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2014-10-17

manuel vieira - esposende

Palmeira “low cost”?

Um dos pontos focalizados na última Assembleia Geral foi a nossa revista “Palmeira”, os custos da sua publicação e envio, o abaixamento de receitas e a ponderação sobre algumas medidas que possam aliviar o parto.

Foi  apresentada até a sugestão de ser disponibilizada online, embora já seja  no nosso site em PDF, excluindo-se, quem o pretender, de a receber em papel, aliás como já fazem os nossos colegas brasileiros. Para isso basta comunicar essa pretensão.

São enviadas à volta de 300 revistas e desconhecemos em muitos casos o seu destino : se são encostadas como mais um documento  publicitário que invade a nossa caixa de correio ou se são efetivamente lidas, em alguns casos até ao tutano.

A nossa revista tem também uma missão: “bater em pedra dura”, dizendo aos muitos ausentes que existimos, sabendo eles que existimos.

É verdade que uma percentagem razoável das fichas individuais que possuímos foram obtidas através de uma prospeção feita ao longo dos anos usando fontes diversificadas e não por vontade expressa do “associado”,

Sabemos que a grande parte das revistas enviadas chegam ao seu destino dado que as que não chegam são devolvidas e essa informação consta no cadastro individual.

Temos sentido a fé de que água mole em pedra dura tanto dá até que fura e essa esperançosa atitude pode trazer os seus frutos embora hoje as ferramentas digitais, as redes sociais, os motores de busca permitam a qualquer utilizador interessado chegar até nós como de facto tem acontecido e poderia enumerar algumas situações.

Uma Palmeira “low cost” poderá continuar a fazer-nos chegar , ou a fazer chegar a nossa mensagem até muitos endereços…

2014-10-15

manuel vieira - esposende

“Não há Encontro sem garfo,” poderei dizer e " diz-me o que comes. dir-te-ei quem és", num aforismo de Brillat-Savarin em Fisiologista do Gosto, que também disse: " a mesa é o único sítio onde ninguém se aborrece na primeira hora", o que releva a importância da boa gastronomia na convivência dos homens.

De Miranda vou a Caminha, Cerveira, Valença, Monção e até Melgaço perseguindo o Rio Minho. Têm tudo de bom...

Claro que em Cerveira podemos atravessar o rio e subir ao monte de Santa Tecla em La Guardia,Galiza, com paisagens magníficas de Cerveira até à foz, não esquecendo o museu e a aldeia castrense. Seguindo pela beira mar rochosa chega-se à bela vila de Baiona e dali até Vigo para uma visita às ilhas Cies em barco é um passo.

Claro que podemos ir logo diretos  até Pontevedra, rumando depois a Sanxenxo e depois até La Toja, uma pequena ilha e dali perto partem os barcos para visita à Ria com os mexilhões dos viveiros  e o vinho Xoven a bordo...

A Galiza tem paisagens magníficas e uma boa gastronomia e os destinos são muito variados (não esquecendo Compostela), com o galego a assemelhar-se à nossa língua.

Mas tantas sugestões que residem na mente dos nossos leitores e que precisam de saltar para aqui ...

 

2014-10-09

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

 

     Sendo eu um nordestino , não posso ficar indifrente ao teor dos últimos comentários , aqui reproduzidos . Pelo que , resolvi entrar na  ( contenda ) .

 

                      Assim como a brincar se pode viver

                      E sem descarrilar do caminho

                      O que agora me apetece fazer

                      É brincar ... mas só um bocadinho

 

                      Há quem diga que a bela posta

                      Não é lá grande petisco

                      Mas isso diz quem só gosta

                      De peixinho e marisco

 

                      Isto é só para brincar

                      Que ninguém fique ralado

                      Pois se resolvi falar

                      Foi só p'ra não ficar calado .

 

   P'ra todos ... aquele abraço .

 

 

                                                    Zé Lamas 

2014-10-09

Aventino - PORTO

E O GARFO FICA-LHES TÃO BEM!

O nosso querido MANUEL VIEIRA, quando se fala em comida, abre o livro, desfolha o cardápio, saliva, e zás, empanturra-nos com tanta coisa boa ou má conforme o apetite de cada um.

Bem hajam os pecadores. Da gula, evidentemente.

2014-10-09

manuel vieira - esposende

O nosso colega Aventino fez perrice com a sugestão de um salto ao Douro Interior.mais propriamente até à cidade de Miranda do Douro, de onde se avistam desde as fraldas da catedral do Menino da Cartolinha, as arribas profundas do Douro Internacional, que tão bem complementa o outro Douro, que endemoninhou o poeta médico e o elevou à fama das alturas de Galafura, que o ano passado testemunhamos.

Fez perrice e bateu várias vezes com a mão no tampo polido de pau de cerejeira repetindo: discordo, discordo, discordo.

Atemorizou-o ao que julgo, o naco grosso de vitela lançado à grelha com um humilde  punhado de sal marinho, selado dos dois lados pelo ferro bem quente em brasido de oliveira.

Lá dentro cozinha-se já o butelo com cascas, o cordeiro tenro, a perdiz, o coelho bravo, a lebre e o javali e o bacalhau e o polvo.

A alheira, o chouriço e o salpicão complementas as entradas mas aquela posta na grelha ia já em pão largo e caseiro amornada pela colheita tinta do ano passado.

É verdade que os sabores mirandeses têm andado mais pela posta mas os eventos gastronómicos da região mostram já uma diversidade que esconjura qualquer dieta.

A cidade antiga foi revitalizada e está convidativa e os Pauliteiros de Miranda e a Capa são marcas bem defensáveis. Um passeio no Douro Internacional por entre as arribas é um cartaz convidativo e as vilas e aldeias do distrito bragançano, nomeadamente a sua sede, preenchem qualquer mortal.

A construção do IC5 entre o Alto do Pópulo (Vila Real) e Miranda na distância de 135 kms, inaugurado em Maio de 2012, facilita muito o acesso à terra dos Pauliteiros.

Terá sido com estes afetos que alguém me sugeriu a bonita cidade transfronteiriça e a região envolvente, num Portugal, que como refere o Aventino, nos oferece tantas e tantas opções e que são agora um desafio para uma escolha que precisa também de voluntários para a logística terrestre.

O Aventino aborda, como já o fizera na Assembleia Geral, o velho problema dos "Outros". Onde andam os Outros e porque não aparecem?

A nossa base de dados aponta cerca de 3 centenas de nomes e pode dizer-se que apenas 1 terço já teve contactos com a Associação. Podemos discutir as causas e parece-me que algumas ou muitas delas têm a ver com o passado, que não podemos alterar. Alguns mais novos já vieram cá picar o ponto e sentiram que o ambiente não era deles e não voltaram. Outros mais velhos já por cá andaram mas esqueceram o endereço.

Mas eles "andem aí" como alguém disse...

Claro que são temas interessantes e que merecem uma abordagem séria e profunda. Depois desenha-se  um plano de acção que defina tarefas, atores e prazos embora tenha de repetir que são sempre os mesmos a arrumar as cadeiras.

Teremos coragem para concluir este desafio? Talvez...

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