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2010-01-10

Arsénio Pires - Porto

amigos ao reler o meu anterior post verifico que já tive outra avaria pois a tecla do acento circunflexo não colocou o acento no verbo por com acento circunflexo e agora as minhas desculpas se calhar vou começar a pensar no conselho do assis e deito o computador ao rio douro acham bem? ponto final
2010-01-10

Arsénio Pires - Porto

segurem-me senão vou-me a ele ao ismael que condena a minha escrita forçada devido à avaria das teclas de que não tenho culpa alguma sabes ismael? do papa saramago não aprendo nada nem sequer a escrever bem pois sei que a escrita é um modo de por à vista aquilo que nos sai da boca e na boca não temos letras nem muito menos letras grandes nem pontos nem pontos e vírgulas e assim sabes? pois claro que sabes e a respeito do tal niettzsche quero dizer-te que a sua poesia está muito menos nesse tal do zaratustra do que no seu livro intitulado poemas e que foi traduzido pelo saudoso paulo quintela e publicado pela livraria centelha com sede em coimbra sabes? lê e diz-me alguma coisa e pronto e ponto final
2010-01-09

Ismael Vigário - Braga

Para o Assis, porque respeita o meu nome e, necessariamente, que respeita a minha pessoa. Mas, repisando a coisa. No evangelho, Cristo refere a ovelha tresmalhada e que o pastor, preocupado, deixa as outras todas e corre à procura da perdida. Assis, o todo e a parte. O que é mais importante. Não há parte sem todo e todo sem as partes. O Ser, a unidade do entes. Como podemos, nós, afirmar que amamos, respeitamos a Deus se não amamos o indivíduo concreto, neste caso, o cardinalício, mas poderia ser um pobre de Santa Marinha, um servo da igreja de Santo Ovídio. O singular existe na relação com o plural e vice-versa. Concordo com a denúncia que fazes da comunicação social, o facto de eleger este ou aquele facto e de o empolar,e o faz, selectivamente, porque retira daí dividendos várias, escamoteia, desvirtua,falseia,omite, para criar uma ideia, cumprir um objectivo económico,ideológico... mas, particularizando sempre a realidade, porque perdeu o pé, intencionalmente, dizes, talvez. Mas, de facto, cabe ao profeta denunciar mas, não como João Baptista, mas como Cristo. A profecia de Cristo é mais perfeita... Um abraço, amigo e companheiro das palavras e das hermenêuticas. Ismael Vigário
2010-01-09

Ismael Vigário - Braga

Ao JMarques, que se explica de forma poética, e, portanto, o raciocínio lógico-dedutivo tem de ser completado pelo leitor, digo-te que a minha mulher é a primeira a aturar-me e os filhos e, só depois, vêm os outros, conhecidos, próximos, amigos...A palavra citada, em geral, comprova ou autoriza uma ideia, mas cuidado, sei, quantas vezes, quanto isso é difícil. Mas acontece-me, à medida que vou envelhecendo, as ideias aparecem coladas a leituras, a textos que li, contestei, outras vezes não percebi ou percebi ao retardador, porque isto da mente, trabalha mesmo a dormir e, às vezes, por muito ler ou tresler, acontece-nos como Cervantes, no hidalgo de fraca figura, dizemos asneiras, mas isso dá-nos muito gozo e essa é a razão pela qual leva alguém a escrever. Escrevemos para nós em primeiro lugar e, depois escrevemos para os outros. Se o nosso dizer os provoca estamos a agir bem e estamos a cumprir uma dimensão comunicativa: que a nossa palavra não se enquiste em nós, mas atinja o outro, mexa com ele,o desinstabilize. Às vezes, as citações são um "corrente calamo" e, como estamos entre amigos, descuidamo-nos. Mas o ambiente é de tal maneira descontraído qua há nossos colegas que superam o Saramago na liberdade da pontuação e dão desculpas esfarrapadas e socorrem-se de registos de língua menos correntes. Sei que a vulgarização do discurso, hoje tem foruns de dignificação e concordo. Garrett fez literatura com a linguagem coloquial, viu nela uma maior capacidade afectiva, aproxima o leitor:"ó leitor amigo, carro leitor, ora pense você comigo". O JMarques, mas de Nietscher prefiro Alzo sprachat das Zarathustra ( Assim falavra Zaratustra). Este é o seu livro mais poético. Não se considerava filósofo, mas filólogo, porque amante das palavras, que pensava por dento das palavras, que ruminava por dentro das palavras. Para Além do Bem e do mal é apenas uma consequência da sua profecia que ele apregova em Zaratustra. "Quem quer o abismo tem de ter asas", "o amor do outro supõe o amor do próprio". Obrigado JMarques por me recordares. Dizem que este autor era misógeno, e, em muitos aspectos tinha razão. Não te saturo mais. Um abraço fraterno. Ismael Vigário
2010-01-09

jmarques - Penafiel

Meu caro Ismael, só mesmo um filósofo como tu consegue defender o indefensável, no que à mulher diz respeito, recorrendo às citações, mesmo que de autores russos se trate. Mas citando Friedrich Nietzsche "aquilo que se faz por amor, está sempre além do bem e do mal" e todos nós percebemos a tua preocupação, que poderá ser comum talvez à maioria de nós. Faz como o Assis que atira as culpas para a imperfeição do site, esquecendo de fazer uma acto piedoso de reflexão, pois não se deve atirara as culpas para a cozinha quando se deixa esturrar o tacho.Imperfeições do saber humano que terão sempre a contemplação divina.

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