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2010-01-10

M. José Rodrigues - Macedo de Cavaleiros

"Post tot, tantosque labores", numas curtas tréguas concedidas por S. Pedro (o santo que abre as portas do céu, tanto para entrar... como para sair - chuva!-, eis que consegui concluir a faina da apanha da azeitona, sim, que eu, professor precocemente reformado mais "práxico" que "teorizador", acumulo funções de agricultor em tempo parcial, que foi o que os meus pais me legaram, além da vida e da educação, o que já não foi pouco. Dizia eu, concluí a faina da azeitona, de que se produz em Trás-os-Montes, na palavra dos entendidos, do melhor azeite do reino e que nós, produtores, vendemos a a um preço igual ou inferios às miscelânias que vende o Belmiro, por vias da acção dos mixordeiros e das leis do mercado. É a vida, como dizia o outro! Hoje, sob uma nevada como as antigas, que não me assusta minimamente porque ali debaixo da placa (leia-se, adega)tenho um anticongelante de respeito que em calorias não se fica atrás de outros propalados por aqui (melhor que falá-lo é experimentá-lo!), tive muito tempo disponível para "cuscar" o tal "site", coisa que já não fazia há uns dias por motivos explicados. Estou a reentrar nas lides porque o nosso presidente (olá, Vieira!) me provocou no bom sentido, induzindo-me a vir à praça. Vieira, o Gumesindo cá está bem;tenho-o "picado" para que entre nestas conversas, mas o rapaz diz que tem pouco tempo disponível. Consolei-me a ler as matérias em atraso e fiquei feliz por constatar que, quando eu temia ouvir os disparos dos bacamartes ( ou lá como se chamam ar armas dos duelos!) e notar o cheiro a pólvora ou a bombas engarrafonadas, propagados pelo vento do oeste, tudo passou a rolar pacificamente, mau grado umas pequenas escaramuças saudáveis e alguns contratempos com os teclados dos computadores. Tudo está bem quando acaba bem. Isto está a ficar longo. Vou fechar e prometo voltar.Abraços
2010-01-10

jmarques - Penafiel

O nosso amigo Martins Ribeiro já virá tarde nas suas pretensões de poligamia e em tanta quantidade, o que não nos seus anseios pois pelo que leio amiúde é pessoa ainda de muita folia linguística. É um facto que esta liberalização das relações e contratos maritais será um bom tema para o Fórum e espero que bem cedo transportem o tema para lá pois devido a minha intratável espondilose não pretendo ser eu a puxar o tema, sob pena de puxar só de um lado. Pena é que o Martins Ribeiro acosse tanto o Padre Costa Pinto pois em devida confissão, seria o conselheiro certo para essa desregrada pretensão de poligamia desenfreada. E para esses actos, palavras e desomissões estou bem certo que a penitência seria misericordiosa e solidária na sua execução.
2010-01-10

Arsénio Pires - Porto

pois amigo ismael te digo que antes desse tal de goethe já jesus o de nazaré tinha dito eu sou o caminho e também a verdade e ainda mais a vida e o eclesiastes disse muito bem nihil novum sub sole pois meu caro está tudo dito e as palavras estão gastas como as calças dum pobre e por isso eu já não tenho teclas de pontos finais e assim já que hoje nevava na serra do pilar e eu não deitei o computador ao rio ponto final
2010-01-10

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Pronto! Embruteci de vez; melhor, concluo que não sou nada e, não sendo nada, reconheço que sou um zero á esquerda. Já há dias que aqui não entrava mas hoje, a nevar lá fora e que forçadamente me empurrou para o borralho, resolvi por a escrita (a leitura, mais propriamente) em dia e, digo-vos, fiquei siderado com o que li. Santo Deus: agora, ao ler o que li, fluido das penas de J.Marques, Ismael e Assis, confidenciei para as minhas cuecas; "… cala-te, pá, mete a viola no saco e não entres mais aqui, que isto já é areia demais para a tua camioneta. Não te metas por essas veredas que não tens calçado adequado. Não entres em altas cavalarias." E assim faço. Bom; ouvi-vos trazer á baila Nietzsche, Goeth, Cervantes e sei lá quem mais. Sei muito bem quem foram esses "pândegos" e deles só me interessam algumas coisas mais prosaicas, que não as grandes filosofias. De Nietzsche conheço bem o "Alzo sprach Zarathrusta" que inspirou o magnífico poema sinfónico de Richard Strauss e do qual tenho uma gravação em DVD, codificado em 5.1 e DTS e pelo qual dei 10, no tempo dos contos. Ouvido na minha sala, numa aparelhagem que tenho, de 200 watts por canal, com o volume um bocado puxado, considero melhor que estar a ver o filme - 2010 Odisseia no Espaço -e no qual Stanley Kubrick utilizou essa partitura como banda sonora. Definitivamente não embarco em filosofias e vou seguir os conselhos do amigo J.Marques, vou tornar-me um homem progressista: vou aderir e lutar num qualquer movimento que venha a exigir o casamento com várias mulheres. Embora já pouco proveito me possam trazer no presente, 60 faziam-me jeito para, pelo menos nestes dias de frio, poder dormir no meio de duas diferentes em cada noite do mês e assim me sentir bem quentinho. Caro Assis, acho que isso também faria muito bem ao nosso Pe. Costa Pinto e a todos os seus teólogos apoiantes e que, creio eu, os levaria a não dizer tanta besteira.
2010-01-10

manuel vieira - esposende

O nosso amigo Marques parece querer atiçar o Ismael e o Assis. E nem Dom Quixote teve a experiência do cavalgar que teve o Ismael em sua égua por terras fronteiriças por junto à Serra das Mesas e do berço do Côa ,que o nosso amigo Bernardino Pacheco (que não sei se nos "ouve") tanto canta em seus versos já impressos. Neste diálogo escutado por tantos colegas como o Zé Rodrigues, que não consegue trazer à liça o seu vizinho e colega de serenatas o Gumesindo,é interessante manter a vela acesa, mas que outros se juntem a soprar para que sinta o bambolear da sua chama.

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