação: não nos chegaram sequer uma dúzia de respostas!

Portanto, amigo Castro, avancemos. Temos outros meios de comunicação que bem podem fazer o elo entre os poucos associados que ainda se mobilizam.

 

Recebe um forte e amigo abraço.

2017-10-31

José de Castro - Penafiel

Meus caros AAR's

Para todos um abraço amigo.

Meu caro Arsénio e demais colaboradores de "A Palmeira":

Venho dar a minha opinião a propósito do futuro (ou falta dele) da Palmeira.

Os argumentos que apresentaste são arrasadores. Não me deixam pontas para sustentar o que quer que seja quanto á continuação desse trabalho e muito menos que os seus obreiros tenham qualquer dever para continuar a remar contra a maré.

Claro que alguns dos pontos são de discutível acerto, designadamente o ponto dois, cuja análise não está de acordo com o meu modo de interpretar a ausência de comentários aos muitos números que foram sendo publicados. O nada dizer, é quanto a mim um modo de dizer que tudo está bem pois estou certo que todos leram e agradeceram a disponibilidade para muito dar a troco de uma simples coroa de louros que nunca recebeste mas bem te assentaria como já referiste.

Seria fácil dizer que tens que continuar mas bem diferente seria dizer que tenho disponibilidade e vontade para tomar o teu lugar. Nem tenho essa vontade nem teria o teu saber e por isso nada posso exigir quando nada dou.

Termino por hoje, colocando algumas folhas de louro na coroa que bem mereces, mas muito mais que isso e porque tenho memória, com um MUITO OBRIGADO pelo muito que deste, não só na Palmeira como em todas as frentes em que deixaste uma marca, até agora sem paralelo.

Para todos UM GRANDE ABRAÇO E ATÉ JÁ!

2017-10-30

alexandre gonçalves - palmela

Palmela

O FOGO DE S.MARTINHO11 de Novembro, 2017

Atentos, disse, estai, que o vento cresce

Daquela nuvem negra que aparece. (Autor desconhecido)

 

MANIFESTO ANTI-INCENDIÁRIO

 

Companheiros da Vária Vida!

Saudações outonais! Que este sol tardio de outubro vos surpreenda, e vos encontre de bem com a vida, por amor a esta paisagem cheia de luz. E mal com esta paisagem cheia de luz, por amor à vida. As leis da natureza nunca ninguém as venceu. E este verão lá teve as suas razões para invadir tragicamente o outono. Mas o nosso padroeiro, que protege os que têm sede, sabe que o nosso coração é puro. E que nos queremos reunir para rezar as primícias vinícolas sob a fiança do grande embaixador dos deuses, que é S. Martinho. Foi por isso que escolhemos a mãe-natureza, para um encontro sob a luz do sol e do fogo. Em íntegra cumplicidade. O terreiro está limpo, as casuarinas testemunharão a nossa alegria singela e primitiva. Pertencemos ao número daqueles que nasceram entre pedras e árvores, em amena harmonia com a água, com o feno e com os frutos da terra. O nosso fogo não é levado pelo vento. Resiste à idade, aos ruídos políticos, aos manhosos interesses ocultos na floresta. Cantamos apenas um hino à escassa vida, ao sobejo sol, às castanhas de época, e à noção de brevidade que emerge da consciência. Tudo passa, tudo voa, tudo cai. Nós estamos firmes no chão do tempo, porque viemos de muitos lados para respirar a beleza da tarde. Há uma nuvem que se vê vagamente no alto da montanha. Mas nós fazemos exercícios de atenção. Amparados pelo vinho,  prometemos não dar o flanco. Nós queremos existir, não pretendemos durar. Viva o S.Martinho, as castanhas e o vinho, e tudo quanto a alma der!!!!


N.B./ À hora deste manifesto, e enquanto ele tomava alento para ser comunicável, foram feitas 21 inscrições. É obra. Não se distraiam. Vale sempre a pena trocar o incerto conforto caseiro pela óbvia e exaltante alegria de um encontro!!!!



2017-10-29

Antonio Manuel Rodrigues Martins - Estados Unidos

Obrigado pelo teu email Vieira. Já vão mais de 40 anos desde que deixei a Quinta e a última vez que visitei foi em 1988. Foi com grande prazer que voltei a ver o Padre Silvério da Silva Rato. Lembras-te dele? Uma pergunta: O José Maria Pedrosa e o Padre Pedrosa são a mesma pessoa? Professor de música?  Quanto a ti, lembro-me do nome mas não estou a ver a face? lembro-me do Gonzaga e muito bem do Ismael. Quando entrei, o meu "protetor" era o Valdemar. Do meu ano eram entre outros, o Celso, Soares, os irmãos Lopes das Pedras Salgadas, o Vilela, Domingos, Martins de Sá e o meu amigo, embora mai velho, o Emiliano de Roriz. A não ser a malta da minha terra como o Branco e o Mário Luis, nunca mais vi um colega da Quinta. Emigrei para os Estados Unidos em 1978 e regressei pela primeira vez a Portugal em 1988 e foi a última vez que estive na Quinta. Gostaria imenso de um dia poder reencontrar antigos colegas e poder reviver momentos extraordinários. Espero que isto seja  apenas o  princípio . O meu Português tornou-se um pouco rudimentar, sâo poucas as oportunidades que tenho em escrever Português, e ao longo de quase 40 anos, foi-se perdendo pouco a pouco. A minha esposa é Americana e dos meus 2 filhos, apenas um fala um pouco de Português. Ok Vieira, por hoje é tudo. Para já, muito obrigado por manteres a chama viva. 

 

Um abraço

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