fale connosco


2010-03-07

Assis - Fplgosa - Maia

1 - Nem sei por onde deva começar, tantos são já os motivos que despertaram em mim o desejo de entrar em conversa com os meus amigos...Vou começar pelas palavras últimas do Arsénio e da saudosa Sofia com ph. "Como é possível?....Não podemos ignorar". Somos todos testemunhas das barbaridades que neste mundo se vão fazendo cada dia.Não me preocupam já tanto as passadas quanto as presentes, embora todas elas me toquem. Mais que recordar as passadas, - que tantas elas são, até do nosso cristianismo e não apenas da parte dos regimes comunistas - a morte injusta dum único ser humano deve deixar-nos incomodados, revoltados mesmo. A nossa preocupação deverá ser a de evitar que uma única injustiça se cometa com um nosso irmão, mais que entrar em comparação de quem cometeu, no passado próximo ou remoto, mais barbaridades. Estas terão a finalidade única de nos lembrar que qualquer injustiça é já em si mesma uma morte injusta. E tantas se cometem ainda nos nossos dias... 2 - Mais que uma vez, aqui deixei as palavras de S. Paulo:"Quando era criança, pensava como criança. Agora que sou adulto, tenho de pensar como adulto". Também escrevi que nem sempre as coisas nos foram ensinadas da forma mais correcta e verdadeira, que nos foram apresentadas de forma dogmática pelos nossos formadores. Mas também sublinhei que nunca deixarei de estar grato a todos os formadores, mesmo nestes casos, pois sei fizeram o melhor que que souberam. Contra a opinião de alguém, continuo a defender estes dois princípios. E creio que a leitura das últimas intervenções me têm vindo a dar razão. Sim, houve muros em Gaia, em Nava del Rey e até em Valladolid e provavelmente em Castelo Branco e Lisboa, cujas sombras é compreensível ainda continuem a molestar alguns dos nossos colegas, sobretudo àqueles que foram expulsos injustamente. Compreendo pois que alguns deles não desejem aparecer. Eu próprio tive as minhas razões mas, felizmente, já as deixei para trás e hoje rio-me de alguma injustiça de que fui vítima. Já não penso como criança e portanto não aceito os dogmas do passado. Por isso digo "presente!" neste nosso local de encontro, local onde todos, sem excepção, temos assento por direito próprio. Venham pois todos com as suas experiências, ou até queixumes, para que todos nos sintamos mais humanos, mais fraternos, e não de costas viradas. Fico-me hoje por aqui. Um abraço para todos

2010-03-07

António Gaudêncio - Lisboa

Meu caro Arsénio

Como já te disse uma vez, creio que o Hitler comparado com o Estaline  é um autêntico "menino do coro". São dois malandros de altíssimo quilate, embora o russo seja, em meu entender, bastante pior. Mas, o seu a seu dono, julgo que estás a exagerar um pouco quando dizes que os mortos de Katyn foram 140 000.

Em Katyn foram executados, essencialmente, os oficiais do exército polaco ( derrotado a ocidente pelos nazis e a leste  pelos soviéticos ) e esse número , pelo que tenho lido, foi bastante menor, embora tenham sido uns largos milhares de vítimas, liquidadas de uma forma aviltante porque se tinham acolhido aos russos que no fim os fusilaram em segredo e foram sempre dizendo que tinham sido os nazis a fazer o trabalhinho. 

Só depois da queda do império é que os russos reconheceram a autoria do massacre .

O Estaline deve ter dado uma gargalhada quando se soube a verdade.  

2010-03-07

Arsénio Pires - Porto

NÃO tenhais medo!

Como é possível que os jornais não falem?

Como é possível que as televisões fechem os olhos?

Como é possível que as rádios emudeçam?

  • No dia 5 de Março fez 70 anos que o regime comunista de Estaline mandou eliminar perto de 140 mil polacos nas forestas de Katyn. Com um tiro na nuca! Porquê? Porque eram polacos!
  • No dia 5 de Março fez 57 anos que o "serial killer", Estaline, responsável por 62 milhões de mortos, morreu depois de ter confessado:

- "Sou o mais infeliz dos homens! Não tenho com quem tomar um chá!"

"Vemos, ouvimos e lemos!
Não podemos ignorar!" (Sophia de Mello Breyner Andresen)
2010-03-07

António Gaudêncio - Lisboa

 Durante muitos anos confesso que actuei de modo igual ao Aventino: fui escondendo, escamoteando e disfarçando que tinha andado num Seminário. Hoje, rondando os 70 anos, já nem me preocupo com isso. Creio que consegui no Seminário um acervo cultural que pedia meças com qualquer parceiro de outro centro de estudo. Mas tenho que reconhecer  que, embora sabendo coisas mirabolantes, quando saí do Seminário, não sabia nada da vida. A Quinta da Barrosa cercou-nos de muros que impediram o nosso crescimento harmonioso de estudantes e de "HOMENS" no sentido literal. Aprendemos muitas coisas mas alguém se esqueceu de nos ensinar outras que, também, eram necessárias à nossa formação integral.

Também gostaria de ter privado, como o nosso companheiro Aventino, com todos esses homens que ele refere, mas só tive o privilégio de conviver com o Zeca, no longínquo ano de 1963, na cidade de Faro onde ele era professor de português numa escola da cidade e eu aguardava ordem de marcha para Angola,como alferes miliciano.  Bons tempos!!!

Este " desgraçado" do JMARQUES, para além de escrever umas coisas sempre interessantes, tem o condão de me pôr a salivar quando fala de "lampreia", de " alvarinho" e de "leitão" ( eu já me contentava com o da "Churrasqueira Rocha" , um pouco mais a sul de Aguada de Cima ). E sobre a lampreia, não me importava de fazer uma excursão ao Restaurante da Mãe-Preta, em Ponte de Lima, para matar a saudade de tal pitéu ( Será que ainda existe tal restaurante ?) Frequentei-o nos anos que vão de 1977 a 1980.

Por hoje vou salivar em seco, e sozinho,  uma vez que não tenho à mão ( nem ao pé )  lampreia, leitão nem alvarinho. 

   

2010-03-07

manuel vieira - esposende

Vamos aceitar que vir aqui será como ir à pastelaria vizinha e tomar um bom café e comer um pastel de nata, ou dois.Estas coisas devem ser apreciadas e tomadas com a atitude sublime do que sabe bem. E temos presenciado a presença dos que dizem habitualmente "presente".Porventura também temos de perceber quem faz habitualmente dieta dos açúcares e dos aceleradores da tensão e não lhe convenha passar pela pastelaria vizinha.Mas como o aluno que só ouve e aprende também este espaço tem a visita de muitos colegas que só lêem e registam.Este espaço foi construído com esse propósito, de ser a sala de visitas dos nossos associados e alguns preferem ficar mudos, esse condicionamento que neste caso não é de nascença.

E lá vai vir o dia que falarão...

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