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2016-09-07

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Entrei no Seminário de Cristo Rei no ano lecivo de 1959/1960. Não me lembro de qualquer contacto com o padre Henri e não sei se por esse tempo ainda apareceu por lá.

Lembro-me, sim, do movimento dos Padres Operários (as maiúsculas são intencionais).

Primeiro fiquei surpreendido e estranhei que tal atitude pudesse surgir entre os padres. Passei, depois, a admirá-los e entraram na minha memória e nos meus afectos especiais, sempre com uma grande admiração e muito respeito.

Hoje ainda existirá algo de parecido? Os padres são tão poucos!

A esses, que adoptaram uma profissão e um serviço religioso e comunitário tão prestimáveis, ainda hoje os lembro como homens idealistas, generosos e românticos - no sentido mais amplo e actual deste termo.

Espero que o padre Henri ainda guarde gratas recordações desses tempos antigos e desejo que a sua saúde, a sua mobilidade e lucidez se mantenham boas e invejáveis.

Ele em nada precisa deste meu escrito. A mim agrada-me tê-lo redigido.

Se for publicado e chegar ao seu conhecimento, espero que o aprove e o sinta como uma manifestação de apreço.

Saúde para todos.

António M. Rodrigues

2016-09-05

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

       E porque todos sabem mas poucos querem saber ...

       Acho não ser por demais lembrar .

 

 

             Álcool e açúcar na bebida

             E na comida gordura e sal

             Consumidos sem peso e medida

             Podem fazer - nos muito mal .

      

       Aquele abraço

                              Zé Lamas

              

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


2016-08-31

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

           

 

                    Vagueei por sul e norte

                    Por lá vi o diabo à solta

                    Ludibriei-o com arte e sorte

                    P'ra poder estar de volta

 

                    Tendo chegado com algum cansaço

                     Mas também livre de perigos

                    Posso e quero deixar aqui um abraço

                    P'ra todos os meus amigos . 

2016-08-25

Arsénio Sousa Pires - Porto

Conheci o Pe. Henry, ainda em Gaia, na sua primeira visita a Portugal. Procurava ele aprender português para trabalhar junto dos nossos compatriotas emigrantes em Paris.

Depois, foram sucessivos encontros e os seus livros, sempre profundamente enriquecedores, que me ajudaram a perceber a verdadeira Boa Nova de Jesus, despida de ritos e rituais balofos que quase sempre tranquilizam a consciência e justificam o não fazermos nada pelos outros. Esta foi a Religião de Cristo. O contrário, foi o que Jesus combateu nos fariseus ou nos doutores da lei.

Ouvi-lhe muitas vezes este princípio que registei na memória como lema de vida: O que interessa não é aquilo em que acreditamos ou não acreditamos, mas aquilo que fazemos pelos outros! E lá vinha a frase que ele tantas vezes escreveu na dedicatória dos seus livros: "E os outros?" 

O Pe. Henry já é eterno porque encarnou Jesus servindo sempre os mais necessitados.

O resto... é erva que de manhã nasce e à tarde seca.

PARABÉNS e OBRIGADO, Pe. Henry.

2016-08-23

Delfim Pinto - Almada

Um homem de causas...
Um santo homem...
Uma simplicidade...
Uma referência para mim.
Obrigado padre Henri.

 

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