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2010-01-09

jmarques - Penafiel

Meu caro Ismael, só mesmo um filósofo como tu consegue defender o indefensável, no que à mulher diz respeito, recorrendo às citações, mesmo que de autores russos se trate. Mas citando Friedrich Nietzsche "aquilo que se faz por amor, está sempre além do bem e do mal" e todos nós percebemos a tua preocupação, que poderá ser comum talvez à maioria de nós. Faz como o Assis que atira as culpas para a imperfeição do site, esquecendo de fazer uma acto piedoso de reflexão, pois não se deve atirara as culpas para a cozinha quando se deixa esturrar o tacho.Imperfeições do saber humano que terão sempre a contemplação divina.
2010-01-09

Assis - Folgosa - Maia

Mais uma vez vos peço desculpa por tomar conta do campo que é de todos e que só alguns estamos usando. A culpa, ao menos em parte, é dos que ainda se não atreveram a entrar no jogo, um jogo limpo e sem apitos dourados... Alguns dos meus amigos mostraram-se interessados em ler o jornal "FRATERNIZAR" - que belo título e que bela realidade se pode tornar, se todos dermos um pequeno contributo.Não precisa de ser grande...Pois para esses e para todos quantos o desejem fazer, aqui vai o caminho: www.padremariodalixa.pt.vu/ Que o nome vos não escandalize.Procurai antes conhecer a pessoa e chegareis à conclusão de que é bem diversa daquela que qualquer preconceito televisivo possa ter difundido em vós.Gostaria até que a nossa AAAR pudesse usufruir dos seus estudos bíblicos e teológicos.Abri, pois, as janelas da casa e deixai entrar um pouco de sol e ar fresco.O meu abraço para todos
2010-01-09

Assis - Folgosa - Maia

Desta vez, nem sei por onde começar. É que já se falou em tanto vinho que a mistura dos aromas minhotos, com os do Douro e do Alentejo, já me devem ter transtornado. Agora é que não sei se voltarei ao Brasil, amigo J. Marques, pois encontro-me já sem norte, como um pombo correio desorientado. E ainda o Pe.Costa Pinto não nos acenou com o seu Dão da meia encosta.A menos que o amigo Ribeiro o tenha colocado à margem de modo definitivo, o que não acredito. Lá que não concorde com as suas ideias progressistas, aceito, mas, quanto à amizade, de forma alguma.Só que,Ribeiro amigo, olha que o Pe. C. Pinto está bem escudado por bons teólogos e, se pensarmos ir até Viseu provar o seu rico Dão, também não podemos deixar de levar a lição bem estudada, para estarmos aptos a discutir com ele...Também já pensei que as minhas desorientações possam ter a sua razão de ser na falta dos tais pontos e vírgulas do teclado do Arsénio.Talvez fosse hora de ele seguir o conselho do Ribeiro e, uma vez que frequenta a missa dominical do Pe. Arlindo, no belo monumento da Serra do Pilar, até nem lhe era difícil proceder ao lançamento do seu teclado desde a Ponte de D. Luís.- Já na época do Natal tive a tentação de reclamar ao amigo Vieira dinheiro para me operar às cataratas. Aqueles farrapos de neve que sobrevoavam os textos durante a época festiva, chegaram a dar-me cabo dos nervos.Menos mal que sempre apareceu um novo mapa metereológico com um tempo mais agradável. Mas olha, Manel. Ainda não estou contente. Porquê? Simplesmente porque, ontem, tinha eu já preparadas as respostas para o Ismael, que até se finge de vigário, mas não é, para o Ribeiro, que parecia meu inimigo, mas só de aparência, estou certo, e ainda não sei para quem mais - é a memória que me vai atraiçoando - e quando me preparo para consultar um outro campo, que não o da conversa, eis que o trabalho de uns bons 15 minutos se vai às malvas.-Manel amigo, algo vai ainda não perfeito no reino do nosso "sítio", que sugiro seja aperfeiçoado pelos técnicos.Tu verás se é possivel.- Saúdo com agrado o regresso do Gaudêncio e espero que outros lhe sigam o exemplo. - Para todos o meu abraço. - Ah! já me esquecia de te dizer, Ismael, que ontem fui pôr no correio uma carta do Pe. Henri, para o cardeal Etchegaray, aquele que ficou com uma perna partida no vaticano.Um problema menor, quando comparado com tantos outros mas que os meios de comunicação desprezam por não darem o lucro desejado aos seus donos. O crime silenciado é bem pior que o crime propagado pelos grandes meios de comunicação, podes crer. Tal como o pecado cristão da omissão, quando comparado com qualquer outro que ele possa ter cometido. E eu já pensei o contrário...Quanto ao pó dos livros da Editora, podemos falar um dia com mais calma. Ok?
2010-01-09

Ismael Vigário - Braga

Quem disse que uma resposta não pode ser uma pergunta. Quando pergunto não quer dizer que não tenha uma certa resposta. Mas, ao querer saber, perguntando, estou apenas a abrir-me à resposta do outro. E, para que o conhecimento possa ser mais completo. Porque o problema da verdade não está num qualquer lugar ou numa qualquer pessoa eleita, inspirada,bafejada, profetizada. Mikhail Baktin, ensaísta russo, partilha uma teoria a que chamou dialogismo, isto é, o saber está partilhado por vários campos do saber e por várias interlocutores. Não há um emissor,enunciador,locutor original e neutro, único, monológico. Quando intervimos no discurso estamos sempre a responder, a replicar a outros interlocutores. Acontece que, no discurso partilhado, todos contribuem para a procura da verdade. E as réplicas nunca se podem fechar, porque, se isso acontecer, é a auto-negação discursiva. O nosso discurso tem de ser uma polifonia que, não é o mesmo que dizer harmonia. Bebamos de um qualquer néctar de Baco, seja do Minho, do Alentejo ou um carrascão do planalto do Sabugal. Mas que esse suco nos conduza à verdade partilhada. Só se fala de quem aparece nos escaparates. Há-de haver sempre alguém que diz de nós; mas, com a nossa idade, já passámos por muitas luas e o tempo também já nos conhece... Um abraço a todos os que partilham deste espaço. Ismael.
2010-01-09

manuel vieira - esposende

Já vamos no Alvarinho, passamos pelos tintos do Douro e do Alentejo e diga-se que o importante é que seja de colheita vintage.Não vou falar de um verde tinto servido em malga branca de porcelana bamboleando de forma ritmada acompanhando um bom petisto à moda do David da mouraria.A conversa vai dando para tudo, mas um dia destes vamos sentar-nos na bancada do Fórum a partir a loiça dos preconceitos talvez sob a batuta do Gaudêncio ou do Marques. Venha o tema que não faltarão oradores vocacionados e qualificados como dirá o Duarte Almeida, pois também nesse aspecto a AAAR está bem apetrechada. Mas pelo número de visitas ao nosso Portal presumo que a bancada tem estado bem preenchida.

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