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2010-02-20

Jmarques - Penafiel

Caro Vieira, a região da Madeira sofreu grandes temporais em pouco tempo e a sua configuração descendente acentuou os efeitos das enxurradas arrastando tudo o que lhe aprecesse pela frente.Da Madeira vieram 2 colegas, o Dantas de que falaste e o Gouveia que era natural do Machico. Espero que esteja tudo bem com eles.Li agora também a mensagem do colega Ismael, sempre Pessoano nas suas referências poéticas, que em cada gole de água que bebe menciona a marca, mastigando o líquido indiferente à sede, limpando o suor virtual  da sua atitude ascética e pungente. Será isto fácil retórica? Fácil não será porque me obrigou a um esforço inusitado de pensamento,  mas que me curte o lado curioso de uma miscelânea verbal lá isso é verdade. Com algum humor requerido e alguns gestos relacionais vou enviar um abraço de amizade ao Ismael e também ao meu especial amigo Martins Ribeiro que não me perdoa os meus desaforos de mística evolutiva, se é que isto existe mesmo.

2010-02-20

Ismael Vigário - Gualtar- Braga

Olá, amigos.

Tenho cá estado neste lugar. Pensando para dentro. Porque de outro modo traduziria os meus sentimentos em palavras. Mas não. O silêncio impôs-se em mim, como força espontânea e natural. Poderia ter reagido, como noutras ocasiões. Mas, em mim, há algo que me define como frontalidade e, quando me sabe a algo diferente, reajo, nem que seja como reacção inconsciente e que nem tento compreender ou forçar em mim próprio. Gosto dos ares da montanha, da luz diáfona que se reflecte na planície. Jogos de palavras! A quem interessa isso? Somos todos adultos e cheios de experiência e não estamos para nos justificarmos. Quando comunicamos, neste sítio, fazemo-lo pelo prazer que temos em partilhar algo que nos dá prazer. E não para justificar, apresentar argumentos. Pensar dói, como dizia Pessoa. E essa dor é solitária. Este espaço, tem que ser apenas de prosa, talvez um pouco de prosa poética. Sem muita seriedade, porque senão dói e desfazemos aquela criança antiga que conhecemos em nós. E acredito que, pelas reacções manifestadas, há gente que se sente magoada.  Gosto deste espaço, gosto de muitas pessoas que aqui participam, mas, por favor, não o estraguem. Obrigado a todos os que colocam verdade nas suas palavras. Ismael Vigário

2010-02-20

manuel vieira - esposende

Caros amigos,

a Madeira está a viver um grande drama devido aos fortes temporais que causaram já 32 mortes.Também temos colegas naquela região e aproveitei para  telefonar ao nosso colega Dantas do curso de 1967 que vive no Funchal e é o único de quem tenho contacto, que relatou a situação difícil.Felizmente está tudo bem com ele e com os seus.

2010-02-19

manuel vieira - esposende

Caros amigos, estamos em período de Quaresma que começou na Quarta-Feira passada e vai até à Quinta-Feira da Semana Santa, sendo a Páscoa este ano no dia 4 de Abril.Isto é apenas a título informativo. O "Pontos de vista" tem temas interessantes e não o são só para o Assis, que tem feito um super esforço para a sua leitura.Os últimos temas já podem ser lidos com a função da ampliação da letra que aparece no canto superior direito.
2010-02-19

jmarques - Penafiel

Meu caro Martins Ribeiro,
não estava a contar com a sua resposta pois a minha mensagem já não o tinha em conta pois em termos de fé penso que já não tem remédio, tal é a qualidade da cola que usa nas suas crenças, não tanto nas suas práticas. Ao pensar diferente não pode entender-me como ser pensante empedernido e subjugado à lei dos homens, enquanto assisto a uma Igreja que diz de Cristo, complacente com demasiadas injustiças e até crimes hediondos no seu seio. Onde vê Cristo nisto tudo? Já leu o último "Pontos de Vista"?
 Aprecio a boa mesa mas também aceito o destempero do corpo como atitude de comprometimento e ascese nesta fase do ano, como comportamento de fé sentida, consciente e optativa,   pese os epítetos que me atribui mercê do meu engenho crítico a uma Igreja sem sustentabilidade moral em muitos momentos da sua história e que não é o edifício que Cristo desenhou certamente, se efectuar uma análise fria e consciente. Mas quando escrevo não me dirijo a si pois já me apercebi que não vive num mundo parecido com o meu pois curiosamente cada um tem o seu mundo construído em alicerces geracionais e não é minha intenção demovê-lo sobretudo por essa razão. Mas tem que procurar perceber que o que eu sinto não será muito diferente do que sente, mas o que eu penso poderá assentar noutras premissas de liberdade de pensamento.
Também para lhe confessar que a minha estância turística preferida nunca será Fátima. E já agora desejo-lhe uma boa digestão para o dito da Bairrada.

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