fale connosco


2014-04-08

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

 

Até ao mar fui numa escapadela

     E me encontrei com o presidente

     Com ele tomei café na Marbela

     E p'ró jantar até trouxe uma serpente

 

                            "

 

     E o Gaudêncio minha gente ?

     Esse mouro renegado

     Tem que estar muito doente

     Para andar assim tão calado

2014-04-06

António Peinado Torres - Porto

 ALELUIA, este espaço está a ficar animado Intervenções do José Castro, Martins Ribeiro, 2 do Alexandre Gonçalves, e do Arsénio Pires, não nos podemos queixar, não há fome que não traga fartura.

 Este meu segundo texto propositadamente vem separado do anterior porque tem um destinatário, colega que prezo e estimo, mas lamento que não leve em consideração determinadas opiniões expressas por alguns de nós neste site, e até no convivo último que realizamos em BRAGA.

 Estou a dirigir este escrito ao Arsénio Pires.

O Aventino sugeriu uma NOVA IMAGEM para a Palmeira , a reação do nosso companheiro Arsénio foi a que se viu, e as alternativas que apresentou foi por o lugar à disposição e mais contribuições monetárias para a feitura da REVISTA. Sobre um " Novo Formato " para o GRANDE ENCONTRO, nem pensar ,e se bem se lembram criticou os encontros regionais que fomos realizando, mas acabou por participar em alguns, e em tempos idos também o Aventino lançou um convite para se realizar a um sábado um almoço no Porto ( UMA TRIPALHADA ) e visita a uma parte da cidade, a sua intervenção foi no sentido da desmobilização.

 No meu entender e de muitos mais AARS este espaço é livre, é para convivio, é para manifestarmos os nossos pontos de vista, mas nunca para absolutismos , aprendi na VIDA que tudo pode ser aperfeiçoado e portanto melhorado, podes crer Arsénio que tenho apreço por ti, mas lembra-te de que não és o dono do MÁXIMO.

 E em relação ao GRANDE ENCONTRO, sou da opinião do Alexandre Gonçalves, como não estive presente na assembleia onde foi votada a resolução de o mesmo ser realizado de 2 em 2 anos na casa mãe, eu se estivesse presente teria votado contra, Gaia diz muito a todos nós, quer positivamente, quer negativamente, mas a verdade é que só uma minoria comparece, e só não vê, ou sente, quem não quer. Para todos uma FELIZ E SANTA PASCOA Voltarei Peinado

 

2014-04-06

antonio peinado torres - Porto

Companheiros AARS

 Ontem, estava em Esposende para ,matar mais UM FIM SE SEMANA, e passa pela minha palhota o amigo e companheiro de muitos de nós, o MANÉ VIEIRA.

 Conversamos bebemos um Porto e aprazamos novo encontro para o final da tarde para saborearmos um petisco que tinha em casa, e assim aconteceu, uma chamadinha e lá foi o Peinado mais a sua companheira.

 Qual era o petisco ? coisa simples LAMPREIA FUMADA. Tendo lido já neste site que há companheiros que já estão enjoados de ouvir falar em LAMPREIA, não resisti em trazer o tema a este espaço, e quem continue enjoado, que não leia, ou então, que ponha no canto do prato.

Pois é meus amigos e companheiros, depois da LAMPREIA ASSADA, seguiu-se a FUMADA, e sinceramente gostei, no entanto a minha prioridade na LAMPREIA vai para O ARROZ DE LAMPREIA, também chamada de CABIDELA.

 Ficou apalavrado entre nós os dois, que para o próximo ano este petisco irá ser saboreado pelas terras de Melgaço, se calhar conjuntamente com a FODA À MONÇÃO, o futuro a DEUS pertence Voltarei Peinado

 

2014-04-06

aventino pereira - PORTO

PACTA SUNT SERVANDA

Se a Associação tivesse memória, se o secretário da Assembleia Geral tivesse feito o seu trabalho, se fôssemos exigentes e exigíssemos que quem aceitou a incumbência de fazer as actas tivesse feito as actas, todos saberíamos que a questão levantada do local onde se há-de realizar o Grande Encontro 2014 é uma discussão estéril. De facto, como diz o nosso povo: "é preciso ter topete" para haver sugestões do local para o ano 2014.

Vá lá meninos. Lembrem-se bem da lição:

Em 2012 o Grande Encontro foi em Vila Nova de Gaia. Na Assembleia Geral houve duas propostas quanto ao local da realização do Grande Encontro: uma do nosso querido Alexandre Gonçalves e uma outra que foi a que venceu por uma imensa maioria: o Grande Encontro realiza-se, ano sim, ano não, em Vila Nova de Gaia. Em 2012 foi em Gaia, em 2013  foi no Douro e este ano onde é, onde é?!

Ainda sabem contar? Vila Nova de Gaia. Ponto Final.

Venham lá os órgãos competentes pôr ordem  na rambóiada que parece querer instalar-se.

2014-04-03

alexandre gonçalves - palmela

 

ESTEVAS  DE  MAIO

 

Parabéns Arsénio por essa distinção entre decidir e executar! É fácil defender uma ideia, mesmo que ela não tenha suporte na realidade. Mesmo que ela obtenha votos maioritários de circunstância. Mas as ideias, até quando exaltam o que de melhor existe na condição humana, carecem não só de oportunas decisões como também de generosos idealistas que as plantem no terreno. Vem isto a propósito da votação feita em Gouveia, segundo a qual o encontro anual da associação se devia fazer em Gaia de dois em dois anos. Dadas as circunstâncias, o debate não foi nem brilhante nem esclarecedor. Nem tempo havia para o ser. Uma relativa maioria aprovou a proposta mas não referiu o modo como se poderia levar à prática tal "decisão". Alguns pensarão que basta entrarmos por aqueles portões, que já não existem, para o encontro e os abraços funcionarem. Um pouco à maneira dos antigos combatentes da 1ª Grande Guerra. Juntam-se em redor dum monumento, inflamam-se num patriotismo retórico e depõem uma cora de flores. Monumento já temos. A antiquíssima palmeira aguarda, surda e muda, que arrumemos por ali os automóveis, que demos os abraços prometidos e façamos uma fotografia dos sobreviventes. Para haver algo mais, alguém teria de sair da sua rotina para criar um gesto novo que fosse. O que tem havido já não há. Nada ali acontece por obra do Espírito Santo. O Arsénio explicou tudo com excepcional clareza. Quem tem olhos para ver que os aplique. Que fazer? Quedamo-nos todos à espera de Godot? Arriscamos esbanjar por distracção estes anos acumulados em cumplicidade, em grandes momentos de festa, de cultura, de regresso a uma identidade?

Como em tudo na vida, também aqui há alternativas. Estamos já em condições de garantir uma viagem inédita, a todos os títulos continuadora dos melhores encontros já realizados. De resto, apesar de o rectângulo ser escasso, estamos muito longe de esgotar as oportunidades que se oferecem às nossas expectativas. E de ano para ano, com a aprendizagem que a experiência acumula, é possível proporcionar, às mais diversas sensibilidades, um conjunto de práticas e de bens de incalculável valor. O tempo foge, como dizem os relógios. Mas é urgente resistir. É imperioso não dar o flanco. Nem sentar-se diante dos televisores. Nem antecipar a funesta sentença. Viver é preciso. Vegetar é proibido. Somos herdeiros da sabedoria. Não a levemos connosco para o outro lado do mar.

Falemos do SUL. O sul é depois do Tejo, terra de sol, ainda ocupada pelos infiéis. Campos rasos de luz e de azul, que em maio se cobrem de infinitos matizes de "boninas" camonianas. Já explorámos o poente, num dos altos momentos de glória da associação. Recordam-se das vinte noras mouras que visitámos? Do concerto inverosímil em pleno barrocal algarvio? Pois bem, o Arsénio já o referiu. Eu corroboro. Beja espera por nós. O António Vaz será o anfitrião. Até lá, não há mar salgado, mas há mar de vinhas, de oliveiras, de estevas perfumadas, em plena flor de alegria e exaltação. Em redor da cidade e dentro dela, há um mundo pujante a renascer. 

Atentos estai, porque do sul vem a feliz notícia. Se entretanto ninguém conceber uma alternativa com assinatura, ligada a Vila Nova e aos respectivos riscos, estejam de ânimo aberto, porque o SUL não dorme. O prazo é curto e exige agilidade e tempo, para qualquer das hipóteses. Beja é muito bela mas espera por MAIO, porque é em maio que ela cresce em esplendor. Portanto, se até meados de abril não houver gaia, entra inevitavelmente em acção a alternativa de Beja.


"Em Beja não vereis o arrebique

a sua escritura é mais sem ornamento.

Estética do recato.

Poesia que

vem de dentro.

Onde outras serão excesso Beja é pouco

mais de sombra que sol é seu circuito.

Procurai no recanto e no reboco.

Vereis então que Beja é muito."

                      M. Alegre

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