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2010-01-09

manuel vieira - esposende

Já vamos no Alvarinho, passamos pelos tintos do Douro e do Alentejo e diga-se que o importante é que seja de colheita vintage.Não vou falar de um verde tinto servido em malga branca de porcelana bamboleando de forma ritmada acompanhando um bom petisto à moda do David da mouraria.A conversa vai dando para tudo, mas um dia destes vamos sentar-nos na bancada do Fórum a partir a loiça dos preconceitos talvez sob a batuta do Gaudêncio ou do Marques. Venha o tema que não faltarão oradores vocacionados e qualificados como dirá o Duarte Almeida, pois também nesse aspecto a AAAR está bem apetrechada. Mas pelo número de visitas ao nosso Portal presumo que a bancada tem estado bem preenchida.
2010-01-09

Arsénio Pires - Porto

ao jmarques escrevo agora pois me passou a mão pelo pelo elogiando a minha escrita feita à força por não ter as teclas dos pontos e o caps lock a funcionar (o resto funciona ou melhor vai funcionando com ponto de admiração) mas conselho avisado é o teu e que o ismael deverá seguir pois nada disto deve ser mostrado ao mulherio que às tantas ainda pensam que votamos com o be ps pc e esverdeados para o casamento dos ditos cujos cacarás sanguinolentos deus que me perdoe sim porque isto é conversa de homem mesmo de cabra macho viu com interrogação e pronúncia brasileira e ponto final
2010-01-09

Arsénio Pires - Porto

agora é para o mouro gaudêncio que não sabe o que é o alvarinho como estás bem acho eu começo por não te gabar o gosto de te atirares ao tinto alentejano quando tens do melhor tintol do mundo que nasce das encostas do douro quanto ao alvarinho é um branco delicioso produzido pelo álvaro de monção e que dizem cada copo a mais dá um ano de vida a mais também e já nem sei que te dizer mais a não ser que piques esses adoradores de mafoma que dão pelo nome de jerónimo simões santos ismael henriques delfim david sem esquecer o alex que dá sempre a desculpa que a internet está avariada pronto e ponto final
2010-01-09

Arsénio Pires - Porto

primeiro vou responder ao ismael que ando com ele atravancado já há dias e a carta começa assim como ensinou a dona arminda minha professora primária como estás ismael eu bem graças a deus por cá tudo normal não fora o tempo que faz um frio do catano então dizias que os tais carolas fazem celebrações saudosas e coisa e tal por acaso estavas a falar para mim que eu sei mas olha meu caro estou como o outro venham mais cinco que isto tem de mudar só que nem as moscas nem a dita sai do sítio porque ninguém se chega à frente e com esta termino desejando saúde para ti e para aqueles que ainda estão na idade do gelo e não querem vir e espero resposta na volta do correio e ponto final
2010-01-08

jmarques - Penafiel

Não há Alvarinho,Gaudêncio, que corte a raíz ao pensamento quando servido apenas em amostra. Tem de ser bem mastigado e saboreado em abundância, esse verde branco dos lados de Valença, Monção ou Melgaço.Cheira-me bastante que o nosso amigo Martins Ribeiro deva ter colheitas abençoadas desse singelo néctar, se não as vendeu para o lado do inimigo em terras galegas. Quanto ao Ismael fez mal em dar a ler estes escritos à sua mulher pois em terras de ex-seminaristas as mulheres não devem meter a colher, sob pena de não entenderem porque nos divertimos com estas subtis futilidades. É o defeito de não terem frequentado um Seminário, atributo dos homens. Pergunto: qual era a mulher que na presença de um teclado com avaria nos pontos, conseguiria “dactilografar” com a facilidade do Arsénio e no fim escrever "ponto final"? Não há seguramente...nem a do Ismael, com sincero respeito e muito menos a minha.

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