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2009-12-15

António Gaudêncio - Lisboa

Haja deus ! De quando em vez as coisas animam e temos umas quantas intervenções de óptima qualidade não só na forma mas também no conteúdo. Espero é que a questão da " carta " do A. Gomes tenha chegado ao fim uma vez que os esclarecimentos que nos foram dados foram mais que suficientes para nos elucidar.Está tudo explicado e,claro está,não havia nada para justificar, meu caro Arsénio. Saúdo com agrado a entrada do Alexandre, o "monge" de Palmela,nestas nossas conversas, mas ele,pelos vistos, anda muito mal sevido de "internetes". Mas isso não me parece difícil de resolver, meu caro Alexandre, não troques de mão, troca é de companhia. Mal todas elas servem mas umas servem um pouco menos mal que outras. Experimenta mudar ! A propósito de frio e de bagaço, haverá modo de me enviarem um copinho através da rede???? O frio por aqui é bastante, mas se calhar,é a roupa que é pouca. Alguém sabe do paradeiro do Ricardo Morais? Terá ele congelado com o frio ? É que ele anda tão mudo e quedo que mais me parece um desaparecido em combate. Se souberem do seu paradeiro, comuniquem aos amigos !!!
2009-12-15

Arsénio Pires - Porto

Amigo Alex na diáspora da mourama! Saúdo a tua "prova de vida"! Existes e... pronto! Apesar da inabilidade do teu operador de internete que te põe offline nesta ágora onde alguns (poucos...) nos vamos passeando, folgo em verificar que a tua habilidade interneteira está em boa forma. Agora, só terás que vir à praça. Aqui vendemos de tudo e compramos não muito que os tempos são de contenção.as sempre se vai mercando qualquer coisa!
2009-12-15

Alexandre Gonçalves - Palmela

Começo a render-me. Este local de encontro funciona mesmo. O Vieira acredita no que sabe fazer e ao tornar este diálogo tão fácil é uma distracção imperdoável não aproveitar. Bem quisera eu dar-lhe regularidade. Mas a operadora que diz vender-me este serviço não cumpre a palavra vendida. Vem-me daí uma fúria biológica contra a generalidade destes batoteiros, com cujas refregas tenho treinado abundantemente o bíblico/salmódico impropério. Quando uma ideia nova desce pelos cedros abaixo, a primeira ideia é correr para o computador. Convoco os mais céleres botões e até já uso atalhos. Porém a estatística testemunha a angústia do guarda-redes diante da marcação de grande penalidade. O "modem" não grava a configuração. Troca-se o "modem" e gastam-se umas horas a discutir. Por fim, o que parecia uma ideia nova já não é nova nem nada. Simplesmente desconfigurou-se. Se associarmos a isto o meu perfil informático, céptico e tardio, fica explicado o meu silêncio. Contudo, é meu propósito vir até aqui ao café central, na expectativa de encontrar um ou mais cúmplices, para comentarmos esta apagada e vil tristeza em que se vem afundando todo um país, espalhado nas mais diversas diásporas.
2009-12-15

Arsénio Pires - Porto

Amigo Zé Rodrigues: E estou absolutamente de acordo com tudo o que escreveste! Disseste em menos palavras tudo aquilo que eu quis dizer na resposta à Carta do Álvaro: uma boa sopinha tem que ser com as letras TODAS!Ele, certamente que pensa como nós! Só me alonguei na justificação de ter posto a Carta na íntegra. Sendo ela tão bem escrita e tão profunda na análise dos vários pontos de vista, nem sequer me passou pela cabeça propor ao Álvaro que a reduzisse. Nem ele aceitaria, penso, nem ele merecia tal proposta.E esta justificação era mais para quem nos ler e, sobretudo, para alguns colegas que possam achar que, desta vez, a Palmeira esteve "um bocado pesada"! Percebi bem a tua subliminar sugestão para que nos afastemos um pouco de artigos "eruditos" e de difícil compreensão pois podem expulsar não só leitores mas sobretudo, outros possíveis colaboradores. Tem sido um esforço nosso. Mas agradeço a tua opinião. De facto, nós só podemos dar 20 páginas à Palmeira e o ideal é que os artigos não ultrapassem página e meia. Portanto, estamos perfeitamente entendidos. Aliás, connosco nunca houve mal-entendidos! P.S. Escrito com frio lá fora e com calor cá dentro. Combustão: um bagacinho que tu bem conheces!!! Um abraço.
2009-12-15

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

Caro amigo Arsénio: Fizeste um comentário ao conteúdo do meu post e assim mereces uma resposta. Vai ser breve. Imaginava que, no fundamental, estarias de acordo com o que escrevi. Isto foi um simples desabafo, não chega a ser uima crítica a quem quer que seja. Só quero reforçar um aspecto: publicaste a carta do Álvaro e muito bem; publicaste a tua rsposta e muito bem. Digo-te, gostei da peleja leal de dois brilhantes "cavaleiros". As duas estão óptimas, defendendo pontos de vista diferentes: é humano e próprio de pessoas que sabem dizer bem o que defendem.Registo um grande "fair play" da tua parte. Até aqui tudo certo. Agora, eu não quis dizer que carta e resposta não devessem ser publicadas. Mas quem sou eu para ter essa opinião? Com aquela coisa da "torre de babel" quis significar que o conteúdo da carta é de uma densidade tal que será de leitura difícil para muitos leitores da Palmeira. O mesmo aconteceria com outros eventuais artigos, idênticos em densidade noutras áreas do conhecimento, mais adequados para comunicações académicas do que para incluir numa revista desta natureza. Tudo explicado. Um abraço de amizade

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