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2009-12-15

Arsénio Pires - Porto

Amigo Zé Rodrigues: E estou absolutamente de acordo com tudo o que escreveste! Disseste em menos palavras tudo aquilo que eu quis dizer na resposta à Carta do Álvaro: uma boa sopinha tem que ser com as letras TODAS!Ele, certamente que pensa como nós! Só me alonguei na justificação de ter posto a Carta na íntegra. Sendo ela tão bem escrita e tão profunda na análise dos vários pontos de vista, nem sequer me passou pela cabeça propor ao Álvaro que a reduzisse. Nem ele aceitaria, penso, nem ele merecia tal proposta.E esta justificação era mais para quem nos ler e, sobretudo, para alguns colegas que possam achar que, desta vez, a Palmeira esteve "um bocado pesada"! Percebi bem a tua subliminar sugestão para que nos afastemos um pouco de artigos "eruditos" e de difícil compreensão pois podem expulsar não só leitores mas sobretudo, outros possíveis colaboradores. Tem sido um esforço nosso. Mas agradeço a tua opinião. De facto, nós só podemos dar 20 páginas à Palmeira e o ideal é que os artigos não ultrapassem página e meia. Portanto, estamos perfeitamente entendidos. Aliás, connosco nunca houve mal-entendidos! P.S. Escrito com frio lá fora e com calor cá dentro. Combustão: um bagacinho que tu bem conheces!!! Um abraço.
2009-12-15

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

Caro amigo Arsénio: Fizeste um comentário ao conteúdo do meu post e assim mereces uma resposta. Vai ser breve. Imaginava que, no fundamental, estarias de acordo com o que escrevi. Isto foi um simples desabafo, não chega a ser uima crítica a quem quer que seja. Só quero reforçar um aspecto: publicaste a carta do Álvaro e muito bem; publicaste a tua rsposta e muito bem. Digo-te, gostei da peleja leal de dois brilhantes "cavaleiros". As duas estão óptimas, defendendo pontos de vista diferentes: é humano e próprio de pessoas que sabem dizer bem o que defendem.Registo um grande "fair play" da tua parte. Até aqui tudo certo. Agora, eu não quis dizer que carta e resposta não devessem ser publicadas. Mas quem sou eu para ter essa opinião? Com aquela coisa da "torre de babel" quis significar que o conteúdo da carta é de uma densidade tal que será de leitura difícil para muitos leitores da Palmeira. O mesmo aconteceria com outros eventuais artigos, idênticos em densidade noutras áreas do conhecimento, mais adequados para comunicações académicas do que para incluir numa revista desta natureza. Tudo explicado. Um abraço de amizade
2009-12-14

Arsénio Pires - Porto

Caro amigo José Rodrigues: Excelente post o teu! Fico grato pelos is e pontos que magistralmente usaste no teu texto. Carregaste ainda mais nas tintas que sempre utilizámos na Palmeira, ainda mesmo quando ela era produzida a preto e branco. Desde o nº0, foi sempre nosso princípio ser a Palmeira um espaço onde todas as letras da nossa sigla coubessem: Antigos Alunos que frequentaram o Seminário Redentorista: Antigos Alunos Redentoristas. Aliás, a Palmeira surgiu do borralho da grande fogueira que muitos pioneiros atearam cada qual com as suas achas: uns carregavam mais no "Antigos Alunos" querendo esquecer o facto de termos sido Redentoristas; outros puxavam as tintas para o facto de termos sido Redentoristas (de sermos redentoristas... alguns diziam) querendo implantar uma espécie de "redentorismo" ou, talvez, uma espécie "Ordem Terceira Redentorista". Imperou o bom senso: no meio está a virtude! A Associação tem que ser um espaço de liberdade, um espaço de compreensão e tolerância onde caibam TODOS, sejam quais forem as suas crenças religiosas ou políticas, ou seja qual a sua disponibilidade para colaborar com a Congregação a quem todos devemos muito e que sempre nos recebe com carinho. A Palmeira germinou e cresceu com o adubo deste espírito. É por isso que nunca recusámos publicar todos os textos e opiniões que nos vão chegando (infelizmente, muito poucos!). Em relação à Carta do Álvaro Gomes dirigida a mim, publiquei-a também com todo o gosto não porque ele o exigisse (disse-me: "se achares que a deves publicar...")mas porque era meu dever uma vez que alguém, pela primeira vez entrou em franco e salutar diálogo tendo por base um artigo meu. Consumou-se, pela primeira vez, a publicação duma opinião solidamente fundamentada em argumentos vários, opinião que por ser diferente da minha a quem a Carta foi dirigia, me mereceu também resposta. E isto é salutar. Isto é pluralismo. Isto é respeito pela diferença. É, sobretudo, aquele espírito de que tu falas neste teu post e que poderíamos sintetizar: - Falem! Estejam presentes! Escrevam! Ataquem! Aplaudam! Critiquem! HÁ LUGAR PARA TODOS! Obrigado, Zé Rodrigues pela tua excelente intervenção que veio a pôr os pontos nos necessários is. Um abraço amigo.
2009-12-14

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

De súbito, ela chegou, com a frescura de moça belíssima e inteligente: ricas as formas, consistente o conteúdo.Comentar a Palmeira? Que direi? Chegou-me em todo o seu esplendor! Tolerai-me um desabafo, que não é uma crítica a alguém. Talvez haja uma situação a evitar: embandeirar numa espécie de "feira das vaidades" e descurar um pouco um dos seus objectivos, o de mobilizar todos os "-AAR" para esta causa. Qual?A união que poderá haver entre todos ( os mais letrados, os menos letrados, os ressabiados...), alicerçada num "bom" passado comum, com ligação a quem nos educou. Se uns vierem mais por causa do "R", outros mais por causa do "J" e outros ainda, mais por causa do "A", que não constitua problema. Do respeito pela diferênça resulta a harmonia. E para vincar a minha posição, digo (com ironia): aprecio a "sopinha de letras" com as letrinhas todas, sem exclusão.Acrescento (sem ironia): as letras da sigla da Associação estão lá na sua justa ordem e importãncia, sem que a importância resulte da ordem. A importância, neste caso, é subjectiva; cada qual atribuirá a que entender.Não devo, nem desejo, melindrar o Álvaro Gomes - merece muito respeito e consideração - autor de uma carta que é, sem sombra de dúvida, um excelente exercício de erudição na área da semântica (linguística?) que comprova a sua extraordinária competência no campo das letras. Mas, que aconteceria se fossem publicados em A Palmeira, em profusão, artigos de outros eruditos colegas, "sumidades" nas respectivas áreas do saber? Provavelmente erguiamos a nova "torre de babel".
2009-12-13

Assis - Folgosa - Maia

Desculpai, meus amigos por enviar dois comentários duma só vez. No 1º falei na qualidade de Tesoureiro da AAAR dirigindo-me ao nosso dignissimo presidente Manuel Vieira, mas não só... No 2º, dirijo-me a todos, como simples associado e colega vosso de caminhada. Estou deveras pasmado com a afluência e o conteúdo das vossas intervenções. Cada uma delas, em boa prosa e em bela poesia, é hoje culpada por eu ter posto de parte a leitura de algum livro. Não o faço por simples "querer matar saudades", o que já não seria mau. Faço-o para me enriquecer humanamente falando. Sim, tenho aprendido muito com as vossas palavras poéticas e sábias. Relembrais-me alguns saberes que tinha aprendido,quer na saudosa Barrosa, quer em Valladolid,mas que há muito tinha olvidado. E, se recordar é viver, então vós todos revitalizásteis-me. Até o aparecimento de novos colegas e de outros que nos haviam deixado desde os tempos quentes da luta sobre o aborto, como é o caso do controverso J. Marques, foi bom, podeis crer. Mesmo não conhecendo pessoalmente alguns de vocês, ou não concordando com as opiniões de outros... Ânimo, pois, amigos e toca a deitar cá para fora quanto guardais como sagrado no baú do vosso passado e do presente... Enriqueçamo-nos como pessoas, mutuamente. Prometo voltar se o folgo me não faltar. Um abraço fraterno para todos vós.

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