fale connosco


2014-10-21

manuel vieira - esposende

A Assembleia Geral última deliberou que os Grandes Encontros  serão preferencialmente de 2 em 2 anos na Quinta da Barrosa, em Gaia, numa votação normal de braço no ar, (não estavam em causa nomes) com 20 votos a favor e 8 contra. Isto pode ler-se no texto da ata ainda não votada que consta nos "Pontos de Vista" . Não tenho dúvidas que a vontade foi clara nesta votação e também deduzo que se os que não vieram lá estivessem a votar o resultado teria sido outro (seria?).

"Os Grandes Encontros serão preferencialmente em Gaia", o que se subentende que eventualmente poderão não ser, se houver o entendimento superior, o que levaria a que um Encontro Anual em Gaia pudesse acontecer só 4 anos depois, o que na nossa idade acaba por ser preocupante perante tanta preocupação.

O Arsénio escreveu que nesse dia conviveram 59 pessoas, a exemplo em números, do que aconteceu em Beja ou em Messines, não me lembrando já de outros organizados noutras paragens.

Este nosso Encontro anual demorou apenas umas horas, foi leve, piquenicou-se, aproveitaram-se as sombras e conviveu-se, que é pretensamente o objetivo do Encontro, para além da parte formal.

Há dias estive num encontro festivo (era o aniversário de um Grupo associativo de que fiz parte há bastantes anos) e descemos o rio Cávado em canoa desde Barcelos num percurso de 12 quilómetros, com os mais jovens a fazê-lo em grande velocidade e eu tive de aproveitar o barco de apoio, para minha segurança e bem estar. À espera tínhamos febras grelhadas, barriguinha de porco, bolinhos de bacalhau, costeletas grelhadas, um panelão com bifanas que os mais velhos cozinhavam.

Éramos à volta de 90 pessoas. Muita alegria, muita euforia, mais de uma hora a vê-los chegar até ao cais de encosto.

Depois fui almoçar com a família pois tinha compromissos assumidos há uns tempos

. Antigos canoístas de vários sítios do Norte e Centro estivam presentes para conviver e tirar a foto de grupo para o facebook. Todos eles já tinham participado em provas em concorrência com o Clube que agora os convidara. Nesse tempo era eu o dirigente máximo do Clube que eu criara com outras pessoas.

Isto terá alguma coisa a ver com os AAR's? Claro que não, mas eu estive nos 2 sítios e nos dois sítios senti-me normalmente bem, em cada um à sua maneira, de espírito aberto e a viver com entusiasmo aqueles momentos. Se podia ter ido à Serra d'Arga fazer uma caminhada pela montanha e ido comer um cozido a S.Lourenço da Montaria conforme convite da Associação Ambientalista Assobio, lá isso podia mas a vida faz-se de momentos imperdíveis, que nunca se repetem. VOLTAREI!

 

2014-10-20

António Peinado Torres - Porto

Bom dia Companheiros/as

TARDE PIAS-TE CARO ALEX

Subecrevo na generalidade o teu escrito, será uma constatação ou um desabafo de um encontro ÀS TRÊS PANCADAS, que acabou por correr bem, e uma A G REALIZADA NA SALA DO 2º ANO, demasiadamente grande para tão fraca participação.

Atua mensagem deveria ter sido enviada entre 1 e 10 de Setembro, isto é, antes da A G.

Na minha óptica ninguém foi derrotado, venceu a proposta que já vinha da A G anteior e foi votada de BRAÇO NO AR, tal como acontece nas organizações  de EXTREMA DIREITA ou ESQUERDA, e aí venceu o POLITICAMENTE CORRECTO.

 Todos nós sabemos que a votação de BRAÇO LEVANTADO , inibe muita gente de participar.

Pergunto , em que é diferente a nossa AARS , do país em que vivemos ?

Por acaso as abstenções, votos em BRANCO E NULOS, todos juntos não tem sido superiores aos votos expressos ?

Meu caro Alex, é bom não esquecer que fazias parte da Direcção anterior, e fazes parte da actual, portanto só tens é que por o teu saber, entusiasmo e determinação em acção, e dinamizar a ASSOCIAÇÃO, para tal, tu e os teus pares foram eleitos.

É verdade que a nossa ASSOCIAÇÃO é maioritóriamente SÉNIOR, os novos que o nosso ilustre e respeitável PRESIDENTE falou, não sabemos quem são, e os acomodados, que não participam, mas opinam, ficaram em casa, não sabem o que perderam ,não pela AG, mas pelo piquenic .

Não me despeço da forma habitual, mas  talvez volte

Peinado


2014-10-18

alexandre Gonçalves - palmela

 

IMPROPÉRIOS  OUTONAIS

 

                                               "Mas enfim, descansai, deponde a lança,

                                                que o não ter feito nada também cansa".                            

                                                          (Autor Desconhecido)         

       No dia vinte de setembro, depois de trezentos e cinquenta quilómetros de alcatrão, houve vila nova. E houve abraços e frases previsíveis. O site dizia efusivamente: gostei muito. Parabéns aos organizadores! O miolo do encontro ficou de lado. Na assembleia, depois dos lugares comuns habituais, aprovou-se por maioria absoluta a obrigatoriedade de encontros como este de dois em dois anos. Não se definiu quem seriam os próximos mordomos a preparar o evento. Presumiu-se que seria a direcção, a quem caberia a tarefa de nomear os ditos. Até hoje, nenhuma direcção organizou encontros. Limitou-se a colaborar e a apoiar as iniciativas propostas, todas espontâneas, utópicas e generosas. Que aliás vêm sempre, com uma ou outra excepção, dos mesmos proponentes. A DIRECÇÃO nunca fez mais do que isso, nem penso que o devesse ter feito. Já não é de somenos o labor de continuidade e coesão que ela tem imprimido à associação. Não exijamos mais do que aquilo que pode e deve e tem dado, para sereno consumo de todos. Assim sendo, esta lei democrática é acrítica e precipitada. Além de gravemente perniciosa, porquanto tende a inibir fontes donde sempre jorrou energia voluntária, capaz de mobilizar de norte a sul as mais diversas sensibilidades. Como é que uma assembleia minoritária, que não representa mais do que um terço dos eleitores, impõe regras gerais obrigatórias, numa associação que apenas se justifica em nome de uma memória tão flutuante como afectiva? Que força tem essa determinação se emana, à pressa e de atacado, de um conjunto de sócios que não apresenta folha de serviço nem se compromete a fazê-lo em anos imediatos? Ou será que essa decisão se destina especificamente ao anel imediato adjacente a esse ventre imaculado, a que se dá o carinhoso nome de CASA-MÃE? E os mouros do sul, e os cristãos do nordeste, o que se faz com eles? Papam trezentos e tal quilómetros e respectivas derivações para um piquenique engraçado, e outras ameaças imponderáveis? Vêm depois os encartados da solidariedade a lamentar que é cada vez mais reduzida a afluência. Que é preciso atrair gente nova. Para quê, pergunta essa gente nova, para mais uma reza, para mais uma missa? Foi sublinhado por várias intervenções que o importante não é ser este ou aquele lugar. O que decide o espírito desta associação, como aliás em tudo o que é social, são as pessoas. Onde elas estiverem, aí estará a bondade de um encontro. Vila Nova não tem que ser um lugar privilegiado. Nem se sabe se alguma vez o foi. Ali o tempo continua  a doer. A casa-mãe nem tem mãe nem é casa. É hoje um lugar triste, cheio de ausências, onde tudo foi morrendo. Passam aqui e além figuras medievais, metáforas duma antiga memória, onde cada um foi quem foi. E hoje já sabemos que todos fomos muito pouco. Foi lá que aprendemos a ler livros terrivelmente estranhos. Coisas misteriosas. Foi lá que ouvimos. Que obedecemos. Que fizemos um silêncio devastador. Ao terceiro dia tanto ressuscitou J.C. como descemos aos infernos. Não fomos anjos. Mas também não éramos demónios. Nem assassinos. Para quê tanto terror? Onde está a minha mãe?-perguntava um menino de onze anos, encostando-se a um chorão e chorando com ele a infância roubada. Onde está a rapariga de olhos amendoados, que veio comigo no comboio e me sorriu e me convidou a sair com ela na estação da Pampilhosa?- grita em segredo um outro, onde os dezoito anos espalham hormonas pelas noites fora. Vila Nova não é maternal, nem um lugar de regresso. 

Contudo, isso não impede que se realizem lá encontros, desde que alguém assuma esse alto risco de os preparar e de os tornar merecedores de uma escolha atenta, com garantia de algum retorno. O mesmo se deve esperar de quaisquer outras opções. Com uma diferença: a repetição cansa o desejo. E as hipóteses diminuem. Gaia é um livro como As Glórias de Maria. Foi tão lido, tão ouvido, tão comentado, que se  esgotou. É mais fácil motivar para o diferente do que para o mesmo. A mesmidade é uma doença da imaginação. Aguardemos o futuro e vejamos o que os arautos dessa pátria de regresso nos propõem, daqui a dois anos. E aguardemos também que esses mesmos, que defendem a alternância, metam as mãos na massa. Parem de sugerir horizontes maravilhosos. Não se cansem com tanta letra. Ponham-se a caminho de dois mil e quinze. Escolham! Evitem o remorso de ver fazer. Não fazer nada esgota o espírito e mata os sobreviventes. O outono ajuda a tomar decisões. A cidade começa em outubro. A terra aguarda o arado e prepara-se para ser fecundada. Avancem e comuniquem à geral. O território não é extenso mas, como se tem dito, é abundante em beleza, em gastronomia, em cultura, em tradições. De norte a sul, de leste a oeste, os AAARs têm o coração aberto a um bom convite.

2014-10-17

manuel vieira - esposende

Palmeira “low cost”?

Um dos pontos focalizados na última Assembleia Geral foi a nossa revista “Palmeira”, os custos da sua publicação e envio, o abaixamento de receitas e a ponderação sobre algumas medidas que possam aliviar o parto.

Foi  apresentada até a sugestão de ser disponibilizada online, embora já seja  no nosso site em PDF, excluindo-se, quem o pretender, de a receber em papel, aliás como já fazem os nossos colegas brasileiros. Para isso basta comunicar essa pretensão.

São enviadas à volta de 300 revistas e desconhecemos em muitos casos o seu destino : se são encostadas como mais um documento  publicitário que invade a nossa caixa de correio ou se são efetivamente lidas, em alguns casos até ao tutano.

A nossa revista tem também uma missão: “bater em pedra dura”, dizendo aos muitos ausentes que existimos, sabendo eles que existimos.

É verdade que uma percentagem razoável das fichas individuais que possuímos foram obtidas através de uma prospeção feita ao longo dos anos usando fontes diversificadas e não por vontade expressa do “associado”,

Sabemos que a grande parte das revistas enviadas chegam ao seu destino dado que as que não chegam são devolvidas e essa informação consta no cadastro individual.

Temos sentido a fé de que água mole em pedra dura tanto dá até que fura e essa esperançosa atitude pode trazer os seus frutos embora hoje as ferramentas digitais, as redes sociais, os motores de busca permitam a qualquer utilizador interessado chegar até nós como de facto tem acontecido e poderia enumerar algumas situações.

Uma Palmeira “low cost” poderá continuar a fazer-nos chegar , ou a fazer chegar a nossa mensagem até muitos endereços…

2014-10-15

manuel vieira - esposende

“Não há Encontro sem garfo,” poderei dizer e " diz-me o que comes. dir-te-ei quem és", num aforismo de Brillat-Savarin em Fisiologista do Gosto, que também disse: " a mesa é o único sítio onde ninguém se aborrece na primeira hora", o que releva a importância da boa gastronomia na convivência dos homens.

De Miranda vou a Caminha, Cerveira, Valença, Monção e até Melgaço perseguindo o Rio Minho. Têm tudo de bom...

Claro que em Cerveira podemos atravessar o rio e subir ao monte de Santa Tecla em La Guardia,Galiza, com paisagens magníficas de Cerveira até à foz, não esquecendo o museu e a aldeia castrense. Seguindo pela beira mar rochosa chega-se à bela vila de Baiona e dali até Vigo para uma visita às ilhas Cies em barco é um passo.

Claro que podemos ir logo diretos  até Pontevedra, rumando depois a Sanxenxo e depois até La Toja, uma pequena ilha e dali perto partem os barcos para visita à Ria com os mexilhões dos viveiros  e o vinho Xoven a bordo...

A Galiza tem paisagens magníficas e uma boa gastronomia e os destinos são muito variados (não esquecendo Compostela), com o galego a assemelhar-se à nossa língua.

Mas tantas sugestões que residem na mente dos nossos leitores e que precisam de saltar para aqui ...

 

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº