fale connosco


2010-05-07

manuel vieira - esposende

Meus caros amigos,

 O Gaudêncio tem toda a razão quando diz que é importante que não sejam sempre os mesmos a trabalhar e se ele aparecesse nas Assembleias já tinha ouvido da minha boca esta frase repetida de que todos deveríamos passar por ali e os mandatos não se devem repetir, embora, verdade seja dita, o esforço das organizações seja desempenhado pelo Arsénio, Assis (que hoje faz anos)e pelo Nabais, essa trindade que alimenta a vida da Associação.

 Já muitos acederam a este site e apreciaram certamente o vídeo do Ribeiro e as fotos habituais que registaram o nosso Encontro.

Quanto ao fale connosco ele tem sido o nosso alimento e veio cortar um silêncio profundo, como diria o Alexandre, que separa um Encontro do outro.

 O nosso António Ribeiro tem andado desde Domingo um bocado ansioso por causa do Benfica mas tudo vai correr bem. Eu tenho uma amizade muito grande por ele e isso só foi possível devido à Associação, pois de outra forma não o conheceria e como tal nunca eu poderia esta renúncia anunciada. E como ele se ri muitas vezes dos combates virtuais que aqui se desenham até me doeu o coração, mas só se deve estas suas reacções ao nervosismo com que ambos vivemos até ao jogo do Rio Ave. "Cruzes canhoto" digo eu, mas vai correr tudo muito bem e vamos para a luta.

 Um abraço ao Assis pelos seus 68 e que se cuide pois para o ano os festejos merecem animação.

2010-05-07

JMarques - Penafiel

Falar de cátedra, "falar com sapiência e autoridade", diz aqui o meu bojudo dicionário que ainda preservo. Mas o meu amigo Martins Ribeiro já está habituado a estas pelejas desde a temática abortiva em que eu funcionei como ponta de lança acutilante para animar o debate. Sobre Fátima, comungo sinceramente dos conteúdos expressos pelo colega Arsénio que vão na linha de muitas opiniões que encaram a devoção mariana sob um prisma crítico, no que concerne aos meandros da fé e os contextos onde ela se desenvolve. Desenvolvemos a nossa fé, eu sou um crente convicto,seguindo caminhos conscientes e a subjectividade que colocamos muitas vezes nas nossas discussões têm a ver com os padrões de formação que a nossa vida nos proporcionou. Não sei se o mais importante é falar apenas do Alvarinho, do pão de ló que casa bem,dos folares, do arroz de frango ou das doçarias ou então do Benfica.Gosto de abordar os temas todos porque o espaço é permissivo a estes apetites e faço-o sempre no pressuposto de que conversar faz bem. Falar sobre política ou religião é mais complicado e obriga a um poder de encaixe que os nossos temperamentos eventualmente podem não facilitar. Mas o meu amigo Martins Ribeiro sempre demonstrou que é um homem que sabe esgrimir, usar as armas e picar com o florete quando convém e da minha parte nunca mostrei animosidade desde há 3 ou 4 anos que andamos por estes lados e temos procurado trazer os colegas, no mínimo, para a bancada. Mostra que tem uma formação magnífica, uma linguagem soberbamente esmerada e defende com garra os seus valores e assim é que deve ser e só assim tem conseguido animar este espaço que não tem limite de tempo e não procura resultado. Por isso espero bem que os nossos diálogos não sejam causa de desalento, como não o foram até agora pois os valores que nos aproximam são muito superiores às meras diferenças de opinião num ou noutro aspecto. Nestes cenários que nós criamos, alguns sorriram, outros ficaram amuados e outros bateram palmas aos 2 intervenientes. E ninguém pagou bilhete.. e porque temos na vida de fazer opções e saber defendê-las, viva o Benfica!
2010-05-07

António Gaudêncio - Lisboa

Meu caro Martins Ribeiro

Nesta curta mensagem apenas quero juntar o meu apelo ao do Arsénio: não saia nem se afaste da Associação por motivos relacionados com este espaço. E se  a razão maior adveio das minhas expressões : " ex catedra ",  "bojardas " ou dos meus pontos de vista, eu retiro as expressões e peço desculpas por ter sido, eventualmente, demasiado acutilante. Só não retiro alguns dos meus comentários porque eles correspondem exactamente àquilo que eu penso.

Creio que na Associação cabem todos : os que pretendem fazer dela uma espécie de Ordem Terceira dos Redentoristas e os que não concordam com isso e, por conseguinte, tomam, por vezes, atitudes que podem não agradar aos primeiros. Gastei algum tempo  e dinheiro na altura da fundação da nossa Associação por ter sido obrigado a algumas deslocações ao Porto. Não me arrependo mas verifiquei, logo  nos primeiros anos, que  a Associação enveredou por caminhos que não me agradaram mas isso não me pareceu argumento suficiente para me afastar dela. 

Por isso meu caro MR não se afaste da Associação mas barafuste contra aquilo que fere os seus ouvidos e a sua sencibilidade . E atente que algumas coisas que se escrevem neste "sítio" têm claros " intuitos provocatórios " e seria muito triste ficarmos sem um polesmista de seu peso para rebater os nossos dislates.    

2010-05-07

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Caro e grande companheiro Arsénio:  falando a sério; claro que não foi a sua opinião que me levou a tomar tal atitude. Saiba que, das invocações á Virgem, de quem sou muito devoto, a de “Fátima” até é das que menos me diz e seduz e quantas vezes, quando lá me encontro, eu azucrino a minha mulher (ela sim, grande devota de Fátima) sobre o desenfreado comércio de autênticos vendilhões do templo; nisso não podemos estar mais de acordo.  Respeito esse lugar porque, por feitio, não gosto de afrontar o sagrado e até me sinto lá bem, quanto mais não seja como destino turístico. Tenho muito respeito por si e considero-o muito e seria incapaz de me indispor consigo.  Contrariamente ao que alguém possa pensar, respeito o pensamento e a expressão dos outros, quando ela é séria, honesta e dita com intuitos construtivos, nunca por nunca, quando tenta achincalhar ou bulir com a crença de alguém. Um grande abraço para si!

2010-05-07

Arsénio Pires - Porto

Meu caro Martins Ribeiro:
Acabei de ler a tua mensagem e fiquei amargurado com a conclusão da mesma.


Espero de todo o coração que, como afirmas, não tenha sido o que eu disse sobre Fátima (que, aliás, na sua essência já o escrevi na revista Míriam de Maio de 2009) o motivo desta tua inesperada decisão.
O que disse sobre este assunto vem na linha do que muitos teólogos católicos têm proclamado desde o início destas e doutras chamadas "aparições".


No mundo inteiro há registo de mais de 20 mil aparições da Virgem Maria. A Igreja só reconheceu 15 como autênticas. Mesmo declarando a autenticidade de algumas aparições, a Igreja “não garante a sua verdade de facto” como disse o Papa Pio X na sua encíclica Pascendi. (1907).  
Ficamos, assim, a saber pela boca do Papa, que nenhum católico é obrigado a acreditar na verdade dessas aparições, apesar de a Igreja as ter declarado como autênticas. Ou seja, não são "verdade de fé".

S. João da Cruz escreveu, relatando um “diálogo”com Deus-Pai: “Pedes-me revelações? Mas Eu já te disse tudo pelo meu Filho. Vai ter com Ele, escuta-O e saberás o que deves fazer”.
De facto, Jesus foi bem claro: “Eu chamo-vos amigos, porque tudo o que ouvi do Pai vo-lo dei a conhecer” (Jo 15, 15). Portanto, não há que esperar novas “revelações”!

Espero, pois, que quem por acaso se tenha sentido ofendido com as minhas palavras as entenda como livre opinião em matéria que não é de fé cristã.

Quis deixar bem clara esta minha posição para que não haja qualquer dúvida. Não sou fundamentalista! Gosto de afirmar e justificar aquilo em que acredito e defendo. Mas, como não podia deixar de ser, admito e respeito a posição daqueles que argumentem e /ou acreditem o contrário.

Mas, caro Martins Ribeiro, como disseste, não foi o que eu disse sobre Fátima o motivo desta tua inesperada posição. E, não o sendo, venho dizer-te que não posso aceitar a tua desistência da Associação. Se necessário for, encabeçarei já aqui um MOVIMENTO para que tal não aconteça.
Tu és um dos elementos mais válidos e assíduos que temos!

Sem os teus talentos artísticos como poderemos iluminar os nossos Encontros e, sobretudo, como poderemos continuar a fazer o registo em imagens do nosso passado?

Sem a tua jovialidade sempre sorridente, como vamos suportar "certa velhice" das nossas reuniões?

Como irão as nossas mulheres admitir a ausência da tua e nossa Maria da Conceição?

O MOVIMENTO está lançado!
E, se precisares, juntos daremos peleja a quem injusta e camufladamente te atacar por estas paragens.

Tu sempre deste a cara nos bons e maus momentos.
Tu nunca falaste ocultando a cara atrás do capim.
Tu és e serás dos nossos!
SEMPRE!

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