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2010-01-08

jmarques - Penafiel

Não há Alvarinho,Gaudêncio, que corte a raíz ao pensamento quando servido apenas em amostra. Tem de ser bem mastigado e saboreado em abundância, esse verde branco dos lados de Valença, Monção ou Melgaço.Cheira-me bastante que o nosso amigo Martins Ribeiro deva ter colheitas abençoadas desse singelo néctar, se não as vendeu para o lado do inimigo em terras galegas. Quanto ao Ismael fez mal em dar a ler estes escritos à sua mulher pois em terras de ex-seminaristas as mulheres não devem meter a colher, sob pena de não entenderem porque nos divertimos com estas subtis futilidades. É o defeito de não terem frequentado um Seminário, atributo dos homens. Pergunto: qual era a mulher que na presença de um teclado com avaria nos pontos, conseguiria “dactilografar” com a facilidade do Arsénio e no fim escrever "ponto final"? Não há seguramente...nem a do Ismael, com sincero respeito e muito menos a minha.
2010-01-08

António Gaudêncio - Lisboa

Tenho vindo a apreciar, com imenso prazer, estas últimas conversas nossas, embora, com pena minha, nelas só tenha ouvido a pronúncia do norte. Eu, como mouro, tenho estado, " no balcão " a saborear e só vos digo que podem continuar porque tem sido um bom " torneio " ( melhor que um duelo que só é protagonizado por dois ). Mas, depois de tudo ler, fiquei com as minhas ourelhinhas em pé quando ouvi falar de " alvarinho". O que é isso? Alguém me consegue explicar o que é e, por gentileza, mandar-me um pequena amostra para iluminar a " minha ignorância " !!!! Aqui, pela mourama, o mais indicado para combater o frio é um produto que dá pelo nome de Tinto do Alentejo. E, quando ele anda pelos 14 ou 14,5% de teor etílico, creiam que é remédio santo e cura garantida. Acho que o " mouro " por hoje já falou bastante e, ainda por cima, desacertado, por isso vai meter a viola no saco e deixar o palco para esses artistas que, nas últimas semanas, têm dado um tão bom espectáculo.
2010-01-08

Ismael Vigário - Braga

Concordo com o repto do Assis a outros amigos para que se juntem ao rol dos comunicantes. Porque será que eles não participam? Porque não participei eu também no passado? Sabemos que muitos estão cá neste sítio, observam-nos e censuram-nos com os seu botões. Mas, se tiverem conhecimento deste espaço e se tiverem alguma vontade e lazer, sabemos que um dia aparecerão. Mas também depende de nós e, diria que depende sobretudo de nós, do modo como soubermos gerir estes espaço comunicacional. Outro dia, mostrei o meu texto à minha mulher, não gostou do meu tom de brincadeira do meu e outros textos. É um ponto de vista. Mas pode haver outros pontos de vista, outras sensibilidades que, em vez de atrairmos a caça a espantamos. Mas são nossos amigos, se soubermos renovar a amizade que um dia inicíámos e que a geografia e a vida separou. Encontrei um ou outro dos nossos e mostraram-me alguma reticência em participat neste ou noutro evento. Para muitos ainda há um ambiente de congelação. Depende da nossa imaginação para os trazermos de volta e os nossos encontros não sejam celebraçõess mais ou menos nostágicas provocadas por uns carolas. Hoje está um dia de sol, a manhã estava fria e vim de samarra para a escola, os alunos disseram que estava na sala um alentejano e aproveitei para comunicar com os não alentejanos. Venham alentejanos, beirões, transmontanos... refaçamos laços, mas novos e não apenas antigos. Um abraço aos antigos e aos novos e aos renovados. Ismael Vigário
2010-01-07

Arsénio Pires - Porto

amigo assis sou eu o que não tem as teclas todas e por tal motivo não esperes de mim grandes e eloquentes palavras pois venho aqui só pra te dizer que a tua ideia de irmos sacar umas botelhas de alvarinho lá na terra dos arcos é muito boa e é só dizeres que eu estou pronto já a outra ideia de pretenderes acordar os tais que aqui nomeaste desengana-te pois de moribundos se trata para não dizer defuntos e penso eu que nem no dia do lacrimosa dies illa dum resurgant ex favila eles se levantarão salvo seja da tumba em que descansam de não estarem cansados e já dizia o poeta alex pois enfim descansai deponde a lança que o não ter feito nada também cansa e com esta me vou ponto final
2010-01-07

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Grande amigo e caro Assis; saiu-me um peso da alma quando li o teu post e vi que encaraste tudo com um sorriso. Podes crer que era apenas isso que eu pretendia com o que escrevi. Longe de mim beliscar qualquer sã amizade e deves saber (sabes certamente) que eu te tenho numa conta de enorme amizade que nada toldará. Estamos aqui apenas para isso mesmo, para nos divertirmos um bocado que a vida já de si é muito séria e complicadal. Respeito sobremaneira todas as tuas ideias, sonhos e acções e muito te admiro pela tua grandeza de alma; quem me dera ser como tu. Como disse, ainda bem que ficaste bem disposto porque, caso fosse doutra forma, também nada me repugnaria pedir-te desculpas e perdão por possíveis dislates meus. De forma que, sigamos a nossa "receita", aqui em Arcos, Orbacém, Esposende ou no fim do mundo. Assis, o apelo que fizeste a essa lista cheia de companheiros que ainda por cá não apareceram, já eu tive tal ideia e até estranhei todas essas ausências, comentando-as com o Vieira. Fizeste bem! Quero também dizer ao Arsénio que eu, lembrando-lhe uma antiga promessa, não estava a cobrar nada e no tocante aos pontos e vírgulas, teclas e caracteres, na verdade, não conheço em concreto o problema da tua "máquina", mas entendo que tudo tem remédio. Se não for doutra forma, poderemos ir para uma solução mais radical que é deitá-la do tabuleiro superior da ponte de D. Luis ao rio Douro. Se a "máquina" não tiver o dom de voar, ficará boa com certeza. Cá vos espero, ou então dizei vós onde devo aparecer eu. É igual.

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