fale connosco


2010-04-14

Arsénio Pires - Porto

Colegas:

Interrompo o animado diálogo entre três dos nossos (os outros estamos na bancada...) para vos informar que o nosso próximo Encontro em Fátima - Alcobça vai ser um sucesso!

Já temos 59 presenças confirmadas!

Se cada um que ler esta notícia trouxer mais um amigo... é só fazer as contas.

Força! Já falta pouco para o dia 1 e 2 de Maio!

2010-04-13

JMarques - Penafiel

O meu amigo Martins Ribeiro ainda é dos que leva à letra o que um dos seguidores de Jesus escreveu procurando fazer passar a mensagem do Mestre, humanizando segundo os costumes da época a forma de castigo, permitindo hoje interpretar como a justiça divina, o que não terá paralelo com o modus vivendi actual. Mas eu compreendo essa forma de interpretar, que atribui a Jesus e ao espírito santo essa forma de punir. da mesma forma que os muçulmanos interpretam de forma arcaica o Alcorão não sabendo transpor para os tempos actuais os usos e costumes medievos.

Os tais vendilhões do templo não terão hoje paralelo com as riquezas abissais do Vaticano, os milhões gastos em templos faustosos que são erguidos indiferentes à doutrina do Mestre?

Porque é que os cristãos se subjugam aos critérios do homem e vivem indiferentes aos ensinamentos de Cristo, Ele sim que foi um contestatário dos comportamentos dos líderes da época, prepotentes e mandatários do Mal?! Como o meu amigo martins Ribeiro diria mal daquele Homem, que soube enfrentar os fariseus e os déspotas iluminados pelo poder temporal.

Pode crer que não sou ateu, mas não  basta dizer-se crente e defensor de uma doutrina interiorizada pelos tempos e recebida como mera herança cultural e colar os olhos nas núvens. Não nego Jesus nem a história o faz. Mas não basta bater no peito ,pois a mesma história mostrou tantos que o fizeram e nenhum deles mereceu o Reino dos Céus e escusa de erguer as mãos a Deus pelo que eu digo, pois um dia vai ser julgado pelo que fez e aí as contas poderão sair furadas. Nessa altura vai lembrar-se certamente de mim e perguntar-lhe : " Meu Deus, se eu não mereço as portas do céu que tantas vezes te defendi do JMarques, o que será então dele quando aqui tocar a campaínha, ele que vinha com aquela conversa de chácha, que dizia calúnias do teu amigo Espírito Santo, que te chamava de distraído em relação aos teus ministros na terra que papavam os meninos"?

E Ele certamente lhe vai dizer: "meu caro Martins Ribeiro dos Arcos, que só querias saber de ti e dos teus colegas de Seminário, é mais fácil o JMarques passar pelo cú de uma agulha do que tu entrares no reino dos Céus, pois é desses espíritos livres e atentos que eu preciso aqui para assessores, pois viverão críticos sobre o que se passa no reino dos homens, onde viveste subjugado às interpretações de alguns dos meus maiores ministros, eles que pensaram que eram os deuses".

Só nessa altura, meu caro Ribeiro, vai perceber que o JMarques foi mais um anjo papudo sem asas que lhe quis abrir o espírito e apresentar a boa nova, mas o meu amigo preferiu colocar óculos muito escuros para não me ver(embora eu não apareça fisicamente) e meter nas orelhas os "phones" do seu Mp4 para não me ouvir.

E nem o Alvarinho de Monção, nem os charutos e os rebuçados dos Arcos bastarão, para apagar as palavras malévolas que dirigiu a quem lhe propôs com honestidade e delicadeza uma nova visão do mundo, essa sim, que lhe consagrará o direito um dia, e que faltem muitos, a um lugar espaçoso à direita do Pai. E digo espaçoso porque parte substancial do lugar já fica reservado para a minha ida, certinho de por cá ainda o vou "aturar" muitos anos.

 

2010-04-13

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

O meu amigo J.Marques vem voltando á carga e, no seu último tópico, profere a meu  respeito certas afirmações de todo descabidas e congemina falsas deduções sobre o meu modo de pensar. O que ele julgue ou possa julgar de mim  é-me totalmente irrelevante e, se estou aqui, é apenas para lhe dizer, mais uma vez, que a mim nunca ninguém me toldou a mente, nem a minha fé me impede do que quer que seja e que tudo o que provém da minha mentalidade é fruto apenas do meu livre pensamento.  Pelos vistos o amigo é que toma a presunção de ser uma refulgente luminária da civilização sendo, isso sim, um ser radical, pois cataloga de trogloditas e atrasados neandertais todos os que professam alguma fé. Põe sempre esse seu e único rótulo! E sendo assim, afirmo-lhe que, quando me indigno com os ataques á Igreja de Cristo não estou a defender nenhum criminoso, seja ele Papa, Bispo, Padre, Sacristão, Presidente da República, Deputado ou Juiz.  Para mim, criminoso é criminoso e, se tivesse o poder de castigá-los, mandava-os fuzilar a todos; assim mesmo. Admitiria que, nesse caso, me apelidasse de radicalismo mas, se reparar bem, tal pena nem sequer é minha e sim do próprio Jesus Cristo:  “… Quem escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem á volta do pescoço a mó que um asno faz girar e o lançassem ao mar - (Marcos 9-42)”. E então eu pergunto: onde está a diferença entre fuzilar alguém ou deitá-lo, atado a uma pesada mó, ao fundo do mar? Qual será pior? Por outro lado, muito me admira a zelosa indignação que o meu amigo Marques manifesta, única e exclusivamente com membros da Igreja de Cristo e não contra os de outras Instituições deste Mundo, inclusivamente contra os “impolutos” políticos abrilinos. Não será como os comunistóides que gritam desalmadamente contra os fascistas quando eles são da direita e os justificam, encorajando-os mesmo, quando eles pertencem á esquerda? Não será a vociferação do amigo Marques apenas um motivo gratuito para atacar com ódio vesgo á Igreja de Cristo? Enfim, incoerências! Verberar determinada Instituição por via dos desmandos que certos dos seus membros praticam, além de ser de uma revoltante desonestidade mental, é duma tacanha estupidez! Mas o amigo não tem (nem eu lho reconheço) qualquer estofo moral para criticar ninguém, pois  acho uma incoerência a sua visível e descabida sanha contra os criminosos da Igreja de Cristo, por provir de um indivíduo que defende os miseráveis, hediondos e horripilantes criminosos do aborto que chacinam de forma apocalíptica milhões de crianças inocentes e muito mais indefesas do que as atacadas pelos pedófilos e, não só os defende, como ainda considera tais “façanhas”, conquistas luminosas de uma brilhante civilização. O  radicalismo de submissão a tais doutrinas  é que me parece demonstrar o perfil de uma opaca e perturbada mentalidade.  Fico sem qualquer dúvida sobre a natureza de que é composta a luz que o ilumina na sua nova forma de ver o mundo. Já lhe disse uma vez que, de maneira consciente e calma, prefiro antes a baça claridade das cavernas. Por fim, as razões que alega são suas mas, para mim, não passam de desculpas esfarrapadas e, como se diz no jargão popular, de desculpas de “chácha”. Quando trabalhava, e trabalhei muitas vezes de noite sem nunca ter auferido de horas extra, mesmo nesses tempos a minha disponibilidade mantinha-se igual á de agora. Sei que com muitos companheiros se passa o mesmo porque é uma questão de gestão de vida. Por isso acho que a  fé do Vieira em tal sentido é uma fé vã pois eu, sem fazer qualquer juízo de valor, conjecturo qual será o motivo que o leva a não comparecer nos Encontros da AAAR. Sabe, amigo Marques? É que no programa dos mesmos consta sempre uma celebração eucarística e, como suponho que deve saber, na missa reza-se o “credo”, símbolo e compêndio de toda a fé cristã. Reconheço que o meu amigo nunca poderia, de facto, assistir a uma missa; não por opção ou preguiça, como eu também o faço muitas vezes, mas porque nega, ad límine, tudo o que se afirma no símbolo de Niceia. Não se interroga muitas vezes “se Deus existe” e não nega mesmo a própria ressurreição de Cristo? Ora, negar isso é deitar por terra todos os fundamentos do cristianismo. No entanto, está no seu direito.  Mas olhe, não tenha medo e apareça mesmo assim, que eu dispenso-o de assistir á missa e, entretanto, pode até beber e comer uns rissois e uns pastéizinhos de bacalhau e no fim falar á vontade, expondo então as suas ideias e concepções. Vai ver que é bonito! Sei mesmo que iria apreciar e, quem sabe, sair de lá outro homem. Abreijos!

 

 

 

 

 

 

 

 

2010-04-13

JMarques - penafiel

O meu amigo Martins Ribeiro ficou incrédulo perante as minhas afirmações mas privou-se de argumentar porque a sua fé não lhe permite libertar-se mentalmente de preceitos enquistados e quando assim é ultrapassa os comportamentos dos infiéis em defesa de Maomé.

E quando assim é, desinteressa-se da defesa porque é mais fácil assumir-se como inequívoco e senhor da única verdade, da tal absoluta e inquestionável. Mas com espíritos assim eu gosto de perder tempo porque água mole em pedra dura...

Eu apreciava as suas  reacções violentas mas desde que fossem contra os comportamentos dos pseudo representantes de Cristo que violentam os indefesos, mas isso ele não faz pois a opacidade da sua mente não o deixa ver mais longe. Isso ele não combate, torna-se conivente.

O radicalismo pela submissão religiosa mostra o perfil das mentalidades mas eu estou confiante que nova luz ilumine a sua forma de ver o mundo.

O Vieira tem fé na minha presença um dia.

Um dia me vereis pois a oportunidade um dia irá surgir. Tudo tem o seu tempo e as distâncias só se combatem pela internet neste momento, e as minhas comissões de serviço não me facilitam conviver.Um dia me vereis! Um dia que tenha a boa vida do Martins Ribeiro então poderei aparecer, mas ainda vou ter de esperar muito, certamente como ele esperou até poder participar.

2010-04-12

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Caro Vieira; mão respondi ao tópico do nosso amigo J.Marques porque  entendi que o que ele escreveu, para a minha sensibilidade, notai bem, não era passível de qualquer contraditório ou sequer uma resposta mesmo corriqueira como aquela que se dá a um cão: porque, se o tivesse feito, teria de ser necessariamente muito violento e isso eu não pretendia, nem pretendo.  Mas, a ter respondido, mesmo violentamente, um dos reparos que eu  iria fazer a esse amigo seria, nem mais nem menos, aquele que você lhe fez: não era "... por qué no te callas?" e sim  “… porque não apareces?” Só não vê isso quem não quer e, neste momento, ele tem mesmo a oportuna circunstância de comparecer no nosso Encontro a realizar em Alcobaça.  Tenho dúvidas de se poderá ser admitida qualquer desculpa que, porventura,  possa alegar para não comparecer.  Recordo que o nosso amigo Marques me contrapôs, tempos atrás, com a velada arrogância de um certo agnosticismo, que …”para Fátima, nunca!” Mesmo assim, entendo não servir isso de desculpa, pois há muitos modos de tornear tal ocorrência. Para acabar: Vieira, só numa coisa não estou de acordo consigo e, que me desculpem mas é o que penso; a de  o nosso amigo J.Marques ser importante nos nossos diálogos. Olhe que, olhe que não! No meu entender,  acho que faz tanta falta como um elefante assanhado no meio de uma loja de cristais; pelo menos enquanto não aparecer. Abreijos!

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº