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2013-02-21

Arsénio Pires - Porto

Colegas:

O nosso colega e amigo Fernando Echevarría passou por um grande susto. Do que aconteceu, dou-vos conta através do contacto que com ele tive.

 

Amigo Fernando:

Soube hoje pelo Pe. Faustino que tiveste um problema de saúde.
Disse-me ele também que já te encontravas em casa e que estavas a recuperar bem do susto que apanhaste.
Tentei telefonar-te mas o teu número não estava disponível.
Espero que tudo continue a evoluir pela positiva.

Recebe de mim um abraço amigo com desejos de que recuperes rápida e totalmente!

Arsénio

 

Resposta do Fernando:

Meu caro Arsénio,
Agradeço o cuidado. É verdade, sofri um enfarte. Agora deverei trabalhar nesta nova tarefa até quando a Deus aprouver.

Um muito grande abraço e muito fraterno.
Fernando

 

É claro que todos nós desejamos a rápida recuperação do Fernando.

Nós precisamos dele.

A Poesia tem necessidade dele!

2013-02-19

manuel vieira - esposende

"Pontos de vista" traz à liça temas de interesse bem actual e o último texto aborda a renúncia de Bento XVI.

No penúltimo tema fala-se do "pedido de silêncio" de um padre Redentorista belga (também aparece em notícias) e nos comentários aparece um texto do nosso colega Ricardo Morais de Macedo do Mato que vai merecer um outro enquadramento por não estar, ao que julgo, no local certo, pois vai ser colocado na rubrica que  agora se comenta, depois de devidamente formatado.  

2013-02-19

Arsénio Pires - Porto

Em "Pontos de Vista" há uma reflexão bem actual sobre um tema ACTUAL!

Lê e comenta!

2013-02-16

Ismael Malhadas Vigárip - Braga

Ato poético

                                               Olhei o mar

                                               recolhi uma imagem

                                               lancei-a no papel

escrevi letra por letra

preenchi os desvãos

da folha branca.

 

marquei um sinal

em rastos do areal

e no tempo da memória

selei na vida do momento.

 

II

Varrida das ondas e gasto o tronco

mata-borrão da árvore enlameada

pus a mão no tronco gasto do areal

à beira rio imaginei-o garbo

de seu porte secular.

Um corpo de árvore é um corpo de um qualquer lugar,

anseio de mar-alto por onde queria andar.

Ser barco à bolina sem parar num qualquer porto de mar.

Ao fundo corre uma água de olhos partidos

 vem em busca de um qualquer lugar.

2013-02-12

AVENTINO - PORTO

RETRATO DO AAAR NO DIA DE CARNAVAL de 2013

A esta hora estás sentado, longo sofá gasto e escuro, a televisão ligada, o lixo a entrar pela nossa casa adentro e tu, alienado no écran, esperas a noite, esperas o jantar e depois, até amanhã querida, até amanhã, querido.

Tu és contribuinte, consumidor, passageiro, leitor, utente, doente, testemunha, o senhor que se segue. Tu és cônjuge, pai, avô, o doente, a vítima, o queixoso, o crente, o ateu, o peregrino.;

Tu és tanto e tudo, tu és a plenitude e, afinal não nos dizes nada, não dás a tua voz a tantas vozes que aqui proclamam um tempo e um sentir.

Continuas sentado no sofá onde enterras os dias. Ouço-te já no silêncio do teu olhar e nessa voz da sabedoria, tu dizes, o Aventino é um provocador; sim, o Aventino é um provocador. Era isso mesmo o meu encanto,  que eu fosse um provocador, levando-te e elevando-te aqui, a este palco onde todos temos os nossos quinze minutos de glória.

(Se alguma vez te pudesse falar da angústia que há na escrita! Se alguma vez, sentados num banco qualquer de um jardim qualquer, pudéssemos falar do medo que bordeja o sair letárgico dos sentimentos, talvez soubéssemos que todo o ser humano está só e que, afinal, só nessa solidão é que há esperança).

 

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