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2009-11-22

ANTÓNIO MARTINS RIBEIRO - Terras de Valdevez

Fazendo a minha visita diária ao nosso site, constato que nestas últimas intervenções se está a puxar muito ao sentimento (ou á "sustância", como diz o povo.) Tende cuidado que isso para mim não é nada salutar, pois se existe alma sentimental nesta vida é a minha e também já tergiversei por todas essas veredas da saudade. Entendo eu que devemos seguir em frente até ao fim, mas reconheço que, de vez em quando, se torna conveniente olhar para o caminho já percorrido e ponderar tudo que nos aconteceu. Peço-vos pois; não me façais chorar!
2009-11-22

manuel vieira - esposende

Antes de mais um abraço para todos os que já andaram por esta rubrica. Repeti várias vezes o texto do Aventino e desprendi das minhas memórias algumas emoções contíguas aos gestos de adeus de sua mãe. Curiosamente logo de seguida deparo-me com o poema do Arsénio na última página da Solidão dos Agapantos e começa a juntar as linhas emocionais. Muito interessante e pressinto os nevoeiros da infância...
2009-11-22

Arsénio Pires - Porto

Meu caro Aventino: És sempre igual a ti, ou seja, EXCELENTE. Sabes tocar no cerne da poesia: o Princípio e o Fim. Está tudo na Mãe. Este teu post fez-me ir à gaveta do pó e sacudir o poema que agora coloquei na Solidão dos Agapantos. Estamos na curva do regresso! Já avistamos a casa da Mãe. Um abraço sempre amigo do Arsénio.
2009-11-21

Aventino - Porto (Av. da Boavista, 2121-4º-4100-130-PORTO

Porque volto sempre a esses lugares onde fui e sou e fico, eternamente menino, perdido, aos olhos tristes da minha mãe a acenar-me adeus, adeus, adeus! Porquê agora?! Porque é que estamos ali, perpetuados, sorridentes como se nesse tempo soubessemos o que era a felicidade?! Ah! Pára! Pára-me essa memória que me cega; deixa-me o caminho livre, livre, para que possa finar-me sem ter que te levar comigo.
2009-11-21

Celso Oliveira - Ovar

Olá caríssimos e queridos companheiros O Né Vieira tem razão: não custa nada, mesmo para quem "tem o tempo todo comprometido" (lol), vir aqui dar dois dedos de conversa. Parabéns; Vieira, pela tua persistência e habilidade em manter acesa a chama da amizade entre nós. Abraços para todos Celso

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