fale connosco


2011-02-10

manuel vieira - esposende

O bacalhau de Poiares da Tasca do Afonso, de posta graúda  aloirada no grande forno de lenha à vista, estava divinal com a cebola cortada fininha e untado de bom azeite de acidez reduzida. Acolitado vinha de batatas cozidinhas  com casca.

Nos preliminares ,um chouricinho  de carnes do Minho, azeitonas de boa curtição e uma broa de milho caseira de frescura ainda quente, amaciaram a fartura de apetites, afogados num verde tinto a pintar em choro a brancura das porcelanosas malgas.

Este descritivo em cenário tipicamente minhoto, pretende apenas aspergir de águas na boca os que estiveram ausentes. Os presentes,esses benzeram-se de gulosas benesses.

2011-02-10

manuel vieira - esposende

É uma verdade que a rubrica "Pontos de Vista" está produtiva e os critérios pré-estabelecidos  para a sua publicação online são simples,sendo mera condição de edição a sua recepção por e-mail, como  são exemplo todos os textos remetidos pelo Guerreiro, pelo Diamantino, pelo Ribeiro, pelo Assis e outros colegas.

 A colocação dos textos  assenta no princípio básico da liberdade de opinião e serão publicados no espaço de tempo razoável, entendendo-se isso como 2 ou 3 dias no máximo após a sua recepção. Aconteceu isso com o artigo do Guerreiro mencionado pelo Gaudêncio, que foi colocado 2 dias depois da publicação do tema apresentado pelo Diamantino.

Esta liberdade  de opinião e a proliferação de conteúdos disponíveis é uma mais valia para os nossos leitores, pese alguma velocidade de publicação em alturas de maior frequência de contributos.

São fases de maior produção  de conteúdos e é importante vincar que os textos continuam sempre disponíveis para leitura, em prateleiras (1,2,3...) e por ordem de colocação, tipo biblioteca.Nenhum texto é removido!

Respondendo ao Gaudêncio: nenhum texto é retirado da rubrica "Pontos de Vista". Estão lá todos disponíveis para serem lidos no momento que considerem mais oportuno e também comentados.

O bacalhau em Poiares é que é diferente: só ouga quem não comeu. E quem não comeu aquele não mais o poderá comer, pela simples razão que já foi comido.

2011-02-10

António Gaudêncio - Lisboa

Ainda estou ougando pelo bacalhau de Poiares. Mas adiante!

Desconheço os critérios da postura ou remoção dos temas nos " Pontos de Vista " e, por isso, aceito o que vem acontecendo nos últimos tempos mas com reticências. Vem isto a propósito ( ou a despropósito ) da rapidíssima rotação dos temas que  passaram por essa rubrica nos últimos dias.

Um tema proposto à nossa consideração pelo Luís Guerreiro e que, no meu modesto entender, merecia reflexão e comentários, foi rapidamente substituído pelo artigo remetido pelo nosso amigo Davide.

O assunto deste também era interessante mas concedo que para nós, que vimos e passámos  por situações iguais ou semelhantes, poderia não despertar grandes comentários.  

 Mas este também não aqueceu o lugar e, no dia seguinte, apareceu uma tradução e (creio eu ) adaptação de uma entrevista ao Pe Comblim.

O teor da entrevista é valioso mas o texto da mesma que li, no original em castelhano, julgo que tinha muito mais força, mais   questões que, agora, certamente por economia de espaço, terão sido deixadas de lado pelo amigo Arsénio. A minha cabeça, por vezes, já não responde bem ao que eu quero mas, se bem me lembro, julgo que a entrevista que li em castelhano é a mesma que o Arsénio verteu agora para português mas bastante " arredondadinha". Se estou enganado, desculpa lá meu caro Arsénio.  Mesmo "arredondado" fizeste bem em publicar este texto porque o mesmo  deixa perceber  os  " estranhos" ideais dos homens que estiveram envolvidos na Teologia da Libertação que, tão duramente, foi perseguida pelo " Pastor Alemão "  ( Bento XVI ). ( Já o disse e reafirmo : Deus e a Igreja não gostam de pobres )

Mas insisto, o grande tema do princípio do ano foi o que o Luís Guerreiro nos pôs à frente e tão pouca consideração nos mereceu.   Mas outros surgirarão certamente !!!!!          

2011-02-09

manuel vieira - esposende

"Os Injustiçados" é o tema publicado num jornal do Sabugal, concelho onde nasceram bastantes ex-seminaristas, muitos deles passantes pela Casa Grande da Barrosa. Esse tema está publicado na rubrica do nosso site  "Pontos de Vista", dada a sua dimensão e pertinência e foi remetido pelo nosso Davide, convicto sabugalense e já mereceu um comentário acutilante do nosso colega Gaudêncio.

A discussão pode saltar para o Fale Connosco pois este espaço está destinado a conversas entre colegas, embora o texto se possa enquadrar de forma mais prática na outra rubrica.

Em tempos de abundância de vocações até a leitura do "Eurico o Presbítero" era mote para o cartão vermelho, embora no meu tempo bastantes das páginas da obra de Herculano tenham sido lidas em aula de Português pelo então presbítero Bernardino Pacheco, para evidenciar a arte de escrevinhar do autor, num ritmo descritivo que nos fazia "ver" de forma tridimensional os contornos concupiscentes da sedutora figura.

Claro que a leitura naquele ritmo e entoação deleitava os figurantes  da sala e no final esvoaçavam fumos de um imaginário carnal mas isso nunca deveria ser exclusivo dos homens da batina pois a nossa adolescência era claramente muito criativa e à noite adequava os enredos ao frugal guião .

O autor do artigo referencia como causa primária da sua saída, a cena de voyeurismo, provavelmente em ambiente de pouca luz mas que lhe alimentou a arte de pintar o cenário com minuciosos pincéis, burilando os seios de uma alveza imaculada, da tal  monja virgem.É curiosa a convicção virginal da seduzida criatura, atraída pela macieza do  pecado.

Claro que cenários destes não era para serem apreciados por virginais crianças e a tentação casual de presenciar o pecaminoso acto teria o castigo na primeira oportunidade.

Este tema daria para alguns capítulos pois as "monjas" andavam por ali e por ali andavam em busca de penitência e não faltarão casos idênticos de testemunho casual, que adensariam o misterioso mundo dos Euricos. 

Apenas quero lembrar que  os temas da rubrica  "Pontos de Vista" estão disponíveis no site e para aceder  basta ir ao fundo da página e clicar em "ver todas". Aparece a listagem dos temas e é só escolher, o que acontece também com as "Entrevistas".

Amanhã vai haver bacalhau em Poiares de Ponte de Lima e repetindo o Gaudêncio, "uma lampreiada" também vinha a calhar para prazer dos verdadeiros apreciadores deste ciclóstomo que nem é carne nem peixe.

2011-02-09

Arsénio Pires - Porto

 

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