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2010-01-06

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Um pouco antes do Natal, "isto" parou, de facto. Seriam apenas umas tréguas? Vem agora o Arsénio, sem pontos nem vírgulas, (Irra! Pelo que sei, acho que um teclado avulso não é assim tão caro) atirar a pedra e esconder a mão, vem o Ismael Vigário com as suas classificações filosóficas, vem o Assis com o seu "choradinho" e, vejam lá, até o meu amigo Marques apareceu. Só cá falta o Vieira! Claro, estais mesmo a "provocar-me" e agora, então, cá estou eu. Não sou camiliano, nem queiroseano, nem horaciano, nem pavloviano, nem platónico, eu sou o que sou; não sou O "ego sum qui sum" porque não passo dum mísero e mortal pecador, mas, como dizia o outro, vocês percebem do que é que eu estou a falar. No que respeita a duelos, vejam lá, virei pacifista e, doravante, só combaterei nos de bom dente e boa goela e, mesmo nesses de faca e garfo, só o farei com reservas e muito a medo, pois me sinto já muito fradinho e qualquer lingrinhas me destroça. Diz o meu amigo J.Marques que um qualquer padre Pinto (com 81 anos já tinha obrigação de dizer coisas mais acertadas, pois eu sendo um tudo nada mais novo, dizendo, embora, muitas bacoquices, parece que mesmo assim, não digo tantas) afirma e pensa que o casamento não deveria ser indissolúvel. Olha o milagre, e porventura o é? Senhor, os ditos divorciados são mais que as "mães"! Isso também eu queria que assim fosse, pois teria tido a oportunidade de, com toda a legitimidade, poder experimentar vários "rabos de saia". Entendo que a suprema maravilha seria mesmo não haver regras nem leis e cada um fazer o que lhe desse na real gana; sicut canes. Haja juízo! Diz mais o amigo Marques, que o tal Padre Pinto é como ele, de esquerda. Abrenúncio! Eu de esquerda, nunca! De esquerda, só os "escochos" e eu sou um homem muito direitinho. Pelos vistos, o amigo J.Marques contraiu uma espondilose aborrecida que o inclina para a esquerda. Será o tal desaprumo de que falava o Vieira? Lamento muito essa "desgraça" e faço votos para que se endireite, muito embora digam que quem torto nasce, tarde ou nunca o faz e, mesmo não tendo o amigo Marques nascido torto, creio que o "nunca" será irreversível. Mas … tudo bem! Sabeis que mais? O Vieira é que foi fino, aqui há dias teve a gentileza de me fazer uma inesperada visita e travamos um específico "duelo", sem sangue nem mortes. Fazei como ele, aparecei aqui pelos Arcos e constatai que não vos ireis queixar nem arrepender. Alguém já me prometeu isso, contudo, até hoje não cumpriu a promessa. Ou será que, com as passadas festas, ficastes todos com a barriga cheia?
2010-01-06

jmarques - Penafiel

Respondendo ao Arsénio e à sua invetiva, na sugerência do Acordo Ortográfico, li agora uma aludência ao Padre Costa Pinto, que é dos "meus", pois sendo um inconformado ou desregrado, ninguém o apelidou ainda de desnivelado, nem mesmo o meu amigo Martins Ribeiro, sempre afoito a estas desobediências cíclicas. Apreciei a leitura compartimentada do Ismael e só espero bem que os meus amigos tenham dado sequência ao ano com o tal pé direito, pois eu puxo cá sempre prá esquerda, fruto de uma espondilose que afecta o ombro do outro lado.Que me perdoe o Assis aquelas minhas palavras, mas mesmo assim penso que ele ainda não está curado...
2010-01-05

Arsénio Pires - Porto

continuo sem teclas pois já me informei e custam um balúrdio mas volto aqui para berrar um pouco sobre a situação em que nos encontramos sem motivos para comentar pois o outro o faz cocó e foge baldou-se ao duelo e deixámos de ter sangue para mostrar ao povo de modos que eu ia perguntar se alguém lê os pontos de vista ou se estamos a trabalhar para o boneco dizei pois aquilo dá muito trabalho e deixai que vos diga se ninguém lê não vale a pena dar pérolas a leitões que é para não dizer mesmo porcos recos ou suínos com vossa licença faz favor e ponto final
2010-01-04

assis - Folgosa - Maia

Bom dia, meus amigos Tenho pena que sejamos tão poucos os que aproveitamos este espaço - que é de todos, não apenas desses poucos - para comunicar. Será que o medo, ou a falsa vergonha ainda não nos deixa ser totalmente nós próprios? Não pretendo dar lição a ninguém e menos ainda a quem sei ter conhecimentos superiores aos meus. Simplesmente, encontro-me já numa fase da vida certamente muito curta para aprender e por isso mesmo desejo aproveitar os poucos anos, ou dias, que tenho pela frente. Por isso vos rogo: Deixai-me participar dos vossos conhecimentos, sejam eles quais forem. Vinde até ao nosso "sítio" e sentêmo-nos em amena cavaqueira, conversemos como simples amigos, sem medos. Os amigos não podem levar a mal o quer que seja que brote do coração de outros amigos.Soltem-se pois os talentos de tantos doutores (não faço qualquer ironia, podeis crer) e venham enriquecer-nos a todos. E já agora, não posso deixar de vos dizer, e muito particularmente ao nosso amigo Ismael Vigário, que mal conheço dos 2/3 encontros que tivemos,que me fez rir à brava com as suas classificações pessoais.E quanto à minha,até me sinto lisonjeado.Quem diria, eu um luterano franciscano, ah,ah...pois também eu acreditei piamente naquilo que hoje não acredito:que a maioria dos franciscanos de hoje sejam seguidores verdadeiros do seu fundador;e que Lutero tenha dito à sua "amante"?)numa bela noite estrelada, que o céu era belo mas não seria para eles. Por isso, será bom que aos nossos filhos ou netos contemos histórias ver- dadeiras, não supostas histórias que alguns interesses foram fabricando. Assim, não sendo enganados, não perderão eles tempo a descobrir por si e poderão aproveitar as suas energias noutras coisas mais proveitosas para a sociedade.Bernard Haring -o grande moralista redentorista do Vaticano II- tem um livrinho muito interessante sobre as virtudes humanas da (Edit.Perp.Socorro)int."Vida em Cristo Plenificada".Todas elas são mara- vilhosas, mas entre as diversas virtudes distingo 2:uma sobre a Liber- dade e outra sobre o Discenimento.Creio que é um livrinho que a todos nos poderá ajudar muito. A mim pelo menos ajudou imenso, além de outros seus, alguns infelizmente não publicados pelas Editoras redentoristas.Às vezes buscamos fora da congregação os ensinamentos dos mestres que dela fazem parte.B. Haring talvez seja o maior de todos.Para aqueles a quem possa ter escandalizado com as minhas palavras, apenas quero deixar as dele ditas ao P.Henri:"Se eu confundisse a verdadeira Igreja de Jesus com o Vaticano, eu não permanecia dentro dela nem mais um minuto." Out- ros livrinhos se encontram na E.P.Socorro que deveriam ser lidos e re- lidos:"Em Crente e Activa Liberdade","Última Palavra de Profeta","É Tudo ou Nada", "É Possível Mudar",etc.-Pena que as suas obras maiores, como "Livres e Fiéis em Cristo", não tenham sido publicadas pelos Reden- toristas.Mas há também as do Marciano Vidal, seu maior seguidor.Contactai o Nabais e vereis que há lá muitos livros esquecidos nas prateleiras a ganhar pó e valem ouro. Meus amigos, para ti Ismael em especial porque me fizeste rir e rir tão é bom como chorar, depende da circunstância - o meu abraço de amigo, de irmão talvez diga mais. Assis
2010-01-01

Ismael Vigário - Braga

Assis, homem pacífico, grande obreiro da AAAR que, achou bem vir à liça e participar na polémica, não à maneira camiliana, pois essa é mais adequada à forma do Arsénio, ao falar em duelos, ao esgrimir argumentos de orientações diversas, a saber, a sua caneta é polifacetada e invectiva em várias direcções, porém, hortodoxo e fiel aos princípios... Mas, claro, uma mente aberta e brilhante e que a todos dá resposta. O Assis, segundo interpreto, situa-se entre um luteranismo histórico e um franciscanismo que supera todas as hortodoxias: eclesiais, classistas...O Pe Henri, que é um profeta do nosso tempo e que não pode ser classificado, porque mais que interpretar o evangelho, põe-no em prática e, esse facto, desautoriza qualquer teoria.O Pe. Henri, por aquilo que me oferece compreender é uma força do evangelho, um inspirado para a acção concreta e, como tal, todos nós o compreendemos, mas custa-nos a segui-lo, porque temos mais corpo que espírito e queremos gastar a vida mais com um tinto e umas alienações verbais que nos apaziguam as dores da alma... O JMarques sentiu-se com o ajectivo do Vieira(desaprumado). Compreendi o Vieira e entendi-o como uma caracterização queirosiana de outros colegas mais novos e de espírito mais livre, não houve ofensa à honra, apenas uma luvinha branca para avançarmos na AAAR. Resumindo, há mais pontos de convergência do que divergência entre nós, pois todos acreditamos e pugnamos pelos valores humanistas e ultrapassemos os pruridos sensoriais que uma palavra ou conceito ecoa em cada um de nós. Debatamos factos, temas que sejam emergentes da nossa sociedade e vida, dignifiquemos o debate e superemo-nos dos fait-divers. Eu, pessoalmente, sou mais horaciano, acho fastidientas as reuniões e as tricas sensaboronas. Um bom ano a todos com desejos de um humanista cristão que, às vezes, tenho falta de fé mas luto sempre por ela. Já Freud dizia que a religião, embora nevrose, ajudava o cristão a ser feliz. O muito racionalismo leva as pessoas ao pessimismo, o mexer sempre na ferida é impedir que ela cicatrize, um pouco de carpe diem não faz mal a ninguém nestes tempos desorientados.

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