fale connosco


2010-02-10

Arsénio Pires - Porto

Concordo absolutamente com o Manuel Vieira.

Eu próprio me penitencio por ter feito do "Fale connosco" uma praça de discussão.

Penso que essa é a vocação do Fórum. E é pena que, nos temas que já foram lançados, poucos tenham intervindo. (Olá, Duarte Almeida! Lançaste o tema da Família e não o alimentaste! Que se passa?).

Não acredito que ainda haja quem receie expor a sua opinião. Não estamos num espaço de liberdade? Vamos entrar na paranóia dos políticos sobre a "asfixia democrática" ou "controle da comunicação"? Alguém tem medo? De quê? De quem?

Estamos em maré de afinação da máquina. Com o tempo iremos distinguindo o objectivo de cada Ágora (chamemos-lhe assim).

Vamos a isto?

2010-02-10

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Ora muito bem, Vieira: assim, é que é falar; deixemos as filosofias “profundas” e os temas de faca e alguidar para o fórum e, neste espaço, falemos apenas de assuntos agradáveis e que dispõem bem na vida, mesmo que nos apelidem e prosaicos e superficiais.  Embora eu e o amigo J.Marques não “encaixemos” bem nas respectivas monas, entendo que poderemos alinhar em discursos menos verrinosos. Para amenizar as tensões e estancar as bílis, acho que podemos aderir a Epicuro e a Baco que  embora sendo, e como diz o Assis, uns falsos deuses, não é de todo pecado aderir ao seu culto, pelo menos de vez em quando.  Por isso e para começar, propunha de imediato ao amigo Marques  que  se quiser fazer uma franqueza, já que ele não quer aparecer, aparecemos nós.  Podem ser mesmo umas farturinhas.  Nós por cá  estamos sempre prontos: o Arsénio no Fincão, o Vieira em Esposende é especialista em bons petiscos, o Assis vai fazendo umas coisas no seu refúgio e eu também não darei parte de fraco.  Quando eu estava ao serviço, dizia-se muitas vezes na minha profissão que á mesa é que se faziam os bons negócios; claro, bem comidos e bem regados, incluindo, é evidente, os negócios de amor.  Vão pensando nisso, que eu alinho sempre!

2010-02-10

manuel vieira - esposende

Meus caros amigos, este local é bom para "uma conversa" entre amigos e o desenvolvimento de temas será mais interessante para o fórum, vocacionado para as grandes abordagens. Aqui fica bem o Alvarinho do Ribeiro ou as amêndoas em flor das terras do Assis e de outros colegas da região duriense. Um abraço para os que marcam presença e para os ausentes.
2010-02-10

jmarques - Penafiel

Pois é amigo Martins Ribeiro, não vale a pena a gente gastar aqui o nosso latim porque ninguém tem coragem de se meter no nosso meio para acalmar as águas.Ou têm medo de se molhar ou embrulham-se na posição cómoda de assistir ao espectáculo. Nem o Ismael, nem o José Rodrigues, nem o Gaudêncio nem outros tantos colegas que de vez em quando colocam o dedo de fora.Até o colega Vieira anda calmo de mais  mas esse compreende-se pois é o gestor do espaço.Pois estes amigos escondem-se da cruz tal qual o Belzebu e nem querem blasfemar como nós o fazemos com a prontidão de quem está aberto a qualquer peleja. SE fosse para balbuciar sobre amores perdidos ou encontrões com os traumas de outrora enchendo páginas de revistas, aí a arena estaria cheia como em tempos de Roma. Nem o seu Alvarinho da colheita de 2009 atrai esta boa gente, embora quando nele se falou aparecessem por aí algumas gargantas sequiosas.Vamos ter paciência amigo Martins Ribeiro e esperar por essa nobre gente.

2010-02-09

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

 Caro amigo J.Marques:  por respeito ao site e a todos os que o lêem e nele participam não o vou usar para polémicas estéreis ou para responder ao seu comentário e, por isso, termino aqui.  Usei o termo blasfémia sem a carga que o amigo lhe atribui mas, após ter lido o seu contraditório, verifico que todo  ele se resume a uma sopa de frases mais que estafadas, ressabiadas de "moralismo" bacoco, e que também, no meu entender, configura uma  ingente e incomensurável blasfémia. Porque aquilo que diz não foi o que me ensinou tanta e tão boa gente.  Digo-lhe uma coisa; passei a minha infância no decurso e no auge duma cruenta guerra mundial, dias de fome e miséria, eu e todos os desse tempo e nunca precisei nem precisamos da comiseração de ninguém.  Passei, eu e muitos outros, pobres de verdade, por tempos difíceis de ditadura e nunca precisamos da comiseração de ninguém. Provenho duma família das mais pobres que nessa época havia, mas nunca estivemos á espera da comiseração de ninguém.  Esgravatamos, trabalhamos, conservamos valores e sobrevivemos, bem ou mal, mas sobrevivemos.  Por isso, sabe? Vou dizê-lo com todas as letras e em português vernáculo; estou-me “cagando”, não para os que sofrem verdadeiramente, mas  para todos aqueles que se servem dum falso e auto-proclamado sofrimento para vingarem na vida, como parasitas  que só se sentem bem enterrados no lodaçal de muitos vícios e que sofrem apenas pelos seus desmandos. Serão masoquistas?  Quanto ao resto,  á Cruz e a Cristo, eu penso de maneira diferente da sua, pouco me importando o que o amigo pensa. É lá consigo!

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