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2014-11-26

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

 

 

 

                              Por Caminha e arredores

                      Está o cultivo da fava atrasado

                      Porquê... dizem os lavradores

                      O terreno ainda está pesado

 

                       Assim sendo já estou a ver

                       E tenho a seguinte opinião

                       Que favas só vamos ter

                       Lá para o fim do Verão

 

               Aquele abraço

 

                                             Zé Lamas

2014-11-20

manuel vieira - esposende

Caro Gaudêncio,

aquele arrozinho de galo caseiro leva toques ligeiros de aromáticos que lhe dão afinação no sabor e não alteram a base do galinácio, mais sensível decerto a um estrugido mais forte.

Mas olha que estava muito bom e o tacho viu bem o fundo...

Disto já falámos ontem, numa conversa bem  longa e agradável, fazendo uso da ausência de distâncias...

Hoje recebi a Palmeira em papel que está agora nas caixas de correio e senti a presença de tantos colegas que participaram na sua construção.

Um tema interessante para animar este espaço, que convenhamos, não é só meu, longe disso!

2014-11-19

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

Julgo ser tempo de voltar às nossas conversas uma vez que as  mazelas que me têm azucrinado começam a mostrar-se cansadas e, mais dia menos dia, vão atirar com a toalha ao chão. Vou vencê-las pelo cansaço!!!!!

Vou escrever motivado, essencialmente, por uma ou duas deixas do nosso muito querido e estimado Presidente ( da AAAR). Nada de confusões.

O Manél, tu conseguiste pôr-me a salivar com essa cabidela de galo. Valia a pena andar uns quilómetros mesmo que fosse, apenas e só, por duas garfadas ( colheradas). Mas ficou-me uma pequena dúvida: com todos esses temperos e carinhos esse pito, ao fim, ainda sabia a galo do campo?

Outra dica do nosso Presidente tem muita pertinência e refiro-me à sua observação sobre o Magusto de Palmela. Dois companheiros falaram aqui sobre o evento mas nenhum lá esteve. É tarde para justificar o silêncio dos que lá estiveram e agora eu só vou tentar disfarçar um pouco.

Escrever sobre o Magusto de Palmela não é aliciante porque, ao fazê-lo, corro o o risco de voltar às repetições, lugares comuns e de pintar o que já sabemos sobre convívios idênticos. Mas o risco ainda não é taxado.........

A Quinta " Oliveira do Paraíso " é agradável e o seu dono, nosso anfitrião, é um poço de amabilidade, de generosidade, de disponibilidade e de trabalho e juntos, a Quinta e o dono, são um binómio que propiciam condições ímpares para que estes convívios sejam sempre memoráveis. Desta vez o tempo não ajudou, houve que alterar rotinas mas, acreditem, ninguém se lastimou e as coisas correram tão bem como se a chuva não se lembrasse de nos visitar de quando em vez.

Presenças foram bastantes e algumas de bem longe vieram o que a todos  nos sensilizou. E há a registar duas estreias: A Joana, esposa do Fernando Campos, e a Inês, filha do Morais. E já que estou a falar de elementos femininos quero realçar uma coisa que ninguém me contestará: estes convívios são dos antigos alunos etc mas quem dá vida, emoção, brilho e alegria aos mesmos são as nossas mulheres. Sem elas seríamos para ali uma dúzia de morcões que não desfrutaríamos nem metade. ( honni soit qui mal y pense  ).

Sobre entradas, almoço, sobremesas e castanhas nada a apontar embora as castanhas se tivessem deixado  chamuscar um pouquinho.

No decorrer da jornada fizemos o que sempre fazemos: comemos. beberricámos, evocámos, rimos, ajudámos as mulheres, fizemos algum trabalho pesado e também vimos outros a trabalhar. Resumindo: foi agradável.

Para encerrar esta pequena crónica quero transmitir-vos a opinião da estreante Inês, filha do Morais, que se mostrou muito agradada com a forma como tudo decorreu pois pensava que estes convívios eram de velhos e para velhos e, afinal, não foi isso o que viu. Inseriu-se no grupo com toda a naturalidade, sentiu-se bem e não poupou esforços quando tocou a levantar a mesa e a lavar a loiça. 

Outra estreante que ficou entusiasmada com o que viu e viveu foi a esposa do Fernando Campos a quem tomo a liberdade de tratar por Joana ( sem Dona). Disse ter-se sentido, mal chegou, integrada e acarinhada, vibrou com a nossa alegria, trabalhou, viu a lhaneza com que o grupo acolhe e se relaciona com todos e pediu para a avisarem sempre que haja eventos destes. Não quer faltar a mais nenhum. 

E volto, inevitavelmente, aos clássicos chavões : foi um dia bem passado, foi bom rever os amigos , foi bom termos a noção que o manancial da amizade ainda não se esgotou em nós e só foi pena que muitos outros não pudessem estar connosco.


2014-11-18

manuel vieira - esposende

Também saiu já em direção à casa de cada um dos nossos associados o nº 37 da Palmeira e a equipa que coordena a elaboração desta nossa revista espera os comentários, as opiniões dos nossos versados leitores.

A revista foi enviada, como é habitual, a todos os nossos associados, num esforço que tem por base a importância deste documento na casa de cada um dos nossos antigos colegas, sem no entanto esquecer as opiniões  e as sugestões ouvidas durante a última Assembleia relativas a este mensageiro em papel e ao seu futuro.

2014-11-16

manuel vieira - esposende

Saiu, meus bons amigos, um arroz de galo "pica no chão" de comer à colher, hum, magnífico... um galo caseirinho com 6 kg na origem, corpulento, alimentado a milho e muitas "coibes" como disse alto a D.Maria da localidade agrícola chamada Belinho, onde os campos  arenosos e produtivos se estendem até pertinho das dunas atlânticas.

Dei-lhe lume até sentir alguma macieza nas carnes rijinhas, "rojindo" primeiro em ligeiro azeite com o alho, o louro,  a cebola e os bocadinhos de presunto, com golpes de um verde branco a embrulhar na calda que  ia engrossando.

Cozidinhas as carnes, retirei os nacos bem fumegantes e estufei o arroz carolino no caldo que aromatizei com a salsa em  corte rude, um talo de aipo e um toque de curcuma. Piquei muito fininha uma meia cebola e 2 dentes de alho que reforçaram os sabores e aromas do carolino.

Juntei a água que fervia à parte e mexi bem, fui afinando com sal marinho e um caldo de galinha e dei-lhe um ajuste final com um ligeiro caril e um toque de cominhos. 

Mesmo no fim, adicionei o sangue do galo com o vinagre e mexi bem, deixando na cozedura por mais 2  minutos.

À mesa fomos repetindo e foi um bom prato em tarde ligeiramente fria e de alguma chuva. Era também o prato eleito pelo meu filho, aniversariante.

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