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2013-03-16

antónio Peinado Torres - Porto

Boa tarde companheiros Como todos os meus amigos e companheiros sabem eu não viro a cara a confrontos, amigo José Lamas, além de termos frequentado a casa de RECLUSÃO DA BARROSA, não fomos contenporâneos, mas conhecemo-nos muito bem, lembras-te de quando estiveste em Pinheiro da Cruz e depois em Custoias ? onde partilhamos a mesma CELA, o meu apelido era o D. Pipas e o teu já não me lemdro. Como sou SAPATEIRO folgo às 2ªs Feiras e portanto também estou livre para beber uns copos e palrar um pouco. Como te deves lembrar na casa de reclusão da Barrosa nunca se podia andar a dois, por causa das amizades particulares, diziam eles, temos que continuar a cumprir as regras, sempre que seja do nosso interese, daí comigo já somos 3, e vanha quem mais quizer. Voltarei Peinado
2013-03-16

manuel vieira - esposende

A Agência funciona caro Lamas mas também estás bem informado e pressinto que desces com frequência à beira mar. A pastelaria deve  ser a Marbela onde se fabricam dos melhores chocolates do mundo pela mão do Rui Costa que ainda este ano participou no campeonato do mundo em Lyon a representar Portugal e a liderar a equipa portuguesa. Quando quiseres descer ao povoado é só dizer pois terei muito gosto.

Quanto ao Meira ele não mora em Crespos mas tem aí uma quinta onde passa muito do seu tempo de reformado e produz um bom verde branco que engarrafa. Ele mora em Barcelos mas é natural de Guimarães.

Quanto á tua região de nascença estive lá há 3 anos para que o meu pai revisse os caminhos por onde tinha andado há mais de seis décadas e não mais voltara. Ficou muito feliz e penso que pouco depois partiu feliz. Também eu gostei de calcar os mesmos sítios e de conhecer as terras de que tantas vezes ouvira falar nas histórias que o meu pai contava sempre emocionado.

2013-03-16

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Afinal estou de volta. Agora é pró Peinado. Ao falares dessa maneira, até já parece que te conheço, embora não sejamos do mesmo tempo. não te preocupes que não voltas a ficar com a vista arranhada.Entendi e aceito. Como diz a joventude, iá, tamos nessa, meu.  Abraço, companheiro

2013-03-16

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Então cá estamos nós. Pra todos boa noite. Hoje venho pra dar música ao Manuel Vieira. As coisas que ele sabe. Com o devido respeito de amigo de verdade te digo. deves ter uma agência de informações,tu sabes quase tudo e o que não sabes , descobres rápido. Então o Meira está em Crespos e eu Que estou em Navarra há 20 anos. Às tantas já me cruzei com ele pois estou a poucos metros de Crespos e os meus rapazes até lá têm um grupo de amigos. Tambem me falas de Vilarinho de Agrochão Penhas Juntas e Edrosa, parece-me que temos assunto para uma longa conversa. Então é assim. Diz-me se tens disponibilidade de tempo às segundas feiras, se sim, vamos marcar um encontro. Vai ser fácil. Pode ser no Pé no Rio ou naquela famosa pastelaria da qual nunca soube o nome, mas que se situa numa rua estreitinha e deve ser a mais famosa de Esposende. entretanto eu descubro o nome, é que também eu tenho cá as minhas fontes de informação.  Abraço      

2013-03-16

manuel vieira - esposende

As voltas que o mundo dá, passando por Navarra, Sesimbra, Macedo, Torre de D.Chama, num percurso de ligação às diferentes fases da vida destes nossos colegas.

É evidente que a minha memória teve de assentar nas listas dos diversos cursos para referenciar alguns colegas do tempo do Lamas.

Também do seu tempo, mas no 5º ano, era o Meira que produz um verde branco casta loureiro na sua quinta em Crespos, pegado a Navarra, juntinho ao Cávado.

Gostei de Torre de D.Chama quando a conheci com a sua ursa granítica e ali perto visitei Vilarinho de Agrochão onde este fim de semana vai decorrer a feira do Folar com produtores locais. O Folar que era ansiosamente  esperado na Barrosa neste período de férias de Páscoa, quando os colegas transmontanos iam à terra. Hoje parece que têm menos carne e ainda sinto o aroma das fatias amarelinhas divinamente recheadas de enchidos e outras carnes porcinas e até as migalhas que espalhavam a abundância eram copiosamente sorvidas. O Folar ficou-me profundamente marcado nas memórias dos sabores e dos aromas de uma adolescência abundante em experiências diferentes que afogavam os recordares da infância rude de bens.

Trás os Montes tem uma gastronomia rica que merece distinta promoção por ser também um produto turístico estratégico a ter em conta e que atrai, e a aposta tem sido nos enchidos com as suas Feiras frequentes.

No caso referido de Vilarinho de Agrochão e Agrochão por onde o meu pai e a minha avó calcorrearam caminhos a pé ou de burro de terra em terra até Celas, passando por Edrosa e Penhas Juntas, nessas pequenas localidades onde predomina o xisto, o Folar domina nestes dias a preanunciar a Páscoa.

Ficam-se essas recordações...

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