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2009-12-10

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Diz o Gaudêncio que o pior que fizeram os macacóides nossos antepassados (teriam sido?) foi terem inventado "deus", assim mesmo, com letra pequena. O mal foi esse, de facto, e subscrevo tal conceito. Não o subscreveria se a dita invenção tivesse sido dum "Deus" com letra Grande. Creio que a maior parte da humanidade escolheu e segue um "deus" menor e muito poucos um "Deus" maior. Suponho e creio que dessa forma está explicado todo o egoísmo, toda a torpeza e toda a decadência que grassam pelos quatro cantos do Mundo. Não advogaria um dilúvio para repor a harmonia de todas as coisas, mas acho que umas boas "zimbradas" viriam mesmo a calhar. Não sei quem foi o da ideia de pôr uns flocos de neve a cair levemente através do nosso site. Linda ideia, sobretudo nesta Quadra! Eu mesmo tenho um screenSaver semelhante no meu computador! Meto-me a adivinhar que tenha sido o Vieira: também poderia provir do Arsénio, mas não vou por aí, pois ele mesmo confessa ser pirómano e neve e fogo são elementos que não combinam. Companheiros, na verdade, o Mundo está doente e eu, inspirado por esta virtual queda de neve, só posso terminar como o poeta: " … cai neve na Natureza e cai no meu coração". Vosso incondicional admirador, sempre! E que se levantem mais; seria tão lindo!
2009-12-10

Arsénio Pires - Porto

Amigo Gaudêncio: Já que ninguém se queixa... aqui venho eu! Queixo-me, NÃO do fogo que tu ateaste (também sou pirómano!)mas dos fogos que tu, o Vieira, o Martins Ribeiro, o Ismael e eu temos pegado na mata das consciências adormecidas que preferem arder na indiferença das próprias lareiras, a dizer ao menos um NÃO (já que o sim nem todos estão para aí virados...). Por isso demos no que demos! Canto com Fernando Tordo: "E depois... foi aquilo que se viu!" Um abraço solidário e amigo.
2009-12-09

António Gaudêncio - Lisboa

Depois de ler o comentário do nosso companheiro Ismael Vigário constato, com certa tristeza, que, afinal,não estou sozinho. Os sinais de que a humanidade precisa de uma qualquer terapia são por demais evidentes. E essa cura não acontecerá através de fenómenos religiosos, sociais ou culturais. Nenhuma religão nem nenhuma filosofia política ou social têm força ou credibilidade bastantes para mudar esta miséria em que a humanidade está enterrada. Por isso eu advogo um dilúvio universal (já que estamos em época de aquecimento global e de degelo quase generalizado ) aproveitemos para " afogar " isto tudo para depois recomeçarmos a vida na Terra com nova gente, com outro pensar e que não arranjem outras religiões porque a invenção de " deus" foi uma das piores ideias que ocorreu aos macacóides nossos antepassados. Se alguém, depois de ler esta treta, se queixar da falta de "chispas e faiscas " para atear o diálogo, eu juro que não torno a escrever neste site.
2009-12-07

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Natal. Natal é família. Pedi aos alunos para escreverem mensagens de Natal. Pedi-lhes que fugissem de lugares comuns. Expliquei-lhes que desejava que fizessem uma mensagem criativa, que ouvissem o seu interior. Mas o resultado foi dizerem aquilo que menos desejava, apesar de se terem rido comigo,porque teatralizei as prendas do pai Natal. Afirmei-lhes que o Natal, o espírito de Natal era família. Nada li depois sobre esse significado. E perguntei-me por que seria. Lembrei-me da morte de Deus profetizada por Nietzche, agora, também a morte da família.Os "filhos" não reconhecem os pais, os filhos esquecem os pais. "Espírito" de Natal.Tentei explicar. Ninguém me percebeu. Ou melhor, as coisas estão a mudar.Talvez tenham mudado antes de eu me ter apercebido. A esperança está a morrer na humanidade e isso poderá ser a nossa morte em vida. Não sentida em termos individuais, como referenciavam os existencialistas, mas de uma existência colectiva.
2009-12-06

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

Quase todas as noites venho aqui espreitar. Hoje, estimulado pelo excelente comentário do Martins Ribeiro (acho que só ainda o conheço por fotografia), de 20009.12.04, marco de novo a minha presença.Não me custa nada estar de acordo com o Gaudêncio, que defende um salto no tempo por cima da época natalícia, por causa de muita hipocrisia que nela se move e do consumismo. O Natal do meu imaginário girava em torno do Menino Jesus deitado nas palhinhas e de prendas insignificantes que cabiam num sapatinho de criança. Agora, dizem que vem por aí um homem anafado e rico, oriundo da Lapónia, carregadíssimo - ele e as renas - de coisas boas para entregá-las nas casas onde há crianças. Dizem-me que este homem é injusto, porque entrega as melhores prendas às crianças que menos precisam! Eu ia mais longe que o Gaudêncio e dava um salto no tempo por cima de outrs datas inventadas: dia do pai; dia da mãe...e até do dia das bruxas. Num "dia da mãe" já um pouco distante, a minha filha, ainda pequenina, reivindicou: "Há o dia do pai, o dia da mãe e eu não tenho o dia da filha, porquê?" Tinha ela razão. E não ficou convencida quando a mãe lhe explicou que há "o dia da criança", e que "dia da filha" é ...todos os dias. Quanto ao "site"...cinco estrelas. A Palmeira digitalizada é outra belíssima inovação com que o Vieira nos quer mimar. Obrigado Vieira. Lamento ter dado tanto trabalho ao Nabais, incansavel a selecionar ou fotocopiar alguns números que eu não tinha em meu poder.Desculpa, Nabais, podia ter esperado. Abraços

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