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2010-04-13

JMarques - penafiel

O meu amigo Martins Ribeiro ficou incrédulo perante as minhas afirmações mas privou-se de argumentar porque a sua fé não lhe permite libertar-se mentalmente de preceitos enquistados e quando assim é ultrapassa os comportamentos dos infiéis em defesa de Maomé.

E quando assim é, desinteressa-se da defesa porque é mais fácil assumir-se como inequívoco e senhor da única verdade, da tal absoluta e inquestionável. Mas com espíritos assim eu gosto de perder tempo porque água mole em pedra dura...

Eu apreciava as suas  reacções violentas mas desde que fossem contra os comportamentos dos pseudo representantes de Cristo que violentam os indefesos, mas isso ele não faz pois a opacidade da sua mente não o deixa ver mais longe. Isso ele não combate, torna-se conivente.

O radicalismo pela submissão religiosa mostra o perfil das mentalidades mas eu estou confiante que nova luz ilumine a sua forma de ver o mundo.

O Vieira tem fé na minha presença um dia.

Um dia me vereis pois a oportunidade um dia irá surgir. Tudo tem o seu tempo e as distâncias só se combatem pela internet neste momento, e as minhas comissões de serviço não me facilitam conviver.Um dia me vereis! Um dia que tenha a boa vida do Martins Ribeiro então poderei aparecer, mas ainda vou ter de esperar muito, certamente como ele esperou até poder participar.

2010-04-12

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Caro Vieira; mão respondi ao tópico do nosso amigo J.Marques porque  entendi que o que ele escreveu, para a minha sensibilidade, notai bem, não era passível de qualquer contraditório ou sequer uma resposta mesmo corriqueira como aquela que se dá a um cão: porque, se o tivesse feito, teria de ser necessariamente muito violento e isso eu não pretendia, nem pretendo.  Mas, a ter respondido, mesmo violentamente, um dos reparos que eu  iria fazer a esse amigo seria, nem mais nem menos, aquele que você lhe fez: não era "... por qué no te callas?" e sim  “… porque não apareces?” Só não vê isso quem não quer e, neste momento, ele tem mesmo a oportuna circunstância de comparecer no nosso Encontro a realizar em Alcobaça.  Tenho dúvidas de se poderá ser admitida qualquer desculpa que, porventura,  possa alegar para não comparecer.  Recordo que o nosso amigo Marques me contrapôs, tempos atrás, com a velada arrogância de um certo agnosticismo, que …”para Fátima, nunca!” Mesmo assim, entendo não servir isso de desculpa, pois há muitos modos de tornear tal ocorrência. Para acabar: Vieira, só numa coisa não estou de acordo consigo e, que me desculpem mas é o que penso; a de  o nosso amigo J.Marques ser importante nos nossos diálogos. Olhe que, olhe que não! No meu entender,  acho que faz tanta falta como um elefante assanhado no meio de uma loja de cristais; pelo menos enquanto não aparecer. Abreijos!

2010-04-11

manuel vieira - esposende

Meu caro Marques,

fé tem tanto de irracionalidade como de racionalidade. Como podemos ter fé em ti que não te vemos nem apareces, mas que vais estando presente através das mensagens que apenas lemos mas não ouvimos?

Sabemos e sentimos como és importante nestes diálogos e só por isso nos apercebemos que existes, mesmo que o conteúdo seja validado ou não através das nossas crenças. Mas um dia vais-nos dizer: "aqui estou" e quem te ouvir vai dizer, depois de tanto ler o que escreveste, "afinal eu já te conheço".

Meu caro amigo, fé é tudo isto e o espírito santo, não o do banco, emerge mais tarde ou mai cedo pois o seu tempo não segue o relógio humano.

O crime é crime e não vale a pena discuti-lo mas sim evitá-lo e a Igreja distraiu-se e agora tem de agir sobretudo em favor das vítimas e punir com base na culpa consciente.

Tenhamos fé no mundo e em nós, que não somos perfeitos e temos opinião, embora tenhamos por vezes receio em torná-la pública, até neste espaço.

 

2010-04-10

JMarques - Penafiel

Cá estou mas sempre distante,a milhas, o que não me permite participar nas actividades, mas um dia será.

Fátima parece ser sempre o destino não só do papa, que não sei se vai resistir até lá com os diversos escândalos de uma Igreja que se protegeu e tem vivido preocupada com o seu umbigo e começa agora a perceber que a verdade é como o azeite e as consequências maiores ainda estão para vir. Perguntará o crente, onde está o espírito santo? Se Deus existe, o que tem andado a fazer?A expressão do evangelho "deixai vir a mim as criancinhas" porque foi interpretada de uma forma criminosa pelos seus ditos ministros e representantes? Será a fé nele um embuste?A irracionalidade desta fé é um risco sem sentido? Precisará o homem de ter um deus para se poder dedicar a praticar o bem?

E podem alegar que a percentagem de criminosos ao serviço da Igreja é diminuta em relação a outras áreas da sociedade e que a igreja é dirigida por homens. Claro que percebo embora estas conclusões assentem em dados estatísticos do que é público. Mas isto apenas prova que a Igreja é também meramente humana e que se suportou num ideólogo, num homem que  viveu numa época, arranjou discípulos que confiaram nele e nas suas ideias e esses conseguiram fazer passar a sua mensagem até hoje assente já numa organização que ganhou poder político. Essa Igreja que cometeu crimes horrendos em favor da sua preservação e crescimento. Tem como outras religiões uma legião de seguidores que funcionam pela fé e não pela racionalidade e isso gera comportamentos por vezes terríveis, mais tarde reconhecidos como crimes. Onde para afinal o tal espírito santo? no banco? Deixem-me rir.

2010-04-06

Arsénio Pires - Porto

aros amigos:

Chegou a hora! Chegou a hora do nosso Encontro Nacional.
Se ainda não te decidiste a vir connosco, fá-lo agora. Ainda estás a tempo.
Consulta o Programa e verás que ele é aliciante.
Para além de poderes ver e abraçar antigos colegas, vais poder ainda usufruir de momentos verdadeiramente gratificantes.

Desta vez, o nosso Encontro Nacional é fora da nossa Casa-Mãe, o Seminário de Cristo Rei. Trata-se de uma possibildade/exepção já aprovada na nossa Assembleia-Geral de 29 Abril de 2006.
Novos ares e novas paisagens podem ajudar a revigorar os nossos laços.

Pede informações ou faz a tua inscrição para:

Domingos Nabais  - email domingosnabais@gmail.com - tel. 223 719 910 begin_of_the_skype_highlighting              223 719 910      end_of_the_skype_highlighting
   Arsénio Pires        - email arseniopires@gmail.com       - tef. 225 372 622

A seguir enviamos o Programa.

Nota: Para os que partirem do Norte (e quiserem), há um autocarro de 30 lugares à disposição, com saída e regresso ao Seminário. O preço é de 20 € por pessoa. Hora de partida: 7 horas do dia 1 de Maio.

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