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2014-05-10

Assis - Folgosa

Boa noite, meus Amigos !

Ontem, por me ter cansado demasiado a cortar erva e a cavar, acabei de jantar e nem o computador abri. Abri-o há momentos e acabei já de ler as vossas intervenções. Polémicas? - Sim, mas não quero ver nelas qualquer resquício de inimizade. Os tempos em que uns e outros estudámos em Gaia e, já como maiores, em outros locais - Valladolid, Castelo Branco, Lisboa, Porto, Coimbra, Paris, ou Lovaina - sim, os tempos tiveram em todos nós algumas influências das quais não é fácil escaparmos. Não devemos pois procurar aquilo que nos separa mas aquilo que nos une. Mas também não devemos contentar-nos em seguir o caminho dos sapos da história do Arsénio.

Nenhum dos Associados avançou responsabilizando-se com a organização da A.G. em Gaia. Este é um facto inegável aceite por todos, segundo parece. Não é pois apenas uma questão de opinião sobre a aceitação ou não de que ali se realizasse. - Como princípio, eu aceito que a opinião da maioria se deva aceitar sempre que o interesse comum esteja em causa. Mas também nos foi ensinado,  que para que o interesse comum estivesse defendido, "a lei deveria ser para a pessoa e não esta para a lei". Só então "jus est justum" ( Sto. Tomás de Aquino) na opinião do nosso saudoso professor Julio de la Torre, a melhor definição de Direito...

Li, nas vossa intervenções, que já várias diligências foram feitas para que o encontro de Beja se venha a efectuar. Sou, pois, de opinião que o esforço de quantos já trabalharam nesse sentido não seja lançado às urtigas...e assim, Beja seja o destino da nossa viagem este ano. Lá procurarei estar com todos vós. 

- Quanto à favada em Orbacém, ela não está esquecida. Só que, como as favas foram semeadas tardiamente por causa da chuva, elas ainda estão praticamente em flor. Demos tempo ao tempo...  

 

O meu abraço

 L

2014-05-09

DAVIDE VAZ - ASLMADA - SOITO

Meus caros amigos e companheiros ex-reclusos:

Fala-se da aprovaçãõ duma proposta numa reunião magna da ida a Gaia de 2 em 2 anos.

~Eu não estive na dita assembleia pelo que não a votei.

Mas, tal como o Peinado, se tivesse estado presaente votaria contra.

Tenho que louvar os companheiros que organizam os encontros pois é um coisa que dá muito trabalho.

Fiquei contente pela escolha de Beja que é umja cidade e região que me encantame de que pouco conheço,

 Já por várias vezes eu tenho advogado visitas ao sul.

Por exemplo Évora é belíssima e património mundial.

Ficaraápara outra vez..

Vamos deixar-nos de fanatismos que só nos desunem.

Cultivemos a amizade e deixemos os formalismos!

Por mim lá penso estar em Beja, Serpa, Vidigueira, Alqueva etc...

E quero comer umas migas de baclhau com coentros e cantar como os alentejanos:

Castelo de Beja

Subindo lá vais

Tu metes inveja

Às águias reais.

Aquele abraço para todos do

Davide Vaz

2014-05-09

Delfim Pinto - Praceta Bento Gonçalves, 16, 1º. Esqº.

Até Beja, amigos Alex e Vaz.

E ...outros amigos...também...


2014-05-09

Arsénio Pires - Porto

Amigos:

Para serenar os ânimos, vou contar uma pequena história que de certeza se tem passado muitas vezes com todos nós… desde que nascemos!

Era uma vez cinco sapos que se encontravam estrategicamente instalados num ramo sobre o lago à espera que algum insecto menos atento por ali passasse a fim de poderem engoli-lo para conforto das suas luzidias mas famintas barrigas.

Ora acontece que havia já bastantes horas de espera e nem um só dos tais insectos surgia por perto das suas bocarras armadilhadas.

Como sempre acontece nestas ocasiões, surgiu um dos cinco sapos e coaxou solenemente:

- Que pasmaceira, malta! Estou farto disto. A fome aperta e nem um só insecto para amostra. Temos que decidir mudar de estratégia! Que vos parece?

E depois de animada e por vezes acesa discussão, quatro dos cinco sapos decidiram ir para a outra margem do lago e montar a espera aos insectos noutro galho.

 

Agora, amigos, acaba aqui a história com esta pergunta:

- Quantos sapos ficaram no primeiro galho?

 

(segue até ao fim da página e encontrarás a resposta)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 


 

Resposta:

- Ficaram os mesmos cinco. Sabeis porquê? Porque  um dos cinco sapos não alinhou na conversa e os outros quatro DECIDIRAM sair mas não se moveram do sítio onde estavam!

 

Moral da história:

Uma coisa é DECIDIR e outra, muito diferente, é AGIR.

 

Quem tiver olhos para ver, que veja.

Até Beja, amigos Alex e Vaz.

 

2014-05-09

Delfim Pinto - Praceta Bento Gonçalves, 16, 1º. Esqº.

Amigos em geral e amigos em particular:

Acho que muitos aproveitam a página online mais para se envaidecerem do que para informarem e cultivarem. No entanto, não sei porque razão quase todos os dias a visito com prazer.

Venho excepcionalmente também para me envaidecer e digo:

O respeito é muito bonito não nos esqueçamos.

Sou da opinião que deveremos convencer pelos actos e não pelas intenções.

Já o defendi em assembleias gerais e nacionais que:

Se as missas não passassem a ter frescura e espírito de verdade com a intervenção do Arsénio e Padre Faustino não teria retomado a sua celebração; e estou a ver que se os encontros nacionais não passarem a ter frescura e o mínimo de qualidade cada vez serão menos os presentes.

Eu nessa referida assembleia fui um dos que votou a favor de Gaia de dois em dois anos, mas isso não quer dizer que passados os dois anos não tenha uma opinião diferente, por muito que me custe.

Na verdade, ninguém se chegou à frente para se responsabilizar pela organização do encontro nacional deste ano. Não basta defender a ideia é fundamental assumir as consequentes responsabilidades.

Todos sabemos que o Alex prefere que os encontros se realizem em locais organizados com amor e carinho e dedicação e qualidade. E pelos vistos tem tido razão, pois de um modo geral têm muita gente e todos têm gostado. E reparem que em todos eles está a mão do Alex.

Eu estou como o meu cada vez mais amigo Peinado: Façamos em Beja um grande encontro nos dias 14 e 15 de Junho deste ano; e alguém se esmere para se conseguir, ainda este ano, um encontro em Gaia.

Termino apenas para sublinhar: mais actos e menos palavras (vaidosas e ou injuriosas).

Para bem dos que necessitam da AAAR.

Um abraço.

Não sei se voltarei.

 

Delfim Nascimento.

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