fale connosco


2012-02-17

Arsénio Pires - Porto

Depois deste post do Assis, sinto-me na obrigação de dizer o seguinte:

Antes de me remeter a um provável bem longo silêncio neste espaço da AAAR, quero dizer, para quem duvide, que tudo o que tenho feito pela e na Associação o tenho realizado com “SINCERIDADE”, dedicação e respeito pelas pessoas com quem dialoguei ou tentei dialogar. Posso não o ter feito, por vezes, com as mais correctas palavras que, à distância do sorriso e do gesto e, por cima, ao som apressado do teclado, dão motivo a mal-entendidos. Disso não só peço desculpa como, pela mesma via, também desculpo.

Dialoguei e, como já várias vezes aqui repeti, não quer dizer que tenha ou possa concordar com todas as ideias, ou parte delas, daqueles com quem aqui dialoguei. Tentei argumentar e fundamentar as minhas posições permanecendo aberto às dos meus interlocutores. Como sempre o tenho feito também noutros fóruns onde melhor consigo entender e ser entendido. Bem melhor do que aqui.

Tenho também tentado ser muito claro, conciso e concreto nas minhas intervenções. Demorou bastante tempo mas acho que consegui libertar-me daquele “maneirismo” clerical que diz quase sempre aquilo que não diz nas palavras que ouvimos. Falar claro é muito difícil. Até porque ficamos bem mais expostos e sem recurso a desmentidos e a posteriores esclarecimentos. A falar CLARO é que a gente se entende.

 

Mais. Infelizmente, continuamos a não saber distinguir entre pessoas e as respectivas ideias ou crenças. Profunda pena!

Por tal motivo, sinto-me muito triste quando, por dedução “a contrario”, penso poder concluir que se duvida da sinceridade com que dei os parabéns ao Samuel no dia dos seus anos.

Esta é a minha fé. Nas pessoas e não em livros ou jornais.

Ponto final.

2012-02-16

Assis - Folgosa - Maia

Amigos da AAAR:

Já não tão 'baralhado', mas ainda sem a 'fé' que alguns dizem possuir - em minha opinião só as coisas se possuem, 'acredito nas pessoas' - creio, antes de mais, que o amigo Ismael de Vale de Espinho faz hoje 59 anos. E creio na sinceridade dos votos de parabens que o Né Vieira lhe dirige, votos a que me quero juntar e levantar o meu 'cagãozinho' de vinho do Porto. - Parabens, Ismael!

Também eu já tenho 59 e dentro em breve farei 70, espero... Até à minha idade, ainda tens quase 11 pela frente, amigo Ismael. Poderás ler muito, e muitos textos escrever neste teu e nosso 'site'. Poderás ainda deixar muita gente 'baralhada', mas não deixes de escrever ainda que 'textos inestéticos, apoemáticos, aliterários..., em verso ou em prosa, mesmo que continuemos, como leitores, a procurar em tudo um sentido lógico

A 'Fé' (a dos dogmas) também não é lógica e alguns continuam a possuí-la alegremente, dizem. Eu prefiro 'Acreditar', pois faz-me mais humano. Vou pela lógica e só acredito na 'fé' quando ela deixa de ser coisa possuída, quando de 'dom recebido' passa a dom 'dado'.

Não foi a leitura dos livros das pessoas que habitam o Vaticano - donos da Fé - que me trouxeram até aqui. Foram os outros: os livros daqueles que 'Acreditam', e que alguns acusam de 'terem perdido a fé'.

Termino aconselhando a leitura (não de um livro) do "Jornal Fraternizar"- colocado há dias na internete. Talvez nele encontremos algo de novo, mesmo que de coisas velhas e algumas mesmo  'caducas' se possa nele falar. Apenas se exige que se parta para a sua leitura sem o alforge dos 'preconceitos'.

Boas leituras...

2012-02-16

Arsénio Pires - Porto

Caro Ismael:

Chegado da mourama sei, por ti, que fazes anos.

Para que compreendas e entendas (!) desejo-me do fundo do coração um dia de anos feliz e grávido de saúde para, pelo menos, mais uns trinta ou quarenta deles!

Façamos poemas ou prosas sempre conseguindo conservar a sã amizade que uniu, e jamais alguém destruirá, os habitantes da Barrosa.

 

Quando nos brindarás com um artigo para a nossa Palmeira?

Recebe um abraço.

2012-02-16

manuel vieira - esposende

Parabéns Ismael pelos teus 59 anos. De facto já tens idade para ter juízo e não pedires desculpa pela tua importante participação, que dinamizou este nosso espaço de partilha de saberes.

Ninguém escreve aqui para ser medido como poeta, filósofo, indiferente ou sovina da fé. É importante partilhar este espaço com a convicção de que as medidas (que medem)  são a alegria de conviver pela palavra e pelo espírito, andar por cá tranquilamente lendo quem se debruça sobre a escrita dos pensamentos, sorrir com as arribadas metafóricas (o que eu digo, meu Deus) dos nossos colegas mais inspirados.

Tudo isto para envolver num abraço de parabéns.

2012-02-16

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Hoje faço anos. Faço 59 anos. Já tenho idade para ter juízo.

Hoje quero fazer justiça aos meus amigos da AAAR. O que é que esteve na base do meu “texto”. Não pretendi fazer um poema. E não sou amnésico: Há registo aqui, neste sítio que comentei um poema do Aventino e o Arsénio, nessa altura, afirmou que um poema não se comenta. Estamos lembrados?

Depois, o que está na base do meu texto? Porque e, também, duvido que o que eu escrevi seja  um texto?  Aquele naco de prosa que projetei, pelo menos no sentido etimológico do termo  texto, de tecido, interligado, escrito intercontextualizado ...  Neste sentido, de facto, não se me apresenta como um texto. Talvez um naco de prosa à Rabelais, uma prosa vulgarizada, carnavalizada.

Mas então o que é aquela coisa que eu escrevi?

 

Qual o contexto que originou as minhas palavras soltas, “ilógicas” inestéticas” apoemáticas” e “aliterárias”?

 Foi aquela resposta às dúvidas da fé do nosso querido amigo J.Marques e as sibilinas respostas do Arsénio. O convite para a o livro traduzido pelo nosso amigo Bernardino Pacheco Henriques.

Como se o Zé Marques que discorre aqui tão bem precise de dicas para a crença no divino. Ou se as leituras propostas ajudarão um homem madura a acreditar por meio de um qualquer silogismo lógico, dedutivo e tautológico, à crença. O J.Marques também conhece os documentos Conciliares do Vaticano II. Talvez até tenha lido um dos últimos Do.s: ”Porta fidei” do Benedictus XVI.

Mas a fé, para o JMartques estará dependente de uma questão de persuasão de um colega, mesmo com alguns argumentos mais “lógicos”? Ou porque é mais maduro na fé?

“Satira tota est” – é o que me apetece dizer, perante essa ladainha de argumentação.

Estas eram as fontes emocionais que despertaram o meu naco de prosa em espiral.

Expliquei-me?

Até porque os meus amigos merecem-me toda a minha consideração. Parecem-me todos umas otimas pessoas e merecem toda a verdade.  E têm mais tempo que fazer do que meterem-se em embrulhadas.

Um abraço.

 

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº