fale connosco


2010-04-06

Arsénio Pires - Porto

aros amigos:

Chegou a hora! Chegou a hora do nosso Encontro Nacional.
Se ainda não te decidiste a vir connosco, fá-lo agora. Ainda estás a tempo.
Consulta o Programa e verás que ele é aliciante.
Para além de poderes ver e abraçar antigos colegas, vais poder ainda usufruir de momentos verdadeiramente gratificantes.

Desta vez, o nosso Encontro Nacional é fora da nossa Casa-Mãe, o Seminário de Cristo Rei. Trata-se de uma possibildade/exepção já aprovada na nossa Assembleia-Geral de 29 Abril de 2006.
Novos ares e novas paisagens podem ajudar a revigorar os nossos laços.

Pede informações ou faz a tua inscrição para:

Domingos Nabais  - email domingosnabais@gmail.com - tel. 223 719 910 begin_of_the_skype_highlighting              223 719 910      end_of_the_skype_highlighting
   Arsénio Pires        - email arseniopires@gmail.com       - tef. 225 372 622

A seguir enviamos o Programa.

Nota: Para os que partirem do Norte (e quiserem), há um autocarro de 30 lugares à disposição, com saída e regresso ao Seminário. O preço é de 20 € por pessoa. Hora de partida: 7 horas do dia 1 de Maio.

2010-04-06

Arsénio Pires - Porto

GRANDE ENCONTRO 2010
                        Programa


DIA 1 DE MAIO (sábado): FÁTIMA: CASA DE RETIROS DE N. SRA. DO CARMO

10.00 – Chegada – Abraços/Beijinhos
10.45 – ASSEMBLEIA GERAL:
Ordem de trabalhos conforme convocatória
13.00 – Almoço

15.00 – PALESTRA:
“O Cantochão, o Gregoriano e o Canto de Cister”
por José Maria Pedrosa
17.00 – Tempo Livre
19.00 – CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA (Pe. Faustino Ferreira)
20.00 – Jantar
21.30 – CONVÍVIO CULTURAL:
                Cada um contribua com algo de pessoal para o Grupo.

DIA 2 DE MAIO (domingo): ALCOBAÇA

08.30 – Pequeno Almoço
09.00 – Saída para Alcobaça
10.30 – VISITA GUIADA ao MOSTEIRO DE ALCOBAÇA:
               Guia-Oficial: Dra. Teresa Barracha

13.00 – Almoço: QUINTA DO PINHEIRO
        2450 - VALADO DOS FRADES - NAZARÉ
        TEL: 262 590 530 
        www.quintapinheiro-nazare.com


16.00 – DESPEDIDA.

2010-04-06

jmarques - penafiel

Mais um cerimonial pascal que se junta a tantos outros na nossa história de vida.Cada terra com seus usos e tradições, que são bem bonitas no Alto Minho conforme poderão confirmar os nossos colegas da região, onde a gastronomia também exibe os seus dotes.

No fundo todo este materialismo é que conserva as tradições e a dinâmica comercial que gera será o motor da sua preservação como festa mundana que agrada até aos ateus mais fervorosos.

As férias escolares seguem o preceito e de nada vale tirarem os cristos das paredes frias das escolas. O preceito mantém-se interiorizado e as coisas rolam e ninguém se constipa em insinuações.

Faço votos que a alegria se conserva com os ares da festança.

2010-04-01

Assis - Folgosa - Maia

Olá, Amigos.

O perfume ainda quente do folar transmontano também chegou a estas paragens. Pena que ontem mesmo tenha ido ao dentista e me tenha ficado com algum dos molares que muita falta me fará durante toda esta época. Terei que contentar-me com imaginar-vos a saborear um bom naco desse transmontano "caseiro" que também nos nossos tempos da Barrosa nos visitava, ainda que parcamente. Éramos muitos e as encomendas vindas  daquelas bandas não eram assim tantas que pudessem satisfazer a totalidade dos alunos. Normalmente as encomendas enviadas peloos nossos pais eram apenas divididas pelos alunos do mesmo curso. Recordo também um outro bolo que nos chegava de Vergada - Vila da Feira, terra do saudoso Da Costa, como lhe chamava o então director Pe. Ibanhes, e que era igualmente desta época: a regueifa doce, muito semelhante à fogaça. Dos lados da Guarda, vinham os bons queijos e também a saborosa chouriça. Tudo  "caseirinho", como o folar transmontano. O bom vinho que agora tanto apregoais, esse, se vinha, ficava da outra banda dos "muros", dos tais muros que parecem escandalizar alguns. Apesar de tudo, digo-vos que, com o sentimento de partilha que então os nossos mestres procuravam implantar em nós ,os sabores transmontanos, das beiras ou do douro, mesmo sem o acompanhamento dum bom vinho maduro ou verde, foram daquelas coisas que realmente nos encantavam, como nos encanta hoje recordar aqueles belos dias, ainda que por vezes duros. Tudo "frutos da época". Assim temos ver aqueles dias e não de outra forma.

Uma Páscoa Feliz para todos vós e para os vossos familiares

2010-04-01

JMarques - Penafiel

O tema agradou-me e vim ao cheiro.O meu amigo Martins Ribeiro "falou" de forma abastada e o Manuel Rodrigues respondeu ao repto do Manuel Vieira sobre um folar de ovos com carnes, de confecção caseira em forno de lenha.Na minha aldeia os sinos da Páscoa vão tocando ao sair e chegar do compasso mas se começa a desvanescer a tradição. À mesa não.As mesas ficam fartas e o pão de ló amarelinho dos muitos ovos pode ser mais enxuto ou mais húmido.De resto, meu caro Ismael, os muros já lá vão e apenas esquentam as lembranças e cada um que se safe nestas andanças mundanas pois as incontinências mentais existem por aí a rodos.

Vamos é demolhar o prazer nos licorosos vinhos durienses, embeber numas tranches de pão de ló, outros terão o pão de lá com saborosos enchidos e vamos ouvindo os sinos, que se repetem em cada ano.Quando é para puxar à corda também cá estamos, como o nosso amigo Ribeiro sabe mas quando é para lançar a corda a uns valentes pitéus, contem com o meu incentivo, sem abusar claro, pois os cuidados são santos.

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