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2009-11-29

manuel vieira - esposende

"As palavras movem mas o exemplo arrasta", teriam sido estas palavras que te "moveram" a escrever o que escreveste para todos?Talvez Arsénio e percebo que tenha sido.Mas não devemos abandonar a guitarra, como cantava Frei hermano da Câmara pois ela também é importante para animar a caminhada. Quando escrevi a notícia sobre a nova edição do livro do Padre Henri também me sensibilizaram aquelas palavras.Daí deduzir que as mesmas te influenciaram no escrito.
2009-11-29

Arsénio Pires - Porto

Também já cantei essa canção nos tempos que já lá vão. Mas depois que vi crianças a morrer de fome dependurei a guitarra num prego e deixei-me da baladas. Uma criança com fome tem os olhos grandes e baços e a barriga inchada e um olhar que nunca mais esqueces. E tu então dizes: Raios partam os intelectuais que passam os dias a dizer a cantar a pregar e não sabem fazer mais nada do que abrir a boca de fastio de cansaço de não fazer nada! (nem sei por que escrevi isto aqui e agora).
2009-11-28

Aventino - Porto

No mais Trás-os-Montes do nosso Portugal, um homem foi encontrado sem identidade. 80 anos prefeitos. Nem escola nem pão; nem médico nem reforma; nem direitos nem pessoa. O homem era como se o não fosse. "Não consta" disse-lhe o conservador do registo civil; "não consta" disse-lhe o juiz; "não consta", o padre, o regedor, a segurança social. "Não consta". Há países onde se mata, queima-se, condena-se à morte, executa-se sem sequer se saber que se executa um igual a ti, a mim, a Cícero ou Leonardo da Vinci, a Galileu Galilei ou a Jesus. Na nossa aldeia a que chamam país, há um igual a nós a quem o Estado tem negado uma identidade. A notícia tem sido notícia em muitos cantos do território e essa dor que me vem de saber que aqui mesmo, ao meu lado, há alguém injustiçado, impele-me a constituir um movimento de VOZ, de DENÚNCIA e de ALERTA contra um Estado que se esquece que, antes de tudo o homem, antes de tudo a humanidade; para que este nosso irmão, ao menos, no outono da vida, possa dizer que tem um nome e um pai, um território e um canto onde por sobre uma lápide branca, alguém, envergonhadamente, numa qualquer tarde gelada de Inverno,lhe verta uma lágrima de culpa.
2009-11-28

José Marques - Penafiel

Bons amigos, lá lá vão uns bons tempos em que os debates num Fórum que a Associação tinha e em que valia a pena meter a palavra embora as ideias fossem por vezes dissonantes como eu gosto.Várias vezes tinha pesquisado na internet pois esse espaço desapareceu mas agora apareceu este e espero que haja soluções e empenho para que isso aconteça. Um abraço a todos e quero aparecer mais vezes por cá conforme isso seja possível.José Marques
2009-11-28

Alexandre Gonçalves - Palmela

Meus Caros Manel Vieira e todos os demais frequentadores deste sítio: Apesar da minha gaguez informática, não pude ficar indiferente a este local de encontro, eu que vou a todas... Li e reli, vi e revi tudo o que por aqui já foi semeado. Espero que a assiduidade geral transforme as intenções verbais em actos e notícias, como quem se encontra no café central e comenta não só o que vai dentro de nós mas também o que acontece na nossa desgraçada cidade. Como é do conhecimento comum, a nossa cidade começa em Caminha e acaba em Sagres, sempre colada ao mar, a trabalhar para o bronze... Não nos fica bem o papel de cães mudos... Até breve! A.G.

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