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2015-03-16

Delfim Nascimento Pinto - Almada

Olá amigo Peinado e outros:

Não estive a teu lado nestes três dias últimos porque não pude mas a tua família e a tua esposa receberam os meus sentimentos e saberam a razão porque não estive presente...e sabem também que eu gostava mais de estar presente quando tu estavas...De qualquer modo peço que me perdoes porque tu bem sabes que eu sou e sempre serei teu amigo sincero. Acabei de limpar novamente os meus olhos...

Aqui voltas com a minha ajuda para pelo menos marcares presença...pois peço imensas desculpas porque botar discurso como o teu é muito difícil...e eu não quero fazer perder o brilho das tuas posições anteriores.

Uma coisa eu te digo: a tua sinceridade, verticalidade e amizade serão um exemplo para toda a minha vida.

Estarei...estaremos todos contigo e nunca te esqueceremos.

Obrigado,

Delfim Nascimento...

2015-03-14

Manuel Vieira - Esposende

"Perdemos um amigo", assim me comunicou o Diamantino referindo-se ao Peinado, que nos últimos dias apresentava algumas melhoras, embora ainda nos cuidados intensivos do Hospital de Santo António.

Faleceu hoje o Peinado, com 72 anos de vida, nascido no ano de 1942 e entrado na Quinta da Barrosa no dia 29 de Agosto de 1955, com o Adolfo, o Gaudêncio, o Pedrosa, o José Marques Dias, o Cabral, o Silvério Rato, o Mário Lage, o Ricardo Morais, o Gonçalves Dias, o Fernando Campos entre outros.

Deixou-nos o testemunho forte da amizade e do entusiasmo pela vida, que nunca vamos esquecer e vamos recordá-lo em muitos momentos. Algumas coisas não serão como dantes, pela sua ausência.

Vai estar na capela mortuária da Igreja de Santo António das Antas, no Porto e as cerimónias religiosas terão lugar nesta Segunda Feira, dia 16, a partir das 15 horas.

O António Peinado sentiu sempre a força do nosso acompanhamento, ora através da presença, ora através das muitas conversas pelo telemóvel. Há dias,muito baixinho, ainda agradeceu repetidamente ao Diamantino.

Agora sei que ele não vai voltar.Não precisa. Vai estar sempre connosco.

2015-03-11

Arsénio Pires - Porto

Meus caros:

Bom dia a todos.

Venho recordar àqueles que tencionam colaborar na próxima Palmeira (e foram 17 os que disseram que SIM…) que o prazo de recepção dos seus artigos termina na próxima segunda-feira, dia 16.

Após essa data, fecharemos a recepção de mais artigos (o nosso obrigado aos que já enviaram os seus!) e começaremos todo o trabalho de ilustração, correcção e paginação.

Chamamos a atenção para as seguintes orientações já anunciadas previamente:

1. Tema: totalmente livre.

2. Tamanho: 750 palavras.

3. Data limite de recepção: 16 de Março (segunda-feira).

Bom trabalho e o nosso agradecimento pelo esforço que, certamente, ireis dedicar para que a vossa colaboração nos chegue a tempo.

2015-02-27

manuel vieira - esposende

Fernando Echevarría vence prémio literário Casino da Póvoa

O nosso colega  Fernando Echevarría venceu o prémio literário Casino da Póvoa com a obra "Categorias e outras paisagens", editada pela Afrontamento, conforme foi anunciado pela  organização do encontro de escritores de expressão ibérica Correntes d'Escritas.

Nascido a 26 de Fevereiro de 1929 (fez ontem 86 anos) , na localidade espanhola de Cabezón de la Sal, "veio para Portugal ainda muito novo, tendo cursado Humanidades em Portugal e Filosofia e Teologia em Espanha", de acordo com a biografia disponível na Infopédia, da Porto Editora.

Echevarría, que "escreveu sempre em português, só ocasionalmente nas línguas castelhana e francesa", já antes recebeu distinções como o grande prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o prémio António Ramos Rosa, o prémio Fundação Luís Miguel Nava e o prémio Dom Dinis.

O júri que atribuiu por maioria o grande prémio do 16.º Correntes d'Escritas foi constituído por Afonso Cruz, Almeida Faria, Ana Paula Tavares, Maria Flor Pedroso e Valter Hugo Mãe.
Na declaração de voto do prémio, o júri referiu que o livro de Echevarría "revela um caráter monumental, impressionante pelo seu fôlego".

Na ata, o júri considerou que a obra "constrói uma poética da lucidez e do rigor", tratando-se de um "monumento à capacidade de dizer o indizível no limite da palavra".

Fonte: jornal i

2015-02-27

Arsénio Pires - Porto

Vê, em "Notícias", uma NOTÍCIA sobre um dos nossos antigos colegas.

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