fale connosco


2016-12-19

Arsénio Sousa Pires - Porto

A PALMEIRA 40 está a chegar a tua casa.

 

BOA LEITURA!

 

Se não disseres nada, é sinal de que não gostaste.

Mesmo assim, a Equipa Coordenadora agradece o teres pegado nela!

2016-12-03

Arsénio Pires - Porto

NOVIDADE

Saiu a revista MÍRIAM online. Bela apresentação e muito bom conteúdo!

Quem estiver interessado em espreitar, pode fazê-lo aqui:

(copiar e inserir este link)

http://cssr.pt/ficheiros/MIRIAM_ONLINE_01.pdf

Alguns dos nossos colegas sugeriram este caminho para a Palmeira!

2016-11-22

Arsénio Sousa Pires - Porto

FALECIMENTO

Faleceu, no passado dia 27 de Outubro, o nosso ex-colega Manuel Maria Monteiro.

Morava no Estoril e tinha 84 anos.

Entrou no seminário de Cristo Rei em Setembro de 1945 e aqui fez o 6º ano.

Ultimamente já não vinha aos nossos Encontros mas comunicava frequentemente connosco sobretudo para pagar as suas quotas e contribuir para a Palmeira.

À sua família e, em especial à D. Maria Alzira, sua esposa, os nossos sinceros sentimentos.

2016-11-20

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Peço-vos que na despedida predilecta, utilizada na minha entrada no fale connosco, do dia 12/11/2016, leiam: Valete, fratres. O que lá está grafado é uma asneira de todo o tamanho e indesculpável.

 

Permitam-me quatro notinhas:

 

Ø  No latim clássico não havia a consoante v. Apenas a semivogal u. Ex.: uir e não vir; uulnus ou uolnus e não vulnus.

 

Ø  Segundo o Horácio, Arte poética, verso 359, “…quandoque bonus dormitat Homerus (de vez em quando (até) o bom Homero dormita.

 

Ø  Um dos nossos fez o favor de me alertar. Agradeço.

 

Ø  Onde leram: “manha”, leiam: manhã. E onde está: “venha a se exíguo…” leiam: venha a ser exíguo.

 

Ualete, fratres.

2016-11-17

ANTÓNIO MARTINS RIBEIRO - Terras de Valdevez

LADAINHA DO PONTO

 

Vou assinar hoje o ponto

E alguma coisa fazer

Pedindo-vos um desconto

Se algo de errado disser.

 

Para não perder mais tempo

Deixai-me então que vos diga

Vou pôr-me neste momento

Já no ponto de partida.

 

P’ra mulher ´stou sempre pronto;

Se ela quiser ser feliz

Marcamos ponto de encontro

E pomos pontos nos iis.

 

Quando na hora do amor

Se fica muito excitado

Sente-se muito melhor

O ponto de rebuçado.

 

Porque é sórdida a mentira,

De efeitos perniciosos; 

Afino o ponto de mira

P’ra acertar nos mentirosos.

 

No autocarro da vida,

Para mais se há desconforto,

Pode parar-se a corrida

Pondo o mesmo em ponto morto.

 

Se tudo aquilo que usamos

Não nos causa desaponto

Logo bem exclamamos 

Que essas coisas ’stão no ponto.

 

Estando muito apressados

Se alguém nos quer atrasar

Ficamos logo irritados

A ponto de o insultar.

 

Não vale a pena teimar

Nem ser casmurro egoísta,

Verdade que se afirmar

Tem muitos pontos de vista.

 

Neste mundo de burlões

Poucos querem a desonra,

E cumprir obrigações

Torna-se num ponto de honra.

 

Há gente tão interesseira

Que até nos mete dó

Porque, de qualquer maneira.

Nunca dá ponto sem nó.

 

Se algum sacana surgir

Para nos encher o saco

Só vai isso conseguir

Se nos der co’o ponto fraco. 

 

Quem está fora de abrigos

E entregue á sua sorte

Procure nos  bons amigos

Um ponto de apoio forte.

 

É ponto fundamental

Para na vida dar sorte

Ter um ponto cardeal

P’ra nos apontar o Norte.

 

Todos temos de morrer,

Dito que ninguém desmente, 

E não há nada a fazer

Pois que isso é um ponto assente.

 

Tive um amor no meu peito,

E só isto é que vos conto,

Foi amor muito escorreito

Mas só até certo ponto.

 

P’las minhas divagações

Julgo que não fiquei tonto

Porque todas são expressões

Sujeitas a contraponto.

 

E sem ter mais que vos diga,

Se não levardes a mal

Termino aqui a cantiga

Pondo-lhe um ponto final.

 

******

Arcos, Novembro de 2016

 

 

 

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