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2010-01-11

Assis - Folgosa - Maia

Continua a rir-me e, agora, com mais gosto...Acabo de pôr a leitura da conversa em dia e que vejo? Um que me quer pôr nos altares, outro que fala em poligamia, outro ainda que apenas se considera inventor de "BOTIJAS ECOLÓGICAS", outro que me considera mau cozinheiro, pois deixei estorricar o assado, e olha que é já por duas vezes, amigo Marques. Por ti, pois começo.Realmente não me considero bom no campo das tecnologias informáticas. Sou um "velho" aprendiz do feitiço que esta tecnologia maravilhosa põe à nossa disposição. A culpa foi realmente minha e já não vou voltar a pedir ao Vieira que melhore o nosso "sítio". A este digo-lhe sim que não se preocupe com as invectivas do amigo Marques, pois não conseguirá conduzir-me até ao campo do duelo com o amigo Ismael, ele que até tem gostos mais semelhantes com os meus: estamos seguindo ambos pelas planuras da Mancha montados, ele no esqueleto cavalgar de D. Quixote e eu no burriquito do Sancho.A nossa luta, não passará duma luta contra alguns moinhos e, agora,há tantos por esses montes fora...coitado do nobre cavaleiro se hoje se visse percorrendo novamente as planícies de Espânea...-Quanto ao inventor das ditas botijas ecológicas, amigo Ribeiro, põe de parte a ideia de patentear a tua invenção.Não sabias que já foram inventadas hà milénios? Pois é verdade.Foi um engenheiro ecologista subdito do rei "santo" David.Folheia novamente o A. Testamento e por lá vais encontrar, não 60 mas muitas mais, que já eram usadas pelo rei santo para aquecer os pés. Agora, para ti, meu caro Zé Transmontano, FABRICANTE do melhor azeite e do melhor bagaço de Portugal - espero não ofender o Morais, esse malandro preguiçoso que ainda não saiu da toca - . Então já fazes parte do sacro coro cardinalício? Olha que ainda ninguém me lavou os pés, a não ser quando era criança e uma vez em Gaia quando fui um dos 12 numa certa 5ª feira santa.Nesta até já os havia lavado,e bem, conforme a recomendação não sei já de quem.Ainda continuo a sujá-los na lavoura que vou fazendo, não tão ousada quanto a tua. Vou-me contentando com um pequeno quintal e uma pequena horta,mas onde a terra se agarra não só à enxada mas também às mãos e às botas. Portanto,ainda tens que esperar muito tempo para me veres nos altares.Longe de mim tal pretensão.Apenas desejo ser "humano" por inteiro.Para todos o meu abraço
2010-01-11

Arsénio Pires - Porto

bem falas e melhor escreves caro zé rodrigues pois a todos dás boa nota como é próprio dum bom transmontano que mais gosta de brincar que de pelejar e assim sendo te convido assim como todos os que aqui corrompem teclas como eu já corrompi a que entres no fórum que lá a batalha é sangrenta pois o tema é de estarrecer e eu vou levar pancada pela certa e ponto final
2010-01-11

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

Continuando...Como disse, li as intervenções dos últimos dias e fiquei muito bem impressionado. Pena que este epaço seja partilhado por bem poucos. Agora viro-me para o Arsénio: gosto da tua prosa, a que vi produzida pelo teclado escorreito e a que vejo produzida pelo teclado "escambalhado" e até as tuas "kinikomanias". O que eu preferiria? Que mandasses compôr o teclado.É que assim a leitura da tua escrita exige-me um esforço redobrado.Eu já tinha treinado uma similitude nos livros do Saramago, que no início me eram enfadonhos e agora leio com gosto, cingindo-se a minha apreciação ao formato literário e à cultura do homem/autor e pondo de parte questões ideológico-religiosas.Se mantiveres o teclado como está, podes crer, também te lerei com muito apetite.Viro-me para o Assis e digo-lhe: Assis, se há santidade em vida, tu és um santo! Faze um milagre,já, e todos ficaremos a saber que o és.Mesmo, ás vezes, um pouco flagelado, consegues perdoar sorrindo.Aprecio muito a tua bondade, simplicidade e a forma como te bates pelas tuas ideias, ainda que "revolucionárias" no conceito de muitos.Ao Ismael, que já conheço de um Encontro, digo: gosto de ler os teus escritos e, pelo que vejo, os teus "contos", sendo do Vigário, não são de todo do "vigário". Avaliando pelo que dizes e pelo teu passado que a Barrosa também (e tão bem) marcou, vejo-te com perfil para um excelente professor (de filosofia, presumo), nadando com alguma dificuldade na turbulência que a Milu trouxe à ESCOLA ( se estás no e. secundário, claro). Sem ferir, quero fazer uma pequena correcção ao que vi num post teu ( se os Mirandelenses te lessem erguiam-te uma estátua, tal a rivalidade entre eles e os Brigantinos). Caro Ismael, foi só um erro de 60 km. Efectivamente o grande Paulo Quintela não era de Mirandela mas sim de Bragança, nascido na freguesia da Sé, e nesta cidade é patrono de Escola, dá nome a rua e está no coração de muita gente, embora tenha passado a maior parte do tempo em Coimbra. Fica este reparo feito por mim que sou de uma cidade a meio caminho entre as duas focadas, a propósito de um grande vulto da cultura portuguesa - que conheces melhor do que eu por seres "gente das letras"- um dos maiores tradutores do alemão em português, de renome europeu.Não conheço ainda pessoalmente o JMarques, mas afigura-se-me um "rapaz danado para a brincadeira", que gosta de endereçar umas provovações ( elas são positivas, servem para meter conversa e chamar para a construção...)mas adivinha-se-lhe um bom coração.Eu aposto que contributos dele vão ajudar a engrandecer a Associação. Abraços para todos do JRodrigues
2010-01-10

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

"Post tot, tantosque labores", numas curtas tréguas concedidas por S. Pedro (o santo que abre as portas do céu, tanto para entrar... como para sair - chuva!-, eis que consegui concluir a faina da apanha da azeitona, sim, que eu, professor precocemente reformado mais "práxico" que "teorizador", acumulo funções de agricultor em tempo parcial, que foi o que os meus pais me legaram, além da vida e da educação, o que já não foi pouco. Dizia eu, concluí a faina da azeitona, de que se produz em Trás-os-Montes, na palavra dos entendidos, do melhor azeite do reino e que nós, produtores, vendemos a a um preço igual ou inferios às miscelânias que vende o Belmiro, por vias da acção dos mixordeiros e das leis do mercado. É a vida, como dizia o outro! Hoje, sob uma nevada como as antigas, que não me assusta minimamente porque ali debaixo da placa (leia-se, adega)tenho um anticongelante de respeito que em calorias não se fica atrás de outros propalados por aqui (melhor que falá-lo é experimentá-lo!), tive muito tempo disponível para "cuscar" o tal "site", coisa que já não fazia há uns dias por motivos explicados. Estou a reentrar nas lides porque o nosso presidente (olá, Vieira!) me provocou no bom sentido, induzindo-me a vir à praça. Vieira, o Gumesindo cá está bem;tenho-o "picado" para que entre nestas conversas, mas o rapaz diz que tem pouco tempo disponível. Consolei-me a ler as matérias em atraso e fiquei feliz por constatar que, quando eu temia ouvir os disparos dos bacamartes ( ou lá como se chamam ar armas dos duelos!) e notar o cheiro a pólvora ou a bombas engarrafonadas, propagados pelo vento do oeste, tudo passou a rolar pacificamente, mau grado umas pequenas escaramuças saudáveis e alguns contratempos com os teclados dos computadores. Tudo está bem quando acaba bem. Isto está a ficar longo. Vou fechar e prometo voltar.Abraços
2010-01-10

jmarques - Penafiel

O nosso amigo Martins Ribeiro já virá tarde nas suas pretensões de poligamia e em tanta quantidade, o que não nos seus anseios pois pelo que leio amiúde é pessoa ainda de muita folia linguística. É um facto que esta liberalização das relações e contratos maritais será um bom tema para o Fórum e espero que bem cedo transportem o tema para lá pois devido a minha intratável espondilose não pretendo ser eu a puxar o tema, sob pena de puxar só de um lado. Pena é que o Martins Ribeiro acosse tanto o Padre Costa Pinto pois em devida confissão, seria o conselheiro certo para essa desregrada pretensão de poligamia desenfreada. E para esses actos, palavras e desomissões estou bem certo que a penitência seria misericordiosa e solidária na sua execução.

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