fale connosco


2010-01-07

Renato Veloso - Belo Horizonte - MG - Brasil

Companheiro Arsenio, Saudações Redendoristas. A Revista Palmeira tem enriquecido em muito a nossa leitura em familia, as cronicas, as poesias, os contos as noticias, todos eles trazem a magia de quem foi redentorista e a poesia dos lusitanos. Muito Obrigado pela revista. Que o memino Jesus que nasceu em cada um dos lares dos antigos alunos redendoristas de Portugal neste natal, traga bençãos a todos voces. Continue subindo sua montanha e vamos continuar agradecendo a Deus pela nossa saude pelas nossas esposas e podermos continuar rezando e lembrando de nossos filhos todos os dias o que é muito pouco. Que Santo Afonso continue iluminando a Diretoria dos Antigos Alunos Redentoristas de Portugal para manter acesa a chama de missionarios frente a Associação. Renato Veloso
2010-01-06

Ismael Vigário - Braga

Amigo Assis. Antes de entrarem estes comentários, tinha escrito para aqui uma prosa, mas fugiu-me, porque ao enviá-la houve aqui um colapso técnico. Fiquei frustrado. Mas cá estou de novo a arquitectar a minha réplica. Claro que não fazes ironia. Ora, da maneira como tu te ris, não há qualquer suspeita de que de facto não ironizas. E, mesmo dizendo que não ironizas, mesmo nesse enunciado manifestas uma enorme vontade de a manifestares. Sabes que há ironias para todos os gostos e, nós, os portugueses somos ricos neste modo de nos exorcizarmos. Desde a poesia trovadoresca, ao D. Francisco Manuel de Melo, e continuando em Pessoa " o poeta é um fingidor". Nós não fazemos outra coisa senão ironizar. Todorov fala no "dire et ne pas dire" do enunciado. Se alguém diz que está um dia de sol - o sujeito da enunciação pode querer dizer muitas coisas que não se restringem apenas ao enunciado estricto. Pode significar também que quer dar um passeio, que não lhe apetece trabalhar em casa e prefere sair para o ar livre... Assis, caro companheiro, irmão de uma fraternidade redentorista, claro que me conheces mais do que os três encontros em que participei, quase acertaste, pois não foste desatento ou, então, estás bem assesssorado! Mas, ouve-me, o convite à leitura dos livros do Pe.Haring e outros breviários da Ed. do Perpétuo Socorro, por favor, ainda por cima cheios de pó. Esqueceste-te do Pe Hortelano "valores e atitudes..." E aquela agiografia toda, os milagres do S. Gerardo. Isso foi bom, era bom no tempo da flor. Agora, o tempo urge noutras direcções. Mas Assis, pareceu-me que me criaste dúvida, que não ficaste muito preocupado com o "trompaço" que pregaram no Santo Padre.Até abençoou a louca, mas esse facto não deixou de ser um crime público e a comunicação social não foi parca em notícias; até um cardinalício "estrotegou" um pé. Ó Assis, deixa-te de doutorices. Tu também és doutor, pelo menos pretendes ensinar, senão não escrevias neste e noutros sítios. Doutor virá do latim do verbo DOCEO... de ensinar e todos os que ensinan, em sentido lato serão doutores. Mas deixemos isso, porque estamos todos de acordo. Mas um pouco de franciscanismo isso acompanha-te. Não pude esquecer aquele retrato ternurento do ratito que tu cuidavas no teu campus amoenus. Um tema tão actual, a ecologia na Cimeira de Copenhaga. Se os participantes da tal cimeira tivessem essa sensibilidade e apreço pelo ambiente, necessáriamente, um outo acordo surgiria. Claro que com tudo isto, desejo apenas que continues a rir, porque não há melhor remédio para a longevidade. E não te lamentes da idade, há velhos novos e novos velhos. Ainda tens muito a dar à AAAR e, por isso, vou continuar a fazer-te rir. Um abraço fraterno do Ismael Vigário.
2010-01-06

manuel vieira - esposende

O "Fale connosco" é um espaço adequado a uns momentos de conversa e quem passar por cá pode deixar algumas palavras, para marcar presença. O Natal não é o tempo certo para estar na "lareira virtual". Passadas as festividades a tendência inverte-se. Daí as tais presenças referenciadas pelo António Ribeiro dos Arcos, a quem fiz há dias uma visita. Este António dos Arcos referencia-se como "mísero pecador" mas talvez quisesse confessar-se como pecador e muito, mas mísero nem pensar, e quando diz que é um homem muito direitinho é apenas conversa fiada. O nosso site já teve cerca de 2300 visitas desde que começou em meados do mês de Novembro, o que mostra que existe um grupo de associados que faz questão de passar por cá e como diz o Gaudêncio é importante existir este espaço aberto sempre disponível. Claro que este espaço é dinamizado por cada um e não existe, como nos antigos combóios a carvão, o homem da pá, pese a presença de um ou outro maquinista.
2010-01-06

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Um pouco antes do Natal, "isto" parou, de facto. Seriam apenas umas tréguas? Vem agora o Arsénio, sem pontos nem vírgulas, (Irra! Pelo que sei, acho que um teclado avulso não é assim tão caro) atirar a pedra e esconder a mão, vem o Ismael Vigário com as suas classificações filosóficas, vem o Assis com o seu "choradinho" e, vejam lá, até o meu amigo Marques apareceu. Só cá falta o Vieira! Claro, estais mesmo a "provocar-me" e agora, então, cá estou eu. Não sou camiliano, nem queiroseano, nem horaciano, nem pavloviano, nem platónico, eu sou o que sou; não sou O "ego sum qui sum" porque não passo dum mísero e mortal pecador, mas, como dizia o outro, vocês percebem do que é que eu estou a falar. No que respeita a duelos, vejam lá, virei pacifista e, doravante, só combaterei nos de bom dente e boa goela e, mesmo nesses de faca e garfo, só o farei com reservas e muito a medo, pois me sinto já muito fradinho e qualquer lingrinhas me destroça. Diz o meu amigo J.Marques que um qualquer padre Pinto (com 81 anos já tinha obrigação de dizer coisas mais acertadas, pois eu sendo um tudo nada mais novo, dizendo, embora, muitas bacoquices, parece que mesmo assim, não digo tantas) afirma e pensa que o casamento não deveria ser indissolúvel. Olha o milagre, e porventura o é? Senhor, os ditos divorciados são mais que as "mães"! Isso também eu queria que assim fosse, pois teria tido a oportunidade de, com toda a legitimidade, poder experimentar vários "rabos de saia". Entendo que a suprema maravilha seria mesmo não haver regras nem leis e cada um fazer o que lhe desse na real gana; sicut canes. Haja juízo! Diz mais o amigo Marques, que o tal Padre Pinto é como ele, de esquerda. Abrenúncio! Eu de esquerda, nunca! De esquerda, só os "escochos" e eu sou um homem muito direitinho. Pelos vistos, o amigo J.Marques contraiu uma espondilose aborrecida que o inclina para a esquerda. Será o tal desaprumo de que falava o Vieira? Lamento muito essa "desgraça" e faço votos para que se endireite, muito embora digam que quem torto nasce, tarde ou nunca o faz e, mesmo não tendo o amigo Marques nascido torto, creio que o "nunca" será irreversível. Mas … tudo bem! Sabeis que mais? O Vieira é que foi fino, aqui há dias teve a gentileza de me fazer uma inesperada visita e travamos um específico "duelo", sem sangue nem mortes. Fazei como ele, aparecei aqui pelos Arcos e constatai que não vos ireis queixar nem arrepender. Alguém já me prometeu isso, contudo, até hoje não cumpriu a promessa. Ou será que, com as passadas festas, ficastes todos com a barriga cheia?
2010-01-06

jmarques - Penafiel

Respondendo ao Arsénio e à sua invetiva, na sugerência do Acordo Ortográfico, li agora uma aludência ao Padre Costa Pinto, que é dos "meus", pois sendo um inconformado ou desregrado, ninguém o apelidou ainda de desnivelado, nem mesmo o meu amigo Martins Ribeiro, sempre afoito a estas desobediências cíclicas. Apreciei a leitura compartimentada do Ismael e só espero bem que os meus amigos tenham dado sequência ao ano com o tal pé direito, pois eu puxo cá sempre prá esquerda, fruto de uma espondilose que afecta o ombro do outro lado.Que me perdoe o Assis aquelas minhas palavras, mas mesmo assim penso que ele ainda não está curado...

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