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2010-04-17

Alexandre Gonçalves - Palmela

Apesar de o tempo não me chegar nem para afagar os ditos, não resisti a entrar nesta amena cavaqueira, cuja leitura me elevou o espírito e a fúria. Explico. Primeiro, já não tenho desculpa para me calar. Um fedelho tecnológico encontrou-me a solução para o apoio logístico, por forma a que não me falte nunca o instrumento. Como se prova, pelo próprio acto de o dizer. Em segundo lugar, os contendores de serviço (J. Marques e Martins Ribeiro) são altamente estimulantes e persistentes. Bem servidos de verbos, são um exemplo a seguir para novos e mais ferozes combates. Os exfilhos de Afonso de Ligório não podem , não devem ser cães mudos.É urgente ladrar e se possível morder. A terra que habitamos foi ocupada pelo estrangeiro. Se o não podemos expulsar em guerra convencional, iniciemos sem escrúpulos a guerrilha! O estrangeiro é muita gente. E muito obscura. Com subtis interesses a comandar os seus actos e opiniões. Aproveito para saudar a fala desempoeirada do Rosa Gaudêncio. A Santa Madre não é flor que se cheire. Nós que estivemos no seu ventre temos um saber de vivências feito. Esta memória não se apaga com a idade. "Faz o que eu digo, não o que eu faço", diz uma voz pregadora. O espírito é forte mas a carne é fraca. Não há metafísica que resista a estes argumentos. E acrescenta um poeta qualquer: "as forças da natureza/ nunca ninguém as venceu." Os factos demonstram que os rios nunca morrem. Quando presos, desviam-se por outro lado.É por isto tudo que as questões levantadas são actuais. Vem ao de cima a aberração do celibato, a culpa que lhe está anexa, a solidão inútil que provoca, e os variadíssimos distúrbios da sexualidade. A Santa Madre, que de santa só já conserva o nome, sempre lidou mal com estes temas. E continua entupida com dogmas, carregados de poder e paganismo arcaicos. Por isso, ela está fora do tempo. A sua voz já não se ouve, tão longe ela fala dos homens. Como se isto já não fosse demais, ainda nega ou se absolve antecipadamente dos desvios de que é acusada. Falemos abertamente. Debatamos os sons que passam. Polémico? Isso mesmo! Com intensidade, com esperança e um imenso respeito por todas as diferenças!
2010-04-16

Arsénio Pires - Porto

Meus caros:

Bastante ocupado no trabalho conjunto com a equipa que prepara o nosso próximo Encontro em Alcobaça (nem digo Fátima para não ferir susceptibilidades mais espinhosas…), tenho-me ausentado deste espaço. Mas tenho acompanhado todas as intervenções!

É muito agradável verificar que já somos capazes de conversar sem fundamentalismos religiosos ou ateus, ou assim-assim.

Compreendemos bem que não estamos aqui em Missão! Ninguém converte ninguém. A conversão, em qualquer situação da vida, é sempre e só uma acção pessoal!

Estamos aqui num exercício de humildade (húmus, terra, barro!) já que o nosso ponto de vista é SÓ o nosso ponto de vista.

Estamos também aqui num exercício de tolerância e respeito pela diferença. O ponto de vista dos outros pode não ser coincidente com o meu. E, das duas, uma: um ajusto o meu ou continuo igual. Numa e noutra das situações, nunca perco nada (em princípio...).

O respeito pela diferença é MUITO difícil. Em actos e também em palavras.

Normalmente só nos damos conta da sua importância quando alguém não aceita a nossa diferença.

Bom. Nem sei bem por que razão escrevi o que escrevi. Mas… “o que escrevi, escrevi”, disse Pilatos. E ficou.

2010-04-15

António Gaudêncio - Lisboa

 

Uma saudação cordial para todos.

Confesso que me tenho abstido de intervir neste local para deixar espaço para esse  " delicioso " diálogo que o Martins dos Arcos e o JMarques de Penafiel têm vindo a manter. Força rapazes que o povo da Quinta aprecia ( eu pelo menos gosto e muito).  Para terminar este assunto, sugiro, só sugiro, que nos organizemos em " CLUBES DE FÃS".  Eu, sem hesitar, adiro desde já ao clube do JMarques  cujas ideias, pelo menos no que me tem sido dado observar, coincidem com as minhas.

Mais um  Encontro Anual e mais uma vez temos Fátima e Eucaristias misturadas no encontro. Paciência!!!!

Lançado há tempos, mas logo abandonado, o tema " Pedofilia " afinal tinha muita coisa para abordar. Foi pena que o tivéssemos esquecido tão rapidamente!!

Nos últimos dias temos assistido e ouvido coisas espantosas ditas por "altos representantes" dessa mafiosa instituição que é a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana sobre o tema e que me têm deixado boquiaberto.

No Chile, um fulano cardeal, que parece mandar muito, diz que a Pedofilia na Igreja não tem nada a ver com o celibato mas sim com "HOMOSEXUALIDADE". Além de ignorante esse tipo foi maldoso. Ontem um cardealzito " made in Portugal " dizia que isto era uma campanha para desacreditar a Igreja por ela se opor aos casamentos gays, à eutanásia etc.

Afinal estes cardeais fazem-me lembrar as lagostas que são dotadas de cascas grossas, são vermelhinhas por fora e na cabeça só têm merda.        

 Agora meus caros façam o favor de começar a bater!!!!  

2010-04-15

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

 

Amigos mirones e caros espectadores: estou aqui novamente para vos informar que esta não é a casa da mãe Joana nem estamos no tempo da pedra lascada e que o circo, o espectáculo ou a bagunçada, como queiram, acabou. De agora em diante, quem quiser assistir á peleja, de palanque ou refastelado numa poltrona, terá de pagar bilhete ou então, e é isso que se pretende,  fazer parte da mesma, terá de saltar para o terreno e preparar também os punhos: e  só vos dou de prazo o fim do nosso Encontro do próximo mês. Já chega! Arre, que é demais! Nunca vi tanta passividade. Apareçam, inventem novos temas, mostrem os vossos dotes. Isso espero!

Abreijos! 

 

2010-04-14

JMarques - Penafiel

Meu caro amigo Martins Ribeiro, essa de ir à sua frente não é preocupante desde que seja com a bandeira, embora não seja meu hábito esse obséquio para com os amigos e que leve muito tempo.

Como eu gostaria de lhe fazer esse favor de interceder por si, alma pecadora confessa, mesmo omitindo outros tantos prazeres terrenos, que certamente fariam corar S.Pedro, sempre atento às suas malévolas diabruras.

Quem tanto pecou na vida mundana não espere então que outro assento de estágio não seja em terras quentes do Demo, onde andarão as formosas Nereides de seus encantos e porventura alguns panascas mais atascados, atentos sempre ás gabarolices lascivas do meu caro amigo.

Mas Deus não dorme e aí sim, vai o meu amigo rogar ao Alto que envie seu anjo mensageiro e papudo, sem as ilustres asas, e então reconhecerá a minha face, mesmo que nunca a tivesse visto em terras da Barrosa.

E bem ao lado do Pai eu lhe direi:"meu Deus, meu Deus, porque o abandonaste, ele que estava a contar vir lavar os lavabos cá do céu, esperando a Tua infinita misericórdia e uma esfregona grande com balde e detergente líquido de 1ª!"

Me dirá Ele: "esse António de Valdevez nem para isso  tem jeito, pois na terra nunca limpou, deixando essa árdua tarefa para a patroa ou para a mulher a dias, que bem escolheu a dedo. Mas outras limpezas lhe destinarei, ele que tem mais basófia que o Belzebu,"

"Mas meu Deus, ele conhece o Vieira, que faz uma lampreia à bordalesa soberba, já comeu foda de Monção, leitão à bairrada, ensopado de borrego, arroz de cabidela e vinhos de truz lá dos seus lados, que mais queremos meu Deus, para alegrar as nossas mesas?"

"Não te fies JMarques, em vizinho de cavalo sem patas.  Esse Ribeiro nem sabe a água que leva o rio e é um marialvista confesso. Ele só quer o céu a ver se me apanha a Madalena, que é o fetiche dele."

"Não te preocupes meu Deus, ele deu muitas em terra mas nunca chegou aos céus, aquilo é apenas garganta..."

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