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2013-07-25

manuel vieira - esposende

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Escrevia eu que o nosso poeta Lamas se roera de ciúmes por ver na mesa uns pratos maiores do que o dele e como diz o velho ditado  "quem não se sente não é filho de boa gente".

Pois a minha mensagem tinha outro destinatário que era o meu amigo Gaudêncio,. autor da leve contundência e que eu pela velocidade do "zaping" com que às vezes corro os diversos sítios onde mexo, acabei por confundir.

As minhas desculpas para ambos e a minha pretensão era de pegar um poucochinho com o poeta de S.Frutuoso.

Quando o Arsénio limita a uma folha A4 é para poder gerir melhor o manancial de escritos que por vezes lhe aparecem na mesa e para que o escrivão saiba quanto lhe estão a pedir. Quando ele me pede um texto eu pergunto-lhe logo qual o espaço que pretende ocupar com o meu escrito para ser mais fácil para mim dimensionar a mensagem.

A Sónia da família do Belmiro emitiu opinião e muito bem, contrastando com os demais que não se manifestam como aliás fazemos em casa com a comida de todos os dias e é verdade que a cozinheira também apreciava de vez em quando uns elogios.

Mas valha-nos estes comentários para alimentar este espaço. Na mensagem sobre o Encontro Nacional constava mal o telemóvel do Alexandre mas já está acertado na "Agenda" e em "Actividades".

Vai-nos incomodando ligeiramente o silêncio do nosso amigo Peinado pois os seus escritos são sempre razão para sentir o seu abraço.

Entretanto já conversei com o nosso Peinado e espero estar com ele este fim de semana na estância turística de Esposende.

2013-07-25

José Manuel Lamas - Navarra-Braga

Meu caro Manuel Vieira

O Lamas ser poeta não almeja

Pode ser ciúme na brincadeira

Mas nunca sentir inveja

Dizes que nos vai incomodando

O silêncio do Peinado

Também tenho pensado ser demasiado tempo

Já cá faz falta ou talvez ele ache que não, daí a demora

Onde andará o Peinado, ele que não é de lérias

 

Estará ele cansado e resolveu ir de férias.

2013-07-24

Arsénio Pires - Porto

Caríssimos:

Não sei se sabem mas a Sónia é filha do nosso Belmiro.

A sua sensibilidade feminina foi por mim agradecida em nome da equipa Palmeira. Como leram.

Nós, os “ex-reclusos” (abração, Peinado!), fomos e estamos amputados do lado feminino que por génese recebemos mas por educação sufocámos.

Era só isso!

Não é que a equipa “maravilha” sinta necessidade de louvores ou, muito menos, de bajulações. Se deles carecêssemos não teríamos chegado ao nº 35. Mas que os louvores sabem bem, sabem!

Apreciamos bastante mais a útil sugestão-reparo do Gaudêncio sempre directo e direito como convém a quem gosta da verdade.

Pois é mesmo assim, Gaudêncio: “Se soubesses o que custa mandar, gostarias mais de obedecer.”- disse o outro da cadeira. Mal sabes o trabalho que nos dão aqueles que gentilmente respondem aos nossos pedidos mas se esticam grávidos de generosidade. E como é custoso ter que pedir que utilizem a tesoura. E lá se vai conseguindo um buraco, ora diminuindo o tamanho das letras ora reduzindo o espaço entre as palavras.

Mas tomaremos em consideração este teu reparo. Seremos mesmo rigorosos: uma página A4 e... mais nada! :-)) Até porque, ultimamente, os colegas têm sido muito generosos em participação!

Caríssimos:

Que as férias nos preparem para o Encontro Nacional que, pelo programa, vai ser de arromba.

Já fiz a minha pré-inscrição. E tu?

2013-07-24

António Rosa Gaudêncio - Lisboa

Uma pequena frase, aqui deixada pelo Arsénio, quase me fez dar um pulo na poltrona:

 "OBRIGADO, Sónia! 

Ao menos......tu!"

Estas cinco palavrinhas não foram dirigidas, apenas, à senhora que deu os parabéns pela revista. Elas foram dirigidas a todos os «índios» que receberam a revista e não se dignaram agradecer, comentar ou, ao menos, expressar alguma gratidão para com os companheiros que perderam muitas das suas horas de lazer a preparar A PALMEIRA. 

Aqui chegado, poderia continuar a falar do assunto de diversas maneiras, mas não vou por aí. Encerro a escrita mas deixo-vos um pequeno lembrete: já que não valorizaram convenientemente o esforço feito pelos nossos colegas que se preocupam em nos pôr nas mãos a revista, a nossa querida revista, de castigo, agora ficam a chuchar no dedo!!!!

Confesso que, embora  tivesse apreciado  o último número da Palmeira, não me quis pronunciar sobre ela por dois motivos :

Eu também escrevi e colaborei no último número e não me pareceu curial tecer louvaminhas a trabalho próprio.

E, em segundo lugar, tenho a dizer que, das vezes em que me pedem para escrevinhar qualquer coisa para a Revista, tenho sofrido grandes pressões para não ultrapassar uma página A4. Todavia, se forem ver o último número da revista, hão-de constatar que mais de um colaborador teve direito a mais A4s do que uma só e, opinião minha, para o meu gosto os conteúdos não justificavam tal excepção. Mistérios ....... critérios................

Mas continuo grato e apreciador do trabalho e esforço que aqueles três ou quatro mosqueteiros fazem para termos uma revista que nos  mantem unidos e vivos e um lugar onde podemos  expressar as nossas ideias ou a falta delas.

Por fim um apelo ao grupo "editor " : não desanimem e contem sempre com a nossa gratidão mesmo que sejamos canhestros a expressá-la.

2013-07-23

Antonio Rodrigues - Coimbra

Arsénio e todos os AAArs, peço imensas desculpas. Recebi e li em tempo oportuno a Palmeira nº. 35.

Porque ando desejoso do novo número, interpretei mal a entrada da nossa amiga Sónia Gomes, do dia 20/07/2013.

O novato da Associação fica perdoado?

Então continuamos amigos.

Saúde e até já,

António Rodrigues (um dos despistados).

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