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2011-03-19

manuel vieira - esposende

Dizia o Ribeiro que o filme era curto e mostrou mais as andanças para conhecer as lindas terras e acolhedoras e o audio foi qb, a condizer com o ambiente.

A comer não se fala, sobretudo quando é lampreia porque o arroz é corrido e não dá tempo para intervalos. É de comer à colher! Mas também comemos à bordalesa!

Na recepção na casa do Peinado falou-se bem alto e no "cantinho da má língua" em Fão também se levantou a voz, mas conviveu-se bem, como mostram os depoimentos e só quem esteve ausente ouviu  o silêncio. Mas como diz o Gaudêncio, venham mais cinco!

Claro que um "vinhão" verde tinto de 12 graus das encostas do Monte de Faro produzido na Quinta da Seara alegrou as vozes numa mesa corrida mas conviveu-se bem e isso foi bom.Também houve champagne das caves do Diamantino, que acompanhou bem a doçaria local.

2011-03-19

Arsénio Pires - Porto

Sim, senhor!

Visionado o vídeo que as mãos artísticas do nosso "foto-cine" Martins Ribeiro produziram, fiquei com certa pena de não ter feito parte do convívio. Certa... muita pena!

No entanto, ficou no ar um clima de, como hei-de dizer... de que o tinto não correu com aquele costumado ímpeto e desrrolhamento de modo a soltar os corpos e almas e a alegria rebentar as comportas do formalismo.

Sabemos que a lampreia é pesada e resistente ao suco gástrico mas... mesmo assim... Pouco riso. Falas muito baixas. Emoções contidas. Eu sei lá...

Olhem, não levem a mal mas pareceu-me um almoço de antigos combatentes do ultramar que já só contam os que restam!

2011-03-18

António Gaudêncio - Lisboa

Eu também fui a Fão. Mas o que me leva a intervir neste  espaço não é para dizer coisas novas porque as intervenções dos outros companheiros de jornada são bonitas e elucidativas e dão para ver que foi um dia para relembrar. Eu,apenas, vou escrever mas para realçar dois  aspectos que me marcaram pessoalmente:

a) A lhaneza fidalga como " o pobo do norte " nos recebeu, nos tratou e nos suportou. Já sabemos que é seu timbre o bem receber mas nunca é demais relembrar e agradecer esse aspecto;

b) No meu caso pessoal,  existe, ainda, um outro ponto que não posso deixar de frizar: passados que foram 50 anos, tive a alegria de reencontrar mais dois antigos companheiros da Quinta. Refiro-me ao Diamantino e ao Meira, cuja presença acabou por nos reavivar antigas recordações da juventude, daquela nossa juventude cercada...

Claro que a parte gastronómica tem o valor que tem ( e que é grande ) mas estes encontros valem, sobretudo, pela alegria de nos vermos, pelas recordações das nossas vidas na Quinta e pela capacidade de quase nos sentirmos outra vez jovens adolescentes, atormentados, revoltados, etc,etc.

Venham mais cinco ( encontros destes ou parecidos) !!!!!!  

2011-03-18

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Eu também fui a Fão … e gostei muito, apesar de já conhecer esse local de olhos fechados. Mas, embora também aprecie dar ao dente, não fui a Fão só para comer, fui para conviver e sentir o calor da amizade. Ainda não tinha escrito nada a propósito deste pequeno encontro porque, como tinha prometido, passei o dia de ontem a tratar do filme sobre o mesmo e da sua publicação no YouTube o que, por imperativo informático, se tornou numa tarefa bastante morosa. Trata-se de um documento de imagem despretensioso e cuja finalidade se resume a permanecer como testemunho  das “loucuras” de certos  AARs. O  Vieira já o inclui  na galeria de imagens do nosso site para que os intervenientes o possam ver, mesmo aqueles que não estiveram presentes na refrega e, dessa forma, fiquem mais “ougados” que o cão de Pavlov. Este será o “terrível” castigo pela ausência!

2011-03-18

manuel vieira - esposende

Eu fui a Fão...

É o título do pequeno vídeo da autoria do Martins Ribeiro e que já está online.Na "galeria de imagens" deste site pode ver "os nossos vídeos" e apreciar os momentos vividos em Fão e arredores.

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