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2013-02-23

Assis - Folgosa - Maia

Meus Amigos: Saúde, Paz e Alegria para todos.

Depois de um largo intervalo, resolvi regressar ao nosso cantinho onde tanta coisa já foi escrita. A poesia, a história e a opinião tiveram aqui abundante assento. A todos os autores, o meu agradecimento, pois todos me enriqueceram com suas intervenções. Todos sem excepção.

Os acontecimentos últimos têm sido e continuarão a ser, certamente, barro para muita construção. A intervenção de todos os AAARs - recordo aqui todos aqueles que tantos conhecimentos enceram dentro si mas que nunca apareceram - deverá continuar a ser uma mais valia na nossa breve vida. Todos, somos poucos e o tempo fará com que venhamos a ser cada vez menos, mesmo contra a nossa vontade. O tempo é, simultaneamente, bom e cruel. Não nos perdoa.

Hoje, porque as circunstâncias assim o pedem, apenas venho recordar o que, entre-muros, tantas vezes escutámos:  "A História é a Mestra da Vida" (Cícero). E a HISTÓRIA nem sempre nos foi bem contada, todos o sabemos... Por essa razão - sem condenar aqueles que, por ignorância, no-la contaram mal - temos de pôr de parte qualquer temor de ultrajar os dogmas que nos formataram.

Meus amigos, aparecei com vossos tesouros escondidos. Fazei-nos participantes dos mesmos e ficar-vos-emos muito gratos.

2013-02-22

Arsénio Pires - Porto

Também eu li (e reli) com muito gosto o texto do Ricardo Morais com o título “O Homem e os Deuses”.

Penso que é pena que ele não tenha figurado como um artigo na nossa rubrica “Pontos de Vista” como, aliás, também o Vieira já referiu.

Só pelo alerta do Vieira é que o fui procurar pois ele estava escondido e esquecido no lugar dos comentários a um outro artigo que pouco tem a ver com o tema que o Morais focou.

Quero dar os meus parabéns ao Morais pela excelente síntese histórica e “doutrinal” que nos ofereceu desta difícil relação do Homem com os deuses, com o poder e com dinheiro. Tudo muito ligado como o Morais bem nos mostrou.

Tão sugestivo é o artigo do Morais que não resisto a tecer algumas considerações que a releitura do texto me suscitou.

1. Penso que não devemos fazer uma leitura selectiva da história de modo a proclamarmos que os não-crentes em Deus são assassinos, depravados e desumanos. Os factos não nos permitem tal conclusão.O que os factos nos permitem afirmar é que alguns não-crentes são isso tudo, mas que a maioria deles são pessoas normais, que lutam abnegadamente pelo bem-estar de todos, que nem sequer lhes passa pela cabeça matar alguém, que só querem o bem dos outros e por eles são capazes, até, de dar a vida.

2. A mesma conclusão é forçoso que tiremos em relação aos crentes em Deus.

Tanto os crentes em Deus como os não-crentes em Deus são capazes do melhor e do pior.

Tanto a religião como a anti-religião podem influenciar alguns dos seus seguidores a cometer (e a fazer cometer…) actos de bondade e actos de total desprezo pelo homem. Os absolutismos, a verdade total num lado só, são uma das maiores tendências do género humano e fonte de grandes atropelos à humanidade. Eles, os absolutismos, deviam ser radicalmente banidos das nossas sociedades.

Friedrich Nietzsche já há um século que nos alertava ao dizer que existe algo na natureza humana que faz com que os nossos sistemas de crenças sejam igualmente capazes de inspirar grandes actos de bondade ou grandes actos de depravação.

Seremos ainda, e só, um projecto de Homem?

3. Parece-me evidente que a agressão à dignidade humana pouco ou nada tem a ver com a crença ou descrença em Deus mas sim com o Homem em si.

Pelo contrário, a luta pelo bem da Humanidade, pela justiça universal, pelo fim da exploração desumana, pela paz baseada no amor, essa sim, tem a ver com a crença. Só os Homens de Fé conseguem ser Homens de Boa Vontade. E, Homens de Fé podemos ser todos: os crentes e os não crentes em Deus.

Parabéns, Morais, pelo teu excelente artigo.Como eu gostava que ele pudesse sair na Palmeira mas, infelizmente, o espaço de podemos dispor tal não o permite.

2013-02-22

António Peinado Torres - Porto

 Bom dia Companheiros.

 Hoje é um dia muito especial para mim e para os AAR que escrevem e visitam este site. O meu amigo, companheiro e condiscípulo  RICARDO MORAIS reapareceu finalmente neste local de encontro, mais propriamente dito em PONTOS DE VISTA.

 Um psicólogo vira historiador e resolve prendar-nos com um texto transversal de muitos séculos até aos nossos dias. O que eu li, deu para aprender factos que desconhecia e para relembrar coisas que conhecia, mas a memória já as tinha  apagado ,

o meu muito obrigado AMIGO MORAIS. Além da riqueza do texto, senti uma enorme alegria quando vi a sua presença, pois sei que a minha persistência ajudou a que um TRANSMONTANO DE BOA CEPA, ultrapassa-se princípios que tem, em favor da amizade, solidariedade e da união dos amigos que tanto o estimam.

 Mais uma vez o meu muito obrigado Ricardo Morais, e não percas a prática , quero dizer não demores tanto tempo a enviar outro escrito. VOLTAREI. PEINADO

2013-02-21

Arsénio Pires - Porto

Colegas:

O nosso colega e amigo Fernando Echevarría passou por um grande susto. Do que aconteceu, dou-vos conta através do contacto que com ele tive.

 

Amigo Fernando:

Soube hoje pelo Pe. Faustino que tiveste um problema de saúde.
Disse-me ele também que já te encontravas em casa e que estavas a recuperar bem do susto que apanhaste.
Tentei telefonar-te mas o teu número não estava disponível.
Espero que tudo continue a evoluir pela positiva.

Recebe de mim um abraço amigo com desejos de que recuperes rápida e totalmente!

Arsénio

 

Resposta do Fernando:

Meu caro Arsénio,
Agradeço o cuidado. É verdade, sofri um enfarte. Agora deverei trabalhar nesta nova tarefa até quando a Deus aprouver.

Um muito grande abraço e muito fraterno.
Fernando

 

É claro que todos nós desejamos a rápida recuperação do Fernando.

Nós precisamos dele.

A Poesia tem necessidade dele!

2013-02-19

manuel vieira - esposende

"Pontos de vista" traz à liça temas de interesse bem actual e o último texto aborda a renúncia de Bento XVI.

No penúltimo tema fala-se do "pedido de silêncio" de um padre Redentorista belga (também aparece em notícias) e nos comentários aparece um texto do nosso colega Ricardo Morais de Macedo do Mato que vai merecer um outro enquadramento por não estar, ao que julgo, no local certo, pois vai ser colocado na rubrica que  agora se comenta, depois de devidamente formatado.  

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