fale connosco


2009-12-27

jmarques - penafiel

As palavras leva-as o vento, é uma expressão bem conhecida e não são elas que me vão desmerecer a presença neste espaço que foi criado com reserva para os antigos alunos redentoristas e como tal não podem apelidar-me de "penetra", ao vejo por os meus comentários parecer não agradarem a alguns advogados do conservadorismo nato, atitude que já tive no primeiro fórum. Até compreendo que alguns colegas não pretendam abrir o espírito a novas atitudes do mundo, desprendendo-se de preconceitos mundanos, como parece ser o caso do nosso amigo Martins Ribeiro, que eu entendo e compreende mas que teima em não me entender e compreender.E isso não terá a ver com algum provincianismo minhoto nem a alguma convicção indestrutível da verdade. De facto, não me tem sido possível estar presente fisicamente nos Encontros como tantos outros colegas também não estarão, pela leitura que vou fazendo de alguns textos, mas proponho-lhe estar disponível para discutir no novo fórum onde já me registei, para nas minhas horas vagas mostrar que vivo inquieto por ter a presença dos estimados colegas em próximos debates.De resto, espero que os colegas Arsénio, Martins Ribeiro e o colega Assis,a quem dirigi algumas palavras de provocação mas também respeito, estejam vivíssimos para aquecer estes espaços que foram criados unicamente para westarmos mais próximos, agradem ou não os meus conteúdos.Até lá um abraço.
2009-12-27

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Caros amigos e companheiros: com toda a azáfama em que cirandei neste Natal, a preparar os "mimos" para filhos, netos e amigos, descurei bastante a consulta quase diária a esta Secção do nosso lindoooooo Site e neste momento, já mais acomodado e aqui no quentinho, voltei a esmiuçar todos os textos que, entretanto, foram sendo exarados. E, devo dizer-vos, também me causou certo engulho e arrascanhanço a maneira como o tal nosso "amigo" J.Marques surgiu assim de repente a debitar as suas doutas e miríficas opiniões. Lembrei-me logo do inesquecível António Silva, quando numa cena do filme "A Cantiga da Rua", apresentava uma velha telefonia resgatada ao agiota de uma Casa de Prego: " ... parece uma torneira a deitar música! Deste o tempo do anterior fórum que eu tinha ficado com uma fraca impressão (feeling meu) e mesmo desagradado com o tal nosso "amigo", sr. J.Marques, e tinha imposto a mim próprio, pura e simplesmente, ignorá-lo. Desculpai se tal não cumpro. Vou pelo Arsénio: tratar-se-á de um penetra? Também fiquei com essa impressão. E corroboro igualmente; isto aqui não é uma democracia nem a casa da mãe Joana! Ele que apareça ... "please!" Peço para notardes que aquilo que digo não é para sair em qualquer defesa do Assis, que ele não precisa de quem o defenda: é mesmo um sentimento e uma opinião minha. Já vou ver se entro bem no presente fórum, mas deverei fazê-lo com calma. Claro que, como diz o Gaudêncio, na nossa juventude o dito Pai Natal não fazia parte do nosso imaginário e eu sempre o considerei uma invenção e modernice bacoca. Vamos então ver se entramos no Novo Ano, mas também sem levar em linha de conta as "macacadas" de uvas passas, champanhes, foguetório e quejandas manifestações de cretinice! O que interessa é entrar, se possível com muita Paz e Saúde: o que desejo a todos vós, sr. J.Marques incluído, seja ele quem for, mesmo envolto no seu inpenetrável mistério!
2009-12-26

Arsénio Pires - Porto

caro assis desculpa que as teclas de caps lock e ponto final e vírgula avariaram e eu não estou para mandar compor o computador que eles levam uma fortuna mas como ia dizendo desse tal de jmarques não vem bom vento nem bom pensamento que ele era um bocado aborteiro e agora quer vir para aqui a acusar de falta de sanidade mental a quem não alinha pela senil mentalidade do comum mortal sabes o que te digo esse tal de jmarques às tantas é um penetra pois nunca mostrou a cara quando eu o desafiei a aparecer e ele meteu o rabo entre as pernas e até penso escrever ao nosso chefe vieira para que lhe aperte os calos pois só o chefe o pode fazer que isto não é uma democracia nem para lá caminha graças aos que se calam e nem sequer se atrevem a vir a público senão vejamos quantos vão sair aqui em teu socorro e ponto final que a tecla está avariada como penso que te disse
2009-12-26

Assis - Folgosa - Maia

Mais uma vez vos peço desculpa por me repetir. É que só agora li as vossas conversas, sobretudo a do nosso amigo J.Marques, já quase esquecido desde que findou o primeiro forum e as contendas sobre o aborto. Olá Marques. Nem sempre concordei totalmente com as tuas posições, embora tenha lido sempre com muito interesse os teus escritos. Agora, porém, ao falares da minha "sanidade mental" - talvez não sejam bem estas as palavras correctas - começo a pensar um pouco em cuidar-me. Desconheço a tua profissão, mas quase adivinho que se trata de um psiquiatra ou, pelo menos de um psicólogo...Todavia, como o ditado popular ainda me não consta que tenha sido alterado, "de poeta e louco todos temos um pouco", fico-me na dúvida se deverei levar muito a sério o teu conselho. Contudo, prometo-te que vou estar mais atento e, desde já, te digo que embora esteja desejoso de voltar ao Brasil para me encontrar com aquela gente amiga, ainda não sei quando isso acontecerá. E gostaria de lá voltar também para tentar descobrir por onde terá andado o meu avô paterno. Este desejo despertou em mim quando em 5 de Setembro fomos visitar o Museu da Escravatura de Redenção, sito numa antiga fábrica de açúcar, hoje fábrica de álcool para combustível de viaturas. Sabes, Marques, é que esse meu avô que fez 12 viagens ao Brasil, alguma delas ainda em Barco à vela, o que lhe levou 3 meses a percorrer o caminho que agora demoramos a fazer em apenas 6,30 horas, trabalhou precisamente numa fábrica de açúcar. Não te preocupes pois tanto com a minha saúde.Todavia, fico-te muito grato pelos teus cuidados. Para ti o meu abraço de Natal, desse Natal que todos queremos verdadeiro. - E não te esqueças de ir aparecendo nos nossos encontros. Teu amigo Assis
2009-12-26

Assis - Folgosa - Maia

"A Paz esteja convosco.Não tenhais medo.Eis a Boa-Nova que vos trazemos: Um Menino Diferente de todos os demais meninos, mas igualmente semelhante a eles, acabou de nascer entre vós". E cantos celestiais se fizeram ouvir pelas colinas de Belém... Terão sido estas as palavras dos anjos aos pastores de Belém? - Ninguém sabe, já que nem em Belém Jesus terá nascido... Poderiam ser estas, poderiam ser outras. O certo é que, enquanto meninos e adolescentes, todos nós fomos encantados pelas melodias que na Barrosa se faziam ouvir nesta bela época de Natal. Quem não recorda com saudade as belas melodias que logo pela manhã nos acordavam - é certo que muitas coisas queiramos esquecer de vez - ou ainda aquelas rifas de meia dúzia de rebuçados, de uma bola de de ténis, de uma pasta de dentes... e aquelas cenas teatrais a que dávamos tanta vida? Quase não dávamos importância ao facto de não podermos ir a casa para passar o Natal com os nossos familiares. Talvez por isso mesmo os nossos educadores nos mantinham tão ocupados durante aqueles 15 dias...E aquelas celebrações da meia noite em que as nossas vozes substituiam, e bem, os cantos dos anjos de Belém? Tudo isso, pela simples razão de que um Menino igual a todos os outros meninos tinha nascido pobremente, mas que poderia ter nascido em condições bem diversas daquelas em que nasceu. Acredito que assim poderia ter acontecido. Mas hoje, como então, são tantos os meninos que nascem em condições tão adversas e que poderiam nascer em berços de "oiro", como alguns. Talvez esse menino de há dois mil e tal anos nos queira dizer hoje precisamente o que então nos disse nascendo num pobre lugarejo. Mas, como naquela época, há hoje quem não esteja interessado em deixá-lo falar e muito menos intertessado em escutá-lo. Por isso ele continua a nascer nos locais mais indesejáveis. A PAZ para TODOS/AS

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