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2014-03-07

alexandre gonçalves - palmela

 

FLOR  DE  CEREJEIRA

(OITO  DE  MARÇO, DIA  MUNDIAL  DA  MULHER)

 

Breve,

leve,

cor de neve,

a flor de cerejeira!

Flor tão intensa,

tão luminosa,

que rouba o fogo à rosa,

incendiando a vida inteira.

 

A cerejeira cresce sobre o frio

e linhas dágua leva na cintura.

Rente ao seu corpo corre sempre um rio,

para onde se inclina de frescura.

 

verde 

veste

um verde vento,

na leveza vermelha da cereja.

Na boca o fogo

ou antes o carnudo fruto,

que maio adoça muito,

entre aromas de feno e de carqueija.

 

A palavra brancura

inunda o corpo da mulher.

O feno

torna-o sereno

e dá-lhe eterna formosura.

O fogo, lento e cristalino,

põe na boca cerejas e doçura.

E acorda o coração,

que faz de sino,

anunciando o tempo em tarde calma.

Na púrpura do fruto,

na flor da cerejeira,

tudo é alma,

tudo anuncia a primavera.

 

Breve,

leve,

cor de neve,

a ofuscante flor da cerejeira...

Vento,

tempo,

fruto lento,

o bíblico esplendor da macieira.

         

Alexandre Gonçalves

    (Palmela, 7 de Março, 2014)         

 

2014-03-07

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Mês de Março tempo de carnaval

As águas do Cávado já deslizam mansinhas

Corre p'ra Porto de Ovelha ó Cabral

Que hoje chegaram as andorinhas

2014-03-05

António Peinado Torres - Porto

 PARA MEMÓRIA FUTURA 

Bom dia Companheiros.

 No passado sábado dia 1 de Março, lá estiveram em franco convívio o Manuel Vieira, Alexandre, José Castro, Arsénio, Samorinha, Sacadura, Peinado, Zulmira, Pedro Peinado, Herminia, Diamantino, Conceição,Martins Ribeiro, Silvina, António Rodrigues, Adolfo, Eugénio, Barros, Meira e José Lamas o anfitrião. 

A peregrinação ao santuário de S. Frutuoso teve como motivo principal a degustação de um ARROZ DE LAMPREIA, que tal como noutro apontamento o Manuel Vieira escreveu estava óptimo mas como é iguaria que nem a todos entra no paladar, ou nos olhos, 5 dos presentes optaram por outros pratos, o importante é que participaram .

 Para facilitar a vinda dos nossos companheiros do Sul, marcamos este convivo para Braga, visto que era relativamente cómoda a viagem de comboio para quem viesse de Lisboa, mas apenas o Alexandre ouviu a trombeta e das Beiras veio o Adolfo e o A Rodrigues de Coimbra. 

Temos a noção de que somos uma comunidade já bastante madura, mas nas conversações que temos uns com os outros, nota-se ainda muita força para fortalecimento da união da nossa AAAR e prosseguir com outras iniciativas, não esquecendo A PALMEIRA. 

Na minha opinião foi deveras importante o contributo do Manuel Vieira no sentido do aproveitamento das novas tecnologias e da dinamica subsequente, e claro está, que a angariação de financiamento também está na ordem do dia, como só estava em espírito o nosso tesoureiro FREI ASSIS este ponto fica para debater na próxima reunião , quero dizer NA FAVADA. 

Antes de terminar uma palavra de muito apreço para o Luis Guerreiro o seu texto sobre AS ABELHAS é do maior interesse e de grande sentido pedagógico OBRIGADO MESTRE. Para todos um abraço fraterno.

 Voltarei Peinado 

2014-03-04

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Para que conste

(se valer a pena)

 

         No dia um de Março de dois mil e catorze, pelas treze horas, no templo de S. Frutuoso, sito em Braga, reuniu-se um pequeno número de AAARs.

            O pretexto desta fraternal reunião que, como sempre teve um misto de memória e de saudade, foi a degustação da afamada lampreia, respeitosamente sacrificada numa bem composta e longa ara consagrada à deusa Amizade.

            Esta degustação, como convinha que fosse, foi precedida dos velhos e alguns novos (re)encontros tão espontâneos e calorosos quanto o permitem a antiga e contínua cumplicidade de um tempo e espaço dos quais todos fomos privilegiados usufruidores.

            Durante a degustação, amena e saudosamente, fomos recordando antigos colegas e professores. Também houve a sadia e apreciada má-língua, em dose tão comedida que a ninguém terão aquecido as orelhas.

            Depois de bem aconchegados os estômagos – tão doce e saboroso estava aquele pudim do abade de Priscos! – houve algumas intervenções individuais que naturalmente trataram da vida e boa administração da nossa associação e da Palmeira. Como não sou de bisbilhotices, embora goste das divertidas e inofensivas, nada mais direi acerca das palavras proferidas a não ser: a nossa associação e a Palmeira, esta no suporte habitual ou só no informático, têm de continuar mas para isso é necessário aquele material de que se fazem as omeletes.

Ainda que não tenha sido discutido, pessoalmente, muito me agradaria que, continuando a laborar no modo e nas condições em que foram licenciados, no futuro e progressivamente, todos os restaurantes se fossem equipando com mesas redondas para a conversa ganhar em eficiência e diversidade.

            Nesta reunião pontificaram: a menina Argentina, o Lamas, o seu cunhado Rolando Costa e a colaboradora Paula.

Compareceram: o Adolfo, o Alexandre, o Arsénio, o Barros, o Diamantino, o Eugénio, o Manuel Vieira, o Meira, o Martins Ribeiro, o Peinado mais o seu neto Pedro, o Sacadura, o Samorinha, o Zé Castro e eu Manuel Rodrigues que estou elaborando esta imitação de acta antiga. No início da lista coloquem lá, além da menina Argentina, já nomeada, as meninas Conceição, Hermínia, Silvina e Zulmira – que formosos tempos que tão formosos continuam!

Cantou-se o Vivat e despedimo-nos até ao próximo encontro onde contamos com outros AAARs.

Coimbra, 4 de Março de 2014

(A.   Manuel Rodrigues)

 

Nota: Se o administrador do nosso site entender que vale a pena publicar este texto, fico contente. Se não for pulicado continuo o aaar de sempre.

2014-03-04

manuel vieira - esposende

A chuva não nos larga e as zonas costeiras vivem assoladas pela ondulação forte e a causar danos.É um inverno hostil e também frio e ainda ontem à tarde estive a testemunhar a agressão do mar na praia de Ofir.

Quente foi o convívio em Braga com um arroz de lampreia divinal cozinhado pela D.Argentina e foi de comer à colher como convém para que nada se perca.

De boa temperança, com o vinho verde tinto a dar o toque de acidez à marinada, foi um lambusar até escoar a panelinha de bom barro. Estes convívios sabem bem porque nos permitem boas conversas e foi muito interessante escutar os amores repassados pelo Alexandre, com a convicção da frescura da vida e o calor dos sonhos.

Mas o arrozinho fumegante eoutras viandas que se serviram aos desavindos do ciclóstomo mostraram as habilitações da esposa do nosso colega Lamas em S.Frutuoso.

Entretanto nos "Pontos de Vista" está disponível um texto do Luís Guerreiro que aborda um tema interessante que foge às temáticas mais comuns.

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