fale connosco


2010-02-27

manuel vieira - esposende

A rubrica "Fale connosco" aborda hoje o tema "Celibato e pedofilia" num contributo do nosso colega Guerreiro e esposa.

O texto dá-nos a ler uma entrevista interessante que apareceu no Spiegelonline alemão feita a um especialista em sexologia, o berlinense Klaus Beier sendo o tema "os padres pedófilos".

Vale a pena ler.

2010-02-24

Ismael Vigário - Gualtar - Braga

Olá amigos,

Este blogue, "fale connosco" é mesmo muito especial. Escrevemos alguns, e, às vezes, recebemos ecos das nosas palavras. Há outros que assistem, mas não se aventuram. Talvez lhes apetecesse discordar, elogiar, desprezar, ofender... Mas, em circunstâncias tais, com este frio e esta chuva, preferem o aconhego de uma certa inércia de não criar ondas e de evitar ecos que pertubam ou molestam o ego refastelado e dormente.

Apresentando-me melhor, depois do Seminário, fui para uma República de estudantes, em Braga, porque não as há só em Coimbra. Aí completei alguma da minha formação ou deformação. O quorum era predominante de transmontanos em terras do Minho. E também havia espírito selectivo, sobretudo dos minhotos, pois o etnocentrismo ou bairrismo dos transmontanos falava mais alto. Nesse espaço e com formações diversificadas, terçávamos grandes tertúlias que nem sempre acabavam bem, Dá para imaginar... Cheguei a ter saudades do Seminário, da ordem e disciplina que lá nos ofereciam. Mas para aprender teremos que sofrer, não temos outra saída. O mundo, o encanto ou desencanto, está sempre onde está o ser humano. E, neste sítio, também o temos cá. Quem disse que somos "castrados" abomino esta palvara. E, infelizmente, cá recorro aos meus suores académicos ,como diz o JM. É o espírito de J.J. Rousseau que ainda paira nas nossas pedagogias. O homem é naturalmente bom, a sociedade é que o corrompe. Não, não sou, definitivamente, rousseauniano. Talvez tenha sofrido menos que o filósosofo de"L'Émile".

Quaisquer que sejam as circunstâncias do ser humano, acredito na força da liberdade, na capacidade de reformular-se sempre, reconstruir-se sempre, embora nunca esquecendo a sua história.

Então o comunismo não caiu na URSS? É possível domesticar o ser humano sob a bandeira ou sob a cruz? O homem tem de ser ser sempre livre, não importa a sua história. Quem sucumbe é um fraco e, portamto menos humano. Pode-se castigar o corpo, mas o pensamento é como dinamite como profetizou Bochenski, um crítico do comunismo.

Um abraço a todos.

Não acreditem em tudo o que digo. Se soubesse disso não escrevia mais. Tiravam-me a fotografia ao meu pensamento e ainda reservo muito, por muito e muito que vos comunique. Por isso, quem escrever neste sítio, acredite nesta minha ideia e não se sentirá vazio na sua comunicação, mas mais rico, porque provocador de palavras e pensamentos novos e antigos.

Ismael Vigário

2010-02-22

manuel vieira - esposende

Caros colegas, como refere o Gaudêncio o palanque é um local aprazível de onde se assiste aos interessantes diálogos. Não se paga bilhete e a diversidade é atractiva. Por outro lado, o que parece não é e a escrita é acompanhada de alguns sorrisos malandros dos próprios, encobertos pelo elmo do guerreiro, que no caso do António Ribeiro vai montado em cavalo sem patas da autoria do escultor José Rodrigues, apeados logo ali em frente à sua casa, para que lhe seja mais fácil fugir ou proteger. Tudo não passa de um duelo virtual, a que escapam algumas blasfémias e palavrões contrários que dizem, fazem parte dos textos de ensaio em cenários de guerra das velhas cruzadas. O nosso colega Ribeiro, de águia ao peito, mostra que não quer ficar por baixo e faz muito bem e não sendo bom praticante procura, como todos os bons cristãos, mostrar que o baptizaram e que tem de defender a camisola. O nosso amigo JMarques já espreitou o furo e como não se recorda de ter sido baptizado não olha a meios para esconder a cor da camisola e mostrar que não morre de amores pelo Estádio onde muitos jogam. Mas esquecem-se que as bancadas já estão normalmente bem ocupadas e que não faltam as assobiadelas. Mas quem gosta de jogar deve entrar em campo sem receios e não há problemas que invadam o campo pois há sempre alguém a apreciar o espectáculo.
2010-02-22

Assis - Folgosa - Mai

Meus Amigos, saúde e boa disposição!

Cada qual tem a sua maneira de reagir, pois todos somos diferentes e ainda bem..."Deus não se repete!" Tenho escutado com bastante frequência,nos últimos dias, estas palavras. Não preciso dizer-vos de quem elas são. Cada um de nós é único e que bom que assim seja! Se as flores do meu jardim fossem todas iguais, já me teria aborrecido e talvez o tivesse abandonado.Mas não. Tenho até reparado que a variedade, mesmo quando de flores agrestes, o tem enriquecido. Mas esta poderá ser a minha opinião, apenas a minha...Que outros pensem o contrário, pouco me preocupa e tenho que saber aceitá-lo. Tal vai na política e até quando escutamos todas as barbaridades que pela nossa terra se vão espalhando, temos que deixar que a liberdade não seja amarfanhada. Todavia, não será a mesma coisa respeitar a liberdade e concordar com as tais barbaridades, que temos o dever de denunciar quando a nossa consciência no-lo impõe, sem ofender as pessoas. - É pela consciência que DEUS nos fala, não pelos dogmas que outros nos impinjam...É que Ele, para aqueles que acreditam, não está sentado no trono celeste sempre pronto a acertar o "relógio" quando os ponteiros se baralham. Não podemos pois interrogá-lo quando as calamidades, como a da Madeira ou a do Haiti, nos batem à porta. DEUS deu-nos um MUNDO PARA TODOS e deu-nos simultâneamente a LIBERDADE. Temos é que interrogar-nos: QUE FIZEMOS DESSES DOIS DONATIVOS? Não interrogá-lo a Ele. DEUS temos que buscá-lo dentro de nós mesmos e não fora, nem mesmo na religião.Sei que já poderei ter tornado este espaço, ao menos para alguns, demasiado pesado, um espaço que deverá ser mais ameno e atraente. A esses peço desculpa. É que o nosso amigo Ismael pedia para que não o estragássemos e eu não pretendo tal. Prometo ser futuramente mais leve pois, como ele, também me deleito com a criança que todos fomos e procuramos continuar a ser nestas páginas. Se tiver de assumir um tom mais sério, pedirei aos responsáveis do "site" para que coloquem as minhas palavras em local menos frequentado. Um abraço amigo para todos 

2010-02-21

A. Gaudêncio - Lisboa

Olá Companheiros

Tal como a linda Inês, tenho estado no meu sossego, observando, de palanque, a boa conversa que vai surgindo neste site. E como o Ismael, podia deixar-me estar quieto e ver correr o marfim. Mas isso iria frontalmente contra a minha forma de estar neste vale de lágrimas. Por isso vou "botar" faladura e quem não gostar dela, paciência!!!! E não peço que "não estraguem" o sítio. Estraguem porque só assim é que nos sentimos autênticos e não "castrados". ( Longe vão os tempos da c....) 

Reportando-me aos escritos que foram surgindo nos últimos dias, tenho que confessar que alinho, comungo e subscrevo o que o companheiro JMARQUES-Penafiel tem dito e defendido ( Atenção meu caro Martins Ribeiro isto não é uma confrontação é apenas uma forma de pensar diferente ) . 

Não conheço  ( ou conhecerei? ) nem me lembro do JMRQUES ( possível diferença geracional ) mas gostaria de saber o seu email para uma troca de impressões fora deste espaço.

Por força da minha vida profissional, percorri a Madeira muitas vezes e conheço-a como aos dedinhos das minhas mãos. É consfrangedor ver aquilo mas mais triste é pensar na situação em que se encontram muitas das pessoas que  perderam familiares, haveres  e referências  ( Se eu fosse crente diria que Deus não gostava daquela gente assim como não gostava daqueles pobres do Haiti ) Adiante. Como já antes disse, conheço bem a Madeira, geográfica, social e politicamente, e, apesar de tudo, tenho que dizer que, atendendo aos crimes de planeamento e organização do território que se cometeram naquela ilha, as destruições e perdas de vidas poderiam ser bem mais volumosas . Apesar de tudo sinto-me solidário com as gentes da Madeira, com os meus vários amigos madeirenses mas , sobretudo, com os que sofrem a perda de coisas , de familiares e de amigos  e espero que, talvez, por agora não nos apelidem de " cubanos " como era usual.

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº