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2009-12-12

AVENTINO - Portp

Vens ao finzinho da tarde, vens, no encanto breve de um carteiro tímido, vens, o laço cobre-te, tiro o laço,afago-te, tomo-te. Agora, eu e tu, sentados neste banco de madeira marron do nosso jardim morto, dois velhos somos prescrutando o oceano além. Tu dizes sim. Eu digo sim. E ambos estamos, olhos nos olhos e Palmeira e Arsénio e Assis e Nabais e Sampaio e Alexandre e Celso e Freitas e Vieira e TU e TU e TU e TU e o mar em frente e o silêncio e o encanto e as nossas mãos num laço terno e eterno para te dizer apenas: amo-te.
2009-12-12

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Também recebi a "A PALMEIRA" e não comento nada sobre ela porque, santo Nome, nada tenho a dizer. Olhando, por sua vez, para este nosso site, assim de repente, verifico que esta secção do mesmo é um verdadeiro Twitter, talvez mais perfeito porque permite textos maiores. Vocês já se registaram no Twitter? Eu já, há bastante tempo, com o nick "tonerivus". Que maravilha são estas tecnologias saídas do poder da mente e que nos permitem uma comunicação plena e em tempo real. Se não quiserem falar através do Twitter profano, falem ao menos neste nosso que já será muito bom e gratificante. Vejo daqui de minha casa o pico do Outeiro Maior, na serra do Soajo, a mais de 1700 metros de altura, todo coberto de neve. Como é belo e repousante! Aqui há dias fui á Adega Cooperativa de Monção comprar umas garrafinhas de capitoso "Alvarinho" e reparei lá nuns cartazes que anunciavam as medidas a tomar para evitar a gripe A. Virei-me para a funcionária e atirei-lhe, com suposta jocosidade: "… minha senhora, então vocês têm aqui um poderoso remédio contra a gripe e estão a recomendar outras mezinhas?" Ela sorriu e percebeu bem onde queria chegar! Por falar em gripes, lembro-me doutra medicina que também nunca falha; são as rabanadas borrachonas que, agora no Natal, fazia de forma superior a minha "santa" sogra, que Deus tem, e que a minha mulher vai continuando. São fatias de pão regadas com uma calda de vinho tinto carrascão, mel e canela! Irra! São bravas a de verdade e um tanto "violentas", mas que fazem bem, lá isso fazem! Isso mesmo diz e confirma a velha sabedoria popular: "… avinha-te, abifa-te e abafa-te"! Ide comunicando sempre e um Bom Natal para todos.
2009-12-12

Arsénio Pires - Porto

Amigo Ismael: Em nome da equipa, agradeço as tuas palavras de apreço por este número da Palmeira. É sempre bom quando vemos o nosso trabalho reconhecido. As tuas palavras dão-nos mais força para continuarmos. Sempre cada vez melhor. Queremos reservar uma página para um artigo teu no próximo número. Tema: ad libitum. Pode ser? (Desculpa aproveitar a oportunidade. Sinto que tens muito para dizer e, de certeza, sabes dizê-lo!) Um abraço.
2009-12-12

Arsénio Pires - Porto

Amigo Gaudêncio. Foi muito bom ouvir-te mais uma vez. Desta vez, sobre a recente Palmeira. É disto que nós, os que trabalhamos para que cada número chegue às mãos de todos, gostamos e esperamos. Não tanto para ouvir louvores (faz bem um afago de vez em quando...) mas sobretudo para escutar comentários, sugestões e, até, correcções. Agora, respondendo directamente à tua sugestão. O Álvaro Gomes merece-nos o máximo de consideração, não só por ser uma autoridade no domínio da nossa língua, mas sobretudo por ser um elemento activo da nossa Associação e nos ter enviado aquela carta na sequência dum polémico artigo de minha autoria. O Álvaro pediu para que publicássemos o artigo dele na íntegra. Não seria necessário pois nunca cortámos nada em artigo algum dos nossos colaboradores.Essa foi a razão por que, se calhar, te ficou a ideia de que o artigo era longo. Talvez, devido ao exíguo número de páginas de que dispomos para a Palmeira. Mas, obrigado. Estaremos alerta para sermos mais objectivos e isso mesmo pediremos a todos os nossos colaboradores. Um abraço.
2009-12-12

Ismael Malhadas Vigário - Braga

A Palmeira é um alimento de conforto para o espírito. Afaga, molesta, revigora, interactiva... Gosto das notícias, sinal de me sentir a partilhar, mas não menos daqueles nacos de prosa do Arsénio, Alex et alii. Textos dignos de antologia, porque crentes dos prodígios das palavras e dos sentidos que com elas nominalizam. A literatura é a vida, metáfora da palavra,homem(ns) de palavra(s). Obrigado aos poetas e literatos da Palmeira, porque escutam e guardam /criam o ser como vaticinava Heidegger na "Carta sobre o Humanismo". A literatura será sempre a porta que se abre, mesmo que pareça não haver saída. Sou um crente e não um diluviano. Chamemos deuses, um Deus, ou apenas um homem digno de ser homem, habitante de uma terra digna de ser terra...

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