fale connosco


2014-12-08

manuel vieira - esposende

"Estão chegando os Invernos," dizia o José de Castro que um destes dias nos vai falar da sua primeira vez. Uma situação que aconteceu com todos os hospedados na Quinta da Barrosa na sua infância. Comigo também, porque não serei exceção, mas não vou contar nos próximos tempos para preservar algum mistério que ainda reside nas nossas memórias e não podem esquecer que eu sou o Presidente e convém preservar aquela imagem que protege as Instituições.

Mas falava eu do frio ao tocar no Inverno e ainda estes dias senti o abraço amigo do Lamas e do Peinado cá por Esposende e são esses gestos que aquecem bem a nossa alma.

Em muitos sítios já cheira a Natal quando por lá passamos em horário escuro e é bom  que não se apaguem as luzes que nos dão a esperança do tempo que cavalgamos.

Entretanto ainda se aguardam mais uns comentários à nossa revista Palmeira ...

2014-11-27

CASTRO - Penafiel

Meus Amigos AAR:

De acordo com a acta da última Assembleia foi reconhecido o interesse deste sítio. Recordo-me até de ter desafiado pessoalmente alguns dos presentes a colaborarem para manter vivo este espaço. SERÁ QUE ESTÃO CHEGANDO OS INVERNOS?

Aqui estou e para falar do que nunca falei. Da Palmeira!

Gostei muito e em duas pinceladas deixo já tudo dito.

A primeira e a última páginas são dois postais com as cores da vinha no Outono. Só se pode gostar mesmo sabendo que antecedem o Inverno.

Folheando a revista, esta mais que qualquer outra das que recordo prima pela diversidade. Desde as experiências vividas por alguns no seu percurso pelo seminário às memórias dos desmandos inerentes a qualquer processo revolucionário, ao sofrimento daqueles que estando tão perto nem sempre conseguimos ver, à densidade do que me pareceu ser um excerto de um romance por acabar que acaba em suicídio, e até um verdadeiro tratado sobre as ideologias e os sonhos que não passam disso.

Merece-me especial referência um pequeno texto do Aventino de 28-12-2013. É o que chamarei "O ORGULHO DO AAR". Depois de tantas vezes ter lido sobre os traumas é um texto que sintetiza exactamente o que penso desse passado comum. Esse texto é simplesmente brilhante.

Todos nos sentimos de algum modo ligados a esse passado e prova disso são as palavras e os actos do José Lamas. Na sua curta passagem pelas paredes daquela casa que nos acolheu, e sem se escudar em radicalismos como aquele a que recorreu o António Borralho, o do Virgílio, contra ventos e marés, apresentou-se em casa de seus pais, ainda não tinha chegado o Natal no começo do segundo ano. Mesmo assim sente-se bem entre nós provando-o em verso mas também comparecendo. Há NÓS que nos atam, que não queremos ou não sabemos mais desatar.

PARABÉNS O OBRIGADO, a todos os que de alguma forma colaboraram para que chegasse a nossas casas.

Agora vou jantar, prometendo que tenciono voltar e vou partilhar convosco "A MINHA PRIMEIRA VEZ..." (estive sempre acompanhado do meu pai).

Um Grande Abraço. A menos que se torne impossível, VOLTAREI! E tu?

2014-11-26

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

 

 

 

                              Por Caminha e arredores

                      Está o cultivo da fava atrasado

                      Porquê... dizem os lavradores

                      O terreno ainda está pesado

 

                       Assim sendo já estou a ver

                       E tenho a seguinte opinião

                       Que favas só vamos ter

                       Lá para o fim do Verão

 

               Aquele abraço

 

                                             Zé Lamas

2014-11-20

manuel vieira - esposende

Caro Gaudêncio,

aquele arrozinho de galo caseiro leva toques ligeiros de aromáticos que lhe dão afinação no sabor e não alteram a base do galinácio, mais sensível decerto a um estrugido mais forte.

Mas olha que estava muito bom e o tacho viu bem o fundo...

Disto já falámos ontem, numa conversa bem  longa e agradável, fazendo uso da ausência de distâncias...

Hoje recebi a Palmeira em papel que está agora nas caixas de correio e senti a presença de tantos colegas que participaram na sua construção.

Um tema interessante para animar este espaço, que convenhamos, não é só meu, longe disso!

2014-11-19

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

Julgo ser tempo de voltar às nossas conversas uma vez que as  mazelas que me têm azucrinado começam a mostrar-se cansadas e, mais dia menos dia, vão atirar com a toalha ao chão. Vou vencê-las pelo cansaço!!!!!

Vou escrever motivado, essencialmente, por uma ou duas deixas do nosso muito querido e estimado Presidente ( da AAAR). Nada de confusões.

O Manél, tu conseguiste pôr-me a salivar com essa cabidela de galo. Valia a pena andar uns quilómetros mesmo que fosse, apenas e só, por duas garfadas ( colheradas). Mas ficou-me uma pequena dúvida: com todos esses temperos e carinhos esse pito, ao fim, ainda sabia a galo do campo?

Outra dica do nosso Presidente tem muita pertinência e refiro-me à sua observação sobre o Magusto de Palmela. Dois companheiros falaram aqui sobre o evento mas nenhum lá esteve. É tarde para justificar o silêncio dos que lá estiveram e agora eu só vou tentar disfarçar um pouco.

Escrever sobre o Magusto de Palmela não é aliciante porque, ao fazê-lo, corro o o risco de voltar às repetições, lugares comuns e de pintar o que já sabemos sobre convívios idênticos. Mas o risco ainda não é taxado.........

A Quinta " Oliveira do Paraíso " é agradável e o seu dono, nosso anfitrião, é um poço de amabilidade, de generosidade, de disponibilidade e de trabalho e juntos, a Quinta e o dono, são um binómio que propiciam condições ímpares para que estes convívios sejam sempre memoráveis. Desta vez o tempo não ajudou, houve que alterar rotinas mas, acreditem, ninguém se lastimou e as coisas correram tão bem como se a chuva não se lembrasse de nos visitar de quando em vez.

Presenças foram bastantes e algumas de bem longe vieram o que a todos  nos sensilizou. E há a registar duas estreias: A Joana, esposa do Fernando Campos, e a Inês, filha do Morais. E já que estou a falar de elementos femininos quero realçar uma coisa que ninguém me contestará: estes convívios são dos antigos alunos etc mas quem dá vida, emoção, brilho e alegria aos mesmos são as nossas mulheres. Sem elas seríamos para ali uma dúzia de morcões que não desfrutaríamos nem metade. ( honni soit qui mal y pense  ).

Sobre entradas, almoço, sobremesas e castanhas nada a apontar embora as castanhas se tivessem deixado  chamuscar um pouquinho.

No decorrer da jornada fizemos o que sempre fazemos: comemos. beberricámos, evocámos, rimos, ajudámos as mulheres, fizemos algum trabalho pesado e também vimos outros a trabalhar. Resumindo: foi agradável.

Para encerrar esta pequena crónica quero transmitir-vos a opinião da estreante Inês, filha do Morais, que se mostrou muito agradada com a forma como tudo decorreu pois pensava que estes convívios eram de velhos e para velhos e, afinal, não foi isso o que viu. Inseriu-se no grupo com toda a naturalidade, sentiu-se bem e não poupou esforços quando tocou a levantar a mesa e a lavar a loiça. 

Outra estreante que ficou entusiasmada com o que viu e viveu foi a esposa do Fernando Campos a quem tomo a liberdade de tratar por Joana ( sem Dona). Disse ter-se sentido, mal chegou, integrada e acarinhada, vibrou com a nossa alegria, trabalhou, viu a lhaneza com que o grupo acolhe e se relaciona com todos e pediu para a avisarem sempre que haja eventos destes. Não quer faltar a mais nenhum. 

E volto, inevitavelmente, aos clássicos chavões : foi um dia bem passado, foi bom rever os amigos , foi bom termos a noção que o manancial da amizade ainda não se esgotou em nós e só foi pena que muitos outros não pudessem estar connosco.


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