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2010-01-17

Diácono Adilson José Cunha - Pindamonhangaba-São Paulo-Brasil

Carissimo Amigo. Tenho aparecido nos jornais da UNESER , mas gostaria de um dia estar por aí, pois , meu avô paterno é de Vila Real e veio para o Brasil no final do Séc.XlX. Estamos tentando alguns dados para localizar melhor. Jacynto Cunha e Luiza Villela eram os avós . Vieram com dois filhos : Manuel e Gracinda , mas tiveram muitos filhos por aqui e não conseguiram voltar. Meu pai : Américo Francisco Cunha era um dos filhos. Por enquanto essas são minhas informações preliminares. Quem sabe alguns dos senhores poderiam nos ajudar a ter mais dados, visto que tudo nos dias de hoje são mais fáceis. Muitíssimo grato . Deus vos abençoe. Diácono Adilson José Cunha
2010-01-17

manuel vieira - esposende

Entendo o meu especial amigo Marques quando diz que parece que o terramoto também passou por aqui tal é o silêncio posterior. Conforme e-mail que remeti aos nossos colegas com endereço electrónico as visitas ao nosso site continuam em bom ritmo e na passada Sexta-Feira atingiu o ponto mais alto com 58 acessos no mesmo dia.Sinal que as bancadas ficam bastante ocupadas e o espectáculo até tem sido comentado quando os colegas se encontram. O Fórum começa a ser mais participado embora alguns colegas se encolham perante o tema, mas a abordagem tem sido interessante. Preconceito, liberalismo tímido ou comodismo acentuado? O tema está na mesa e basta registar-se (já temos 13 registos)para poder colocar a sua resposta. Também pode colocar o seu tópico e deve seguir o mesmo percurso.
2010-01-16

jmarques - Penafiel

Parece que o terramoto passou também por aqui pois o silêncio tem sido divinal. As imagens televisivas chocam e a sua repetição começa a ser abusiva da nossa paciência pois a abordagem deveria ser mais severa com os governos de todo o mundo e as próprias organizações que parece estarem a preparar apenas os funerais, esquecendo o apoio aos vivos, muitos deles a precisar de cuidados médicos urgentes. Tão perto da civilização consumista e os meios tardam em chegar. A sociedade não está preparada para a solidariedade rápida e o poder só pensa em estar preparado para a guerra.
2010-01-14

Arsénio Pires - Porto

Caro Assis e colegas:

Volto para dizer que, segundo o Expresso online, a CÁRITAS portuguesa já tem uma conta especial para ajudar o povo haitiano. Consulta e lá encontrarás informação completa:

http://www.caritas.pt/noticia.asp?caritaid=1&noticiaid=2927

O Expresso diz: "Este dinheiro não irá para os ditadores que subjugam aquele povo. Este dinheiro irá possibilitar que médicos salvem vidas."

 

É altura de sermos solidários.

Aqueles que neste momento passam fome têm direito àquilo que neste momento nos sobra.

E se cada um de nós matasse a fome a um haitiano? (Pelo menos por alguns dias...).

E se cada um de nós, com o seu contributo, salvasse uma vida? (Para sempre...).

E... se NÃO?!

2010-01-14

Arsénio Pires - Porto

Caro Assis:

De louvar esta tua sugestão. Eu estou disposto a participar. Também acho que, do pouco que temos na conta da AAAR, deveríamos contribuir.

Mas, uma reticência. Para a AMI não participo. Eu e a minha mulher fomos oferecer-nos para trabalho voluntário nessa ONG (a minha mulher é enfermeira) e, após duas idas lá sem sermos recebidos (a Sra. Dra. estava muito ocupada...), desistimos.

Só participo se for através doutra Organização CREDÍVEL. Por exemplo, ligada à Igreja do Porto ou nacional.

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Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

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