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2014-08-01

Assis - Folgosa

Boa tarde, amigos da AAAR.

O meu computador passou um mau bocado, de tempo é claro, e por isso não pude corresponder-me a não ser pelo telefone. Foi por telefone que consegui contactar com o Diamantino e o Peinado para o já falado encontro do aeroporto de Pedras Rubras, onde em 1955/6 o meu curso foi levado, pela mão do saudoso Pe. Maneiro, ver chegar uma pequena avioneta que vinha 2 vezes de Lisboa. - Não quero adiantar mais nada do comovente encontro com o nosso colega Domingos Gonçalves. Apenas me limito a dizer-vos que foi realmente um encontro inesquecível. E vou tentar enviar para o Manel Vieira algumas fotos para que ele possa escolher a que julgue melhor e todos vós possais partilhar um pouco desse encontro com o  "MÚSICO" , o nome carinhoso que o próprio Gonçalves escolheu na Barrosa.

O meu abraço


2014-07-30

Arsénio Pires - Porto

Concordo e subscrevo o post do Martins Ribeiro, em particular quando apela ao nosso espírito optimista em relação ao futuro que ainda temos pela frente!

Também gostei do que o Peinado nos transmitiu em relação ao encontro que houve com o Gonçalves. Por aqui se vê que o Peinado é um homem de nobres sentimentos e atitudes. Mas não é só por este seu post cheio de humanidade e teclado com o sentimento que assim penso. Não. Quem com o Peinado privou desde a Quinta da Barrosa quando ele distribuía a sêmea e os figos secos com autoridade mas também com carinho pelos mais “pequenos” recém-chegados da montanha como eu (não me esqueço daqueles dias!), até aos convívios que ele tem organizado ou animado nestes tempos da nossa Associação, sabe bem desta verdade.

O coração dele está-lhe na ponta da língua, as suas palavras são como um espelho. Às vezes como facas quando cortam o pão sobre a mesa. Necessárias, até mesmo quando nos golpeiam o dedo. A mim já certeiramente me golpeou quando me disse aqui no site: “mas lembra-te de que não és o dono do MÁXIMO.” E até já pensou que eu estava “desiludido” com os nossos colegas AAR,s… mas aqui não acertou! Aquelas suas palavras fizeram-me bem. Ajudaram-me a dar meia-volta para sairmos do impasse em que nos encontrávamos para a realização nosso Encontro Nacional 2014 tão desejado por muitos mas sem nenhum voluntário para a organização do mesmo.

E foi assim que surgiu o por ele baptizado “Trio Maravilha” que, presentemente passou a “Quinteto Maravilha” pois foi enriquecido pelo Barros que vai ser o arquitriclino da churrascaria já anunciada pelo nosso presidente Vieira para o nosso Encontro de 20 de Setembro próximo, e pelo Assis que, como sempre, desempenhará o papel de TOC e vagomestre. (Quem não souber o que significam “arquitriclino”, “TOC” e “vagomestre” que vá ao Google pois eu não tenho tempo para ser dicionário!).

E eis que ainda temos lugar para mais 112 colegas!

(Os que não quiserem vir ainda têm tempo para inventarem as suas desculpas: ex.: experimentar uma junta de bois, fazer a vindima, ir a um casamento, ir a um baptizado, ser padrinho duma criança, ter uma festa de família em casa, ir a banhos, etc. Tudo a calhar precisamente no dia 20 de Setembro de 2014!)

Já se inscreveram:

Arsénio e esposa

Alexandre

Nabais e esposa

Barros

Assis

Delfim e esposa

Cabral e esposa

Serapicos e esposa

Peinado e esposa

 

Vá lá! Inscrevam-se e deixem-se de coisas! 

Temos de saber com quantos participantes vamos contar para organizarmos convenientemente este Encontro. Só quem nunca participou na organização destas coisas é que não sabe o difícil que é ter que fazer tudo à última da hora.

2014-07-28

A. Martins Ribeiro. - Terras de Valdevez

Caros amigos e companheiros:

venho aqui hoje apenas para responder ao sublime texto do meu caro amigo Peinado. É um texto que me deixou deveras comovido pelo que dá a revelar, pela profundidade do conteúdo e pela lição da amizade que demonstra. Mas, como em todas as coisas, também não é perfeito e tenta aclarar conceitos com os quais eu não concordo e a que não dou relevância, como seja essa história de estar a “chegar ao fim da linha” e á espera de “receber a carta de chamada”; caro amigo Peinado dessa ocorrência estamos todos, em perfeita igualdade de circunstâncias. E não me venha com blá, blá, porque é a verdade. Deixe-me até que lhe conte: uma tia da minha mulher foi sempre doente desde muito novinha; tinha asma, falta de ar, diabetes, sopros cardíacos e muitas outras coisas que tais, tanto é que nunca se lhe conheceu um namoro, diziam as más línguas que os amores fugiam dela ou ela os não conseguia segurar e olhem, com noventa e seis anos, foi um nódulo num dente que lhe entregou o bilhete de ida em quinze dias. Todos supuseram que se não lhe tivesse acontecido esse percalço, certamente acabaria por ultrapassar a centena de anos. Desta forma, caro companheiro, deixe esse discurso e aguarde sentado porque, creio, trata-se de uma boa treta. Acredite que a minha consideração por si, embora já muito elevada, atingiu o máximo depois de ler as suas  marcadas linha. Caro Peinado, o amigo não é bruxo nem tem o poder de adivinhar, por isso, aguarde com calma que eu espero passar ainda consigo muitos e bons momentos de “favadas”, “fodas”, “cabritadas” e muitos outros delitos desse jaez. Um grande abraço!

2014-07-28

António Peinado Torres - Porto

Bom dia

Ontem foi mais UM DIA FEIZ PARA MIM, encontrei-me no aeroporto do Porto , Francisco Sá Carneiro , com o meu condiscípulo e AMIGO  DOMINGOS GONÇALVES DIAS a quem dei um abraço ,e um beijo FRATERNO com muita emoção e alegria.

Acompanharam-me  os nossos companheiros Francisco Assis, DiamantinoAlves e via Telefone António Gaudêncio.

 Para quem não sabe , ou não de recorda do Gonçalves, é um TRANSMONTANO da MELHOR CÊPA,alegre, divertido e solidário, além de muitas outras qualidades.

Vive com a família que constituiu nos STATES, veio cá passar umas curtas férias e devido ao seu estado de saúde, não nos pode receber como era vontade de muitos de NÓS, mas foi acordado com a Adélia, sua esposa, um encontro no aeroporto, assim aconteceu, a hora e meia que estivemos juntos não chegou a nada.

Para avivar a memória de alguns de nós , ao Gonçalves devemos-lhe a frase " TU ÉS MÚUUSICO " ´daí que ,muitos de nós quando falamos carinhosamente do Gonçalves, falamos no MÚSICO, atenção como o Gonçalves ontem disse MÚSICO, músico e professsor catedrático é o PEDROSA, também nosso ilustre condiscípulo.

O nosso Gonçalves não fala, mas comunica através de um TABLET, se o tempo de convvio era pouco, mais escasso ficou.

Não resisto a revelar-vos uma inconfidência e vou portanto dar conhecimento público e dar satisfação ao Delfim que na época insistiu para que eu revelasse o que vou escrever agora, não o fiz na época porque não tive autorização do autor,  agora também nao a tive, mas ontem ele repetiu a oferta e o nosso FREI ASSIS leu e creio que também o DIAMANTINO, portanto , para mim jé é de domínio público e já não carece de autirização  do Gonçalves.

Se os meus CAROS AMIGOS  se lembram à cerca de dois anos escrevinhei para aqui umas lamúrias minhas e nas quais eu dizia " QUE ESTAVA CHEGAR AO FIM DA LINHA " este meu desabafo originou uma cadeia de SOLIDERIEDADE, por parte de muitos de vós que me encheu o coração, e nessa cadeia de solideriedade surgiu o Gonçalves com a oferta de UM RIM SEU, agradeci ,mas recusei, ontem voltou a repetir a oferta, O MÚSICO VAI-ME PERDOAR, hoje faço esta declaração pública, e não é para este acto que lhe peço PERDÃO, mas sim porque em OFF já o tinha revelado a uns quantos dos nossos amigos, daí se eu sempre tive uma enorme consideração  e amizade pelo MÚSICO , a partir daí juntei-lhe a GRATIDÃO.

Não vos tomo mais tempo, apenas vos digo que continuo consciente de que " ESTOU A CHEGAR AO FIM DA LINHA " mas a minha nova versão é a seginte : ESTOU À ESPERA DA CARTA DE CHAMADA. a minha actual fi8losofia de vida é " UM DIA DE CADA VEZ " não é de minha autoria, mas adoptei-a

Um grande abraço par quem teve a gentileza de ler este escrito

Voltarei se DEUS permitir, como disse no inicio, hoje continuo ,FELIZ

Peinado


2014-07-24

Luís Guerreiro Pinto Cacais - Brasília

O Pe. Manuel Luís Esteves morreu. Talvez poucos dos EX o conheciam. Contudo peço que me deixem usar este espaço para deixar aqui o meu pequeno testemunho.

O Pe. Esteves foi meu condiscípulo e um amigo desde o ano 1943, ano em que entramos no Seminário. Ordenados, nunca trabalhamos juntos e cada um seguiu diferentes caminhos. Escrevíamos de vez em quando e, quando eu vinha a Portugal, ele era uma visita necessária. Como agora. Quando chegamos a Lisboa, já de regresso ao Brasil, a Irene e eu tentamos em vão marcar um dia para irmos à Rua Jorge Barrardas, 28, 6 Dto, Benfica. Insistimos e soubemos por fim que ele estava internado no Hospital da Santa Maria e não podia ser visitado. Depois, soubemos que seria operado na noite do dia 20 de julho. Como era difícil contactar com as duas irmãs que viviam com ele, só viemos a saber do resultado da operação no Brasil, na noite do dia 23, mal chegamos a Brasília. A sequência da operação fora a morte. A sepultura tinha sido na terça-feira, 22.

O Pe. Esteves vivia há anos com duas irmãs solteiras, a Fátima, professora, e a Rita, funcionária dos Serviços de Educação. Exercia o sacerdócio numa paróquia vizinha, em Benfica. Antes da reforma, exerceu também  professorado diverso e chefia em Educação. Na Congregação, nos primeiros anos, foi missionário. Frequentou, em Roma, estudos de especialidade em Moral. Boa pena, tentou, num certo momento, o jornalismo.

No seminário, ele foi sempre o melhor aluno do seu curso. Era inteligente e dotado de muitas qualidades. No entanto, foi sempre muito simples. Podia ter chegado muito longe, mas talvez o meio não tenha colaborado.

Luís Guerreiro

 

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