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2019-07-25

José Maria Pedrosa Cardoso - Oeiras

O REI GUERREIRO

E Jopeca, depois de ter observado serenamente o mundo dos mortais, falou e disse:

“No reinado do Guerreiro sol e chuva fizeram gente feliz. Alguns foram morar para longe, outros ficaram por perto, todos gente feliz. Do meio da prole sobressaíram dois filhos muito queridos: um aninhado no Norte, outro no Sul. Um activo, sonhador, interventivo; outro activo, sonhador, mentalizador. Qualquer um porfiava na veneração ao Pai Guerreiro, promovendo feitos e festas vistosas, mas devocionalmente simples, à medida dos méritos do grande Papai. Mas chegou o ano 90 do ancião querido. Como fazer a grande festa? Falaram, falaram e... não se entenderam. E quando tudo indicava que não haveria festa,  eis que o Norte chama a si a iniciativa de organizar a festa dos 90: uma dia mais, seria 91 e outro sol brilharia, mas antes, era preciso fechar os 90, nem mais um dia. Vai daí, arregimentam-se mais devotos, propõe-se um programa, que se arredonda e se estampa para todos saberem ao certo: tudo se cumpriria bem perto do palácio do Rei Guerreiro - que ele já precisa de muita cautela para andar - com hino à natureza num santuário das alturas, como convém, e numa sala próxima do local, de confiança, onde se poderia comer, fazer a festa com a maior liberdade e a mais estrita privacidade, como convém. Mas ao Sul é que o programa não chegou a tempo. Chegou a destempo: que não podia ser, que a festa tinha de ter mais alcance, que tinha que vir para o Centro, pelo menos, que tinha que convir a muito devotos do Sul, que tinha que ser num dia outro, mais conveniente, que não valia a convocatória. E vai daí, os dos filhos queridos do Rei Guerreiro, zamgam-se, rasgam as roupas e... quebram a unidade da grande família: não aparecem, não colaboram na grande Festa.”

Esta acaba por acontecer, com muita gente, apesar de tudo, a manifestar a muita devotação, super merecida, ao seu Rei. E houve discursos, projecções de filmes, cânticos: que o venerado ancião perviva, vivat in aeternum.

E Jopeca, que viu tudo de longe, acrescentou para dentro de si: “Afinal a fraternidade não passará da utopia? Que milagre falta ao renovado Rei Guerreiro para garantir definitivamente a paz na sua terra?”

 

J. M. Pedrosa

 

2019-07-10

Belmiro Gomes. - Gaia

Amigo Arsênio, no dia 8/07/2019, realizou-se uma festa bonita e merecida ao nosso Mestre e amigo Luís Guerreiro. Parabéns pela tua iniciativa.Quero deixar aqui um apelo aos nossos amigos intelectuais que critiquem menos e apareçam.O Arsênio merece todo o nosso respeito, não só como colega mas por tudo o que fez pela Associação.Um abraço a todos os Aaar.

2019-07-09

Arsénio de Sousa Pires - Porto

Amigos: O dia 8 de Julho foi um dia de GRANDE FESTA:

O ANIVERSÁRIO do nosso Querido Mestre e Amigo, Luís Guerreiro!

À volta dele, na mesa, estiveram 39 amigos que quiseram estar presentes para lhe prestar esta homenagem de Reconhecimento, Gratidão e Amizade.

Mais 15 colegas nossos estariam presentes, não fossem os vários impedimentos que, por escrito, manifestaram: trabalho, doença própria ou de familiares; de todos eles foram relatados os seus votos de Parabéns ao aniversariante.

A Festa começou às 10:30 frente à igreja de Sta Luzia, lá no alto, onde se avista uma das mais belas paisagens de Portugal. Aí nos abraçámos à volta da família Guerreiro: Luís Guerreiro, Irene e André.

De seguida, tirámos uma fotografia de grupo “a la minute” (só demorou quase meia hora!) de que daremos conta no Facebook.

Às 13:00, iniciámos o convívio na Quinta do Fincão. Já passava das 19:00 quando os últimos saíram!

Comeu-se, bebeu-se pela tarde fora e até houve o esconjuro à volta duma queimada feita segundo os cânones da antiga tradição da bruxaria! Por causa das coisas… pois “que las hay, las hay!”

A nossa Festa, para além dos tradicionais “discursos”, teve dois pontos altos:

1- Projecção dum vídeo com cerca de 25 minutos brilhantemente trabalhado e produzido pelo nosso colega Martins Ribeiro. Recordámos, através de extractos de filmes e fotos, a presença do Luís Guerreiro entre os AAR: na sua casa de Gondarém, no dia do seu 80º Aniversário em Caminha e nos vários Encontros Nacionais. Recordámos também, recorrendo a fotos e slides do nosso colega Eugénio que com o Guerreiro esteve em Angola, a sua presença neste país onde, durante 5 anos foi Vice-Provincial e fundou uma Escola para Catequistas com residências para as famílias desses catequistas e também um Lar para Estudantes.

Focámos também a sua obra literária que inclui 6 obras de que demos notícia.

2- Oferta dum pequeno Livro (60 páginas) constituído por Testemunhos de 21 colegas nossos. Cada um, à sua maneira, quis relatar, no seu testemunho, a sua vivência com o Luís Guerreiro.

3- Finalizámos com o VIVAT entoado e cantado com profunda Emoção!

No jardim da Quinta do Fincão havia rosas de todas as cores. Com elas, como pano de fundo, lá nos íamos despedindo compondo, para a posteridade, fotografias em grupo à volta do Professor, Director e Amigo, Luís Guerreiro.

O MAIS IMPORTANTE: O Luís Guerreiro (e a sua família) estavam FELICÍSSIMOS! 

2019-06-09

AVENTINO - Porto

LUIS GUERREIRO

Infelizmente não tive o LUIS GUERREIRO como mestre mas, nas últimas décadas, ouvi muitas referências sobre ele. E todas, todas foram no sentido da sua GRANDEZA, como mestre, como pedagogo, como HOMEM na sua plenitude. Em 2018, em casa do nosso ASSIS, conhecemo-nos e falamos. E, de facto, nele estava TUDO: a  bondade, a sabedoria, a humanidade no seu melhor.

Foi, pois, com um grande desencanto que soube que a festa estava marcada para uma segunda feira. O meu grito é apenas por isso. (Depois explicaram-me a razão do dia 08 de julho. E faz todo o sentido, afinal). Queria muito, muito, estar presente e partilhar do banquete de afetos que será, certamente. Nesse dia 08 de julho vou começar um julgamento no Palácio da (in) Justiça do Porto e que se prolongará por vários dias pelo que nem sequer me permite uma fugaz visita a Viana do Castelo.

Estarei convosco no pensamento e com o LUIS GUERREIRO no coração.

AVENTINO, algures num oceano triste.

2019-06-07

ANTONIO ROSA GAUDENCIO - LISBOA

Regressei ontem de uma vilegiatura pelo Douro,  Trás-os-Montes e que terminou com uma breve passagem por Espanha. Nada de especial aconteceu a não ser que, ao  sair de Lx, estavam trinta e muitos graus centígrados e em Vidago, passados dias, cheguei a clamar por mais um cobertor na cama. Coisas do tempo....

Nestas minhas saídas tento manter-me longe de tudo o que sejam notícias que me falem de roubalheiras, actividades políticas ou judiciais e outras merdas da mesma laia. Por isso, chegado a casa, tento captar o que me escapou durante a minha ausência e que me diga respeito. E a primeira notícia que me salta é a eventual homenagem ao nosso muito querido amigo L Guerreiro.

Há tempo atrás foi o assunto objecto de uma conversa preliminar aqui no sul mas acordou-se que, para evitar sensibilidades, a organização do evento devia ser conduzida pela Direção da Aaar que, para levar a tarefa a bom porto, devia agregar mais um ou dois elementos que pudessem ajudar e trazer mais valias. E não se falou mais no caso.

Passado tempo  soubemos que o Arsénio tomara a iniciativa e já trabalhava na ideia. Eu não queria acreditar e  passo a enunciar porquê.

Há três ou quatro anos, depois de um insucesso notório na programação de um Convívio Anual, tinha o Arsénio  prometido não se meter em qualquer outra iniciativa da Associação, promessa que estava a cumprir a contento nosso.

Também não acreditei porque o planeamento e organização do Arsénio esgostam-se, normalmente, em Fátima ou no restaurante dele e a homenagem ao L. Guerreiro não apontava para nenhuma dessas direções.

Mas tive que me render porque verifiquei que o Arsénio, respondendo ao enorme apelo da sua alma, do seu coração e da sua carteira, quer mesmo levar-nos para o seu restaurante. Não conheço porque durante as minhas longas estadias profissionais em Viana do Castelo, para além de um ou outro restaurante, em termos de comida o que me preenchia as medidas era a Tasca do Valentim onde se comia uma caldeirada homérica. Mas acredito que o estabelecimento do Arsénio mereça receber o evento. O único reparo que faço refere-se à imensidão de frituras que aparece na ementa (embora só coma quem quer ) e à quase " pornográfica " cláusula dos infantes dos 3 aos 12 anos terem de pagar 50% da bitola grande!!!  Não haveria uma outra maneira de fazer as contas num evento desta natureza?

Confesso que nada disto estava nas minhas previsões e, perante esta situação que parece consumada, sinto-me psicologicamente como que " esbarrumbado " por dentro e desmotivado para cooperar nesta mal "nascida" homenagem . Por isso, meu caro Nabais amigo não vais ter escrito embora isso nem sequer se vai notar pois escrivas ( e bons ) não faltam na Associação.

Porque motivo perdeu a Direção o controlo desta iniciativa e porque aparece agora a fazer de muleta na organização?

Vou findar este meu queixume acompanhando o Aventino  e pergunto qual o motivo para realizar o evento numa segunda feira ? Muitos irão pensar mal do Arsénio mas eu vou fazer-lhe o favor de  pensar que a realização do evento à segunda feira deve ter um qualquer fundamento e não é para nos fazer consumir os restos que sobraram dos eventos feitos, no mesmo restaurante, no sábado e domingo anteriores. O Arsénio era incapaz de nos fazer tal judiaria.  Pensem positivo  meus amigos e nada de canalhices!!!!!!!.

 

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