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2009-11-23

Duarte Almeida - Mortágua

Caros amigos, Tomo a liberdade de lançar a ideia para a discussão de 2 temas, que muito preocupam a sociedade de nossos dias e que são: FAMILIA ( Para onde caminhamos? Estamos ou não perante uma nova concepção de família? Onde nos conduzirá tal concepção? NATALIDADE (Será este o caminho certo? Será o caminho possível numa sociedade em que apenas domina o sentido material das coisas? Para onde caminha o mundo no geral e o nosso Portugal perante estas situações? São situações a que eu não me julgo capaz de responder, quando muito apenas de uma forma empírica e um tanto ou quanto primária. Temos entre nós pessoas altamente capacitadas para discutir e fazer uma análise destes dois temas. Fico a aguardar as reacções. Com um grande abraço para todos. Duarte Almeida
2009-11-23

Manuel José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

Por vezes, no silêncio da noite, tenho-me passeado por aqui, lentamente, mas sem me deter ou deixar rasto. Curiosidade?Saudade? Amizade? Gratidão? Por tudo isto e o mais que residirá no inconsciente. Doravante, por aqui quero passar e ir ficando...sem receio de deixar pegadas: é neste "sítio" que me sinto bem. Com a autoridade de alguém que, em competências nas Tec. Info. atingiu, pelo menos, os níveis mínimos, afirmo: este "sítio" é maravilhoso! Honra ao nosso pesidente Vieira por este excelente trabalho e dedicação. Parabéns! De parabéns estamos todos, também, por esta extraordinária "montra" que vai dar grande visibilidade à Associação. Abraços.
2009-11-23

Gaudêncio - Lisboa

Meu caro M Vieira Um abraço fraternal. Concordo contigo e com esta nova direcção que queres dar à comunicação entre nós. Se for bem utilizada pode ser mais frutuosa e deixamos de ficar espartilhados pelas poucas páginas da Palmeira. Espero que tenhas criado mais um espaço de comunicação entre todos os membros da Associação, sendo apenas de lamentar que não dê para fazermos umas libações alcoólicas. Um abraço do Gaudêncio
2009-11-23

Fernando Neves Moreira - Gandra-Paredes

Olá amigos, Por vários motivos e mais alguns nunca marquei presença nos encontros dos antigos Redentoristas, quer na Quinta da Barrosa, quer nos outros vários locais por onde se tem feito caminho, mas tenho acompanhado a vida da associação. É com nostalgia que o faço. A minha passagem pelo seminário não foi traumatizante, julgo eu! Muito pelo contrário. Penso que foi fundamental na minha trajectória de vida, quer em família, quer em comunidade. Leio com agrado a Palmeira, onde aprecio a veia poética de alguns dos colaboradores, bem como os nacos de boa prosa de outros. A falta de talento para a escrita (como eu o gostaria de ter!) não me permitem uma colaboração com a qualidade daqueles que leio na Palmeira! É até inibidora de qualquer colaboração, mesmo que singela. Mas adiante! Gosto de os ler e... pronto! Já me sinto bem assim. É com o objectivo de os continuar a ler que vos peço ou o NIB (se a conta não for da CGD) ou o n.º da conta, de modo a que me seja mais fácil enviar-vos o meu contributo para a Palmeira. Acrescento, ainda, que sou um visitante do website da Associação dos Antigos Alunos Redentoritas que tem um aspecto agradável e funcional e nos permite recordar vivências passadas e reconhecer caras familiares (à época). E como já Novembro avança apressadamente para o final e nos conduz a Dezembro do Natal, aproveito, à falta de nova oportunidade para o fazer, para vos desejar a todos um Bom Natal e um Óptimo Ano Novo. Sou alguém que vos estima e agradece, Fernando das Neves Moreira (o Neves) de Gandra, Paredes
2009-11-22

Ismael Malhadas Vigário - Rua Celestino Lobo, 30, Gualtar, Braga

Obrigado Manuel Vieira. Era assim que te tratávamos entre condiscípulos. E para mim és aquela referência que insistes em não querer apagar aquela memória. "Imagens que passais por mim na retina" dizia Camilo Pessanha, mas este verso hoje é meu. Aquelas imagens que saltam no endereço tocaram-me e pus-me a escrever. Obrigado (ob-ligato).A vida é sempre algo que nos liga, sentido de pertença. E eu sou daí de onde nunca saí. Sou de outros lugares, mas esse foi especial e o Vieira faz questão de mo recordar qual aguilhão socrático, o outro o do séc. V e não este, por quem o império se aborrece. Foi um tempo maravilhoso apesar de tudo, aquele que passei na Barrosa. Foi humano, profundo, controverso, diabólico. Mas o mais importante de tudo foi a descoberta de mim no convívio com os colegas. A aldeia ficava longe, e era lá o meu mundo. O seminário era outro espaço, mas havia um espaço campestre que me acolhia e no qual revisitava a minha aldeia. Obrigado vieira por me fazeres lembrar esse tempo. Tempos da nossa meninice ao qual nem sempre apetece regressar, mas é lá que reside um pouco da chave para me interpretar. Agora, adulto, absorto pelo adormecimento nas actividades, é bom lembrar aquele tempo onde fui feliz talvez. No hoje ainda está um pouco daquilo que fui. Ainda continua tudo como um continuo que insiste em não se desagarrar qual terra do sapato. E regresso à memória desse local e desse tempo, também porque o Vieira insiste em não deixar morrer uma amizade que existiu e que persiste em continuar a ser alimentada qual semente que um dia teve lugar.

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