fale connosco


2009-12-26

Assis - Folgosa - Maia

Mais uma vez vos peço desculpa por me repetir. É que só agora li as vossas conversas, sobretudo a do nosso amigo J.Marques, já quase esquecido desde que findou o primeiro forum e as contendas sobre o aborto. Olá Marques. Nem sempre concordei totalmente com as tuas posições, embora tenha lido sempre com muito interesse os teus escritos. Agora, porém, ao falares da minha "sanidade mental" - talvez não sejam bem estas as palavras correctas - começo a pensar um pouco em cuidar-me. Desconheço a tua profissão, mas quase adivinho que se trata de um psiquiatra ou, pelo menos de um psicólogo...Todavia, como o ditado popular ainda me não consta que tenha sido alterado, "de poeta e louco todos temos um pouco", fico-me na dúvida se deverei levar muito a sério o teu conselho. Contudo, prometo-te que vou estar mais atento e, desde já, te digo que embora esteja desejoso de voltar ao Brasil para me encontrar com aquela gente amiga, ainda não sei quando isso acontecerá. E gostaria de lá voltar também para tentar descobrir por onde terá andado o meu avô paterno. Este desejo despertou em mim quando em 5 de Setembro fomos visitar o Museu da Escravatura de Redenção, sito numa antiga fábrica de açúcar, hoje fábrica de álcool para combustível de viaturas. Sabes, Marques, é que esse meu avô que fez 12 viagens ao Brasil, alguma delas ainda em Barco à vela, o que lhe levou 3 meses a percorrer o caminho que agora demoramos a fazer em apenas 6,30 horas, trabalhou precisamente numa fábrica de açúcar. Não te preocupes pois tanto com a minha saúde.Todavia, fico-te muito grato pelos teus cuidados. Para ti o meu abraço de Natal, desse Natal que todos queremos verdadeiro. - E não te esqueças de ir aparecendo nos nossos encontros. Teu amigo Assis
2009-12-26

Assis - Folgosa - Maia

"A Paz esteja convosco.Não tenhais medo.Eis a Boa-Nova que vos trazemos: Um Menino Diferente de todos os demais meninos, mas igualmente semelhante a eles, acabou de nascer entre vós". E cantos celestiais se fizeram ouvir pelas colinas de Belém... Terão sido estas as palavras dos anjos aos pastores de Belém? - Ninguém sabe, já que nem em Belém Jesus terá nascido... Poderiam ser estas, poderiam ser outras. O certo é que, enquanto meninos e adolescentes, todos nós fomos encantados pelas melodias que na Barrosa se faziam ouvir nesta bela época de Natal. Quem não recorda com saudade as belas melodias que logo pela manhã nos acordavam - é certo que muitas coisas queiramos esquecer de vez - ou ainda aquelas rifas de meia dúzia de rebuçados, de uma bola de de ténis, de uma pasta de dentes... e aquelas cenas teatrais a que dávamos tanta vida? Quase não dávamos importância ao facto de não podermos ir a casa para passar o Natal com os nossos familiares. Talvez por isso mesmo os nossos educadores nos mantinham tão ocupados durante aqueles 15 dias...E aquelas celebrações da meia noite em que as nossas vozes substituiam, e bem, os cantos dos anjos de Belém? Tudo isso, pela simples razão de que um Menino igual a todos os outros meninos tinha nascido pobremente, mas que poderia ter nascido em condições bem diversas daquelas em que nasceu. Acredito que assim poderia ter acontecido. Mas hoje, como então, são tantos os meninos que nascem em condições tão adversas e que poderiam nascer em berços de "oiro", como alguns. Talvez esse menino de há dois mil e tal anos nos queira dizer hoje precisamente o que então nos disse nascendo num pobre lugarejo. Mas, como naquela época, há hoje quem não esteja interessado em deixá-lo falar e muito menos intertessado em escutá-lo. Por isso ele continua a nascer nos locais mais indesejáveis. A PAZ para TODOS/AS
2009-12-25

Arsénio Pires - Porto

já que ninguém me viu no fórum onde pus esta mensagem agora venho para aqui a ver se me vêem pois detesto estar no escuro e até gostava que alguém entrasse aqui a dizer que acredita no pai natal mas pelos vistos estão a pensar e pode ser que se decidam durante o ano 2010 que é o ano das grandes decisões e os homo poderão enfim casar e quem sabe talvez até ter filhos que é uma coisa muito difícil nos dias que correm mas os políticos podem tudo e até talvez consigam fazer com que os antigos alunos da barrosa se levantem dos seus sofás e venham para este fórum discutir e dizer que concordam ou não pois a coisa vai aquecer quando trouxermos para aqui aquele tema que o martins ribeiro apontou e sei lá se outros poderão surgir que isto de ideias é como dizia o outro são como as cerejas ou como as nozes digo eu que a gente começando a partir nunca mais pára e então acompanhadas com um bagaço do zé rodrigues não há gripe a sem hagá que lhe pegue e eu que nem sequer tomei a vacina apesar de pertencer a um grupo de risco que são os asmáticos pois disse ao meu médico que de risco somos todos desde que nascemos e perguntei você tomou e ele eu não mas não sou de risco disse e riu-se mas voltemos ao natal pois quero desejar para mim um bom natal o que será um bom natal pois é um natal bem quente com bacalhau e couves que já levaram com a geada em cima e um azeite de lavrador e depois um bom tinto que eu cá não vou na treta do vinho branco com o peixe pois o estômago deve ser como se diz daltónico que até me fez lembrar dos irmãos dalton e eu gostava mesmo era do mais pequeno pois gosto sempre dos mais pequenos mas como ia dizendo olha já se me varreu ah já sei queria perguntar porque é que os presépios têm o menino jesus nas palhinhas sobre a manjedoura ao frio e tudo eu cá nem deixava a minha mulher pegar no meu filho pois pegava logo nele que não é coisa que se faça a uma criança e eu tenho um presépio em que o s. josé está deitado no colo de maria aquecendo jesus contra o peito e está debaixo duma manta que o frio é muito e a maria a fazer festinhas nas faces de s. josé claro e fui eu quem pediu ao artesão para me fazer assim um presépio e ele disse que nunca tinha visto e eu disse também nem eu mas é assim que quero e pronto e vocês quando quiserem venham cá ver a minha colecção e beber qualquer coisa que a vida não está para menos agora vou para a aldeia que eu tenho uma aldeia só para mim mas quem me dera que todo o mundo fosse uma aldeia ponto final e até pró ano
2009-12-24

António Gaudêncio - Lisboa

Já fiz saber ao Assis, em msm particular, o que penso da sua mensagem de Natal mas posso abreviar aqui o que lhe comuniquei. Foi,para mim, o texto mais marcante que li nas últimas semanas sobre o Natal.E, se ele consegue mexer com algumas sensibilidades, tanto melhor. A Igreja perdeu o controlo do espírito da época mas aproveita a quadra para fazer a sua caridadezinha junto dos pobres cuja fragilidade os faz cair nos braços dela. Nos telejornais das horas nobres não faltarão madamas bem enroupadas e com ricas jóias a servir uma refeição aos sem abrigo,mas deixando-nos a nós a dúvida se elas pensarão nas refeições dos restantes 364 dias do ano de que essas pessoas necessitam. Meu caro Assis, se cada vez que fores a Fortaleza vieres com pensamentos que bulam com a nossa paz podre,não te acanhes e vai lá muitas vezes. Certamente já todos se deram conta que aquela aura romântica que criámos na nossa juventude sobre o Natal , foi esmagada pelo poder consumista do Pai Natal, personagem que, na Quinta, não figurava no nosso imaginário de antanho. E foi pena que a sociedade tenha caído toda para essa banda sem objecção significativa da Igreja. BOAS FESTAS e um ANO NOVO menos sacana para todos nós.
2009-12-24

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

Sem me meter em considerações profundas sobre o Natal - tarefa já levada a cabo por alguns ilustres companheiros e com qualidade - digo simplesmente: a todos quantos passaram por este sítio e disseram o que lhes ia na alma; a todos os que por aqui andaram sem ficarem sinais da sua passagem; a todos os que, em algum tempo, estiveram na Quinta da Barrosa e ainda não se manifestaram; a todos sem excepção, às vossas famílias e amigos, desejo um Natal muito Feliz, impregnado da simbologia do presépio, e um ano 2010 com saúde, felicidade (a possível) e preocupações solidárias.

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