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2010-06-15

Ricardo Morais - Macedo do Mato

As fontes:

Visitei o sítio das estatísticas citadas pelo Arsénio, lá constam as definições de vários conceitos, possivelmente de acordo com regras da ONU, e apresento aqui em inglês a definição de democide em que se basearam as estatísticas que deram origem ao quadro de honra de países criminosos citado pelo Arsénio.

 

What are the differences and similarities between democide and genocide? As defined, elaborated, and qualified in Chapter 2 of Death By Government, democide is any murder by government--by officials acting under the authority of government. That is, they act according to explicit or implicit government policy or with the implicit or explicit approval of the highest officials. Such was the burying alive of Chinese civilians by Japanese soldiers, the shooting of hostages by German soldiers, the starving to death of Ukrainians by communist cadre, or the burning alive of Japanese civilians purposely fire-bombed from the air by American airmen.

Tradução minha:

Democídio é qualquer morte por um governo – por oficiais agindo sob autoridade de um governo. Isto é, agem de acordo explícito ou implícito com a política do governo ou com a aprovação explícita ou implícita de oficiais superiores. Tal foi o enterro de civis chineses vivos por soldados japoneses, o fuzilamento de prisioneiros por soldados alemães, a morte à fome de ucranianos num meio comunista, ou o queimar de propósito civis japoneses vivos com bombas incendiárias a partir do ar por aviadores americanos

Tradução do Arsénio:

Democídio, assim é conhecido o ataque do Estado ao próprio povo ou morte causada pelo Estado. Em números, de acordo com as estatísticas actuais para o século XX, aqui fica o "top 10 da infâmia":

Pelos exemplos citados, fica claro que democídio se refere tanto ao próprio governo como ao de um país estrangeiro que o ataca, e, sendo assim, o podium poderá ser alterado. O autor dos quadros estatísticos trata tudo junto e os mortos por violência no Vietname são todos atribuídos ao comunismo, razão pela que os governos da grande república da América do Norte não consta do quadro, quando ocuparia um dos primeros lugares se a definição fosse cumprida. Mas há mais governos culpados que também são omitidos: os amigos da América. Já li parte do sítio, mas terei de lá voltar e analizar com cuidado, embora o cheiro seja a merda que perdura da guerra fria.

Um abraço

2010-06-15

Assis - Folgosa - Maia

Quero aproveitar ainda este momento, não para fazer qualquer comentário às últimas intervenções, mas para vos noticiar o seguinte:

No passado dia 11 do corrente vieram três familiares do P. Henri fazer-lhe uma curta visita até ao dia de ontem, 14. A sua cunhada Marie Terese - viúva de seu irmão - Elise, filha desta e o seu marido Jean Richard. Gente muito simples e de bom coração. Fui com eles até às terras do vinho do Porto e ainda até Fátima. Porém, foi na Tenda do Encontro, a casa das crianças orientadas pelo P. Bernardino Queirós, onde eles passaram boa parte destes breves dias. Regressaram à Bretanha contentes por verem com seus próprios olhos o belo local em que o P. Henri se encontra e pela forma como todos o tratam. - A idade avançada do P. Henri - fará 90 anos a 23 de Agosto - tem muito peso no seu estado de saúde, notando-se-lhe a falta da energia a que nos habituara. Encontra-se realmente muito debilitado. Ele próprio repete com frequência: "A máquina está gasta...não posso mais..." Vamos ver por quanto tempo mais ele se manterá entre nós, ainda que todos desejaríamos fosse longo. Sim, está débil mas sempre a pensar nos mais pobres...Ele agradece a visita de quantos lha façam e sente-se com ela reconfortado.


2010-06-15

Assis - Folgosa - Maia

Meus amigos, saúde para todos vós e vossas famílias e ainda muita alegria.

Recebi pelo Nabais a notícia do Falecimento/Ressurreição do nosso querido amigo P. Maneiro.

Num misto de dor e alegria é como recordo hoje o nosso antigo professor/prefeito de Gaia. A sua ausência deixa-nos tristes mas, simultaneamente, não podemos deixar de nos alegrar com o seu momento de Ressurreição. É nesta ressurreição que acredito, semelhante à de Jesus, não em outra. A sua bondade, e a bondade das suas obras, são certamente o melhor testemunho da ressurreição do nosso amigo P. Maneiro. O seu sorriso, a sua disponibilidade para com todos, ficarão certamente connosco para o resto dos nossos dias. Obrigado, P. MANEIRO pelo seu bom exemplo e até breve...

2010-06-15

Arsénio Pires - Porto

Saúdo a entrada do meu amigo Ricardo Morais.
Apesar de eu andar muito ocupado, antevejo forte peleja!

Para já, quero só combater a forte inclinação que existe para só se falar do nazismo, esquecendo o comunismo nas suas variadas frentes, ontem e HOJE.
O nazismo, ao pé do comunismo o grande embuste do séc. XX (e continua…), passa por uma quase brincadeira não fora tratar-se do extermínio de seres humanos.

Mais tarde desmistificarei também as tais inegáveis misérias que em nome de Deus (nome que alguns agora deram em escrever com minúscula… Eu, por mim, continuo a escrever o nome de Zeus com um Z maiúsculo!) se cometeram e alguns dizem que ainda continuam quanto mais não seja por causa da proibição do uso do preservativo que mata que se farta!

Então, vamos aos números.

Fonte: 20TH CENTURY DEMOCIDE
http://www.hawaii.edu/powerkills/20TH.HTM

Comunismo e Fascismo
Estatística Actual

Democídio, assim é conhecido o ataque do Estado ao próprio povo ou morte causada pelo Estado. Em números, de acordo com as estatísticas actuais para o século XX, aqui fica o "top 10 da infâmia":

#1 China PRC: 77 a 90 milhões de mortes
#2 URSS: 50 a 62 milhões de mortes
#3 Colonialismo: 30 a 50 milhões de mortes
#4 Alemanha Nazi: 20 a 30 milhões de mortes
#5 China pré Comunista: +/- 10 milhões
#6 Japão Imperial: +/- 6 milhões
#7 China Mao Soviets: +/- 4 milhões
#8 Cambodja: +/- 2 milhões
#9 Império Otomano: +/- 1,8 milhões
#10 Vietname (Vietcongs): +/- 1,7 milhões

Portanto, com a China e a URSS bem destacadas, pelo topo as ditaduras comunistas combinadas mataram perto de 200 milhões. Aliás, ocupam mesmo 5 das 10 posições do top 10.

Mesmo no top do "ditador mais sangrento do milénio", de 1001 a 2001, fica assim ordenado:

#1 Zé Estaline: +/- 43 milhões
#2 Mao Zedong: +/- 38 milhões
#3 Adolf Hitler: +/- 20 milhões
#4 Khubilai Khan (século XIII): +/- 19 milhões
#5 Chiang Kai-shek (China pre-Mao): +/- 10 milhões
Leopoldo II da Bélgica: +/- 10 milhões
#7 Genghis Khan: +/- 4 milhões
Vladimir Lenine: +/- 4 milhões
Hideki Tojo: +/- 4 milhões
#10 Pol Pot: +/- 2 milhões

Fonte: 20TH CENTURY DEMOCIDE
http://www.hawaii.edu/powerkills/20TH.HTM

2010-06-14

Ricardo Morais - Macedo do Mato

PARA ALÉM DA IDEOLOGIA E DA RELIGIÃO

Ainda não recuperei das situações de debate entre os filhos da Palmeira em que os meus amigos antagonistas não me perdoavam uma análise baseada no homem e não em um deus. Ainda por riba, eram mais que muitos. Entretanto apareceram outras vozes já mais baseadas na análise histórica e decidi juntar-me. Nestes dias tive a má notícia de que “A Voz do Nordeste”, a que estava ligada a revista MAS, cessou actividade. O último artigo que enviei já não foi publicado. Foram comprados pelo Mensageiro, jornal ligado à diocese de Bragança. Ainda me resta A SINETA, dos Bombeiros de Izeda, e A Palmeira, mas como os ramos desta, aliás frondosos, não dão para tudo, terei de encolher o que quero dizer. Entretanto li muito sobre estas terras e estas gentes (até podia ter lido mais se os cuidados da vinha e do vinho não mo tolhessem). Nas obras do Abade Baçal, onze volumes de muitas páginas recheados de erudição e saber (isto dizia a História da Literatura Portuguesa que o Padre  Pereira nos ditribuiu), o autor chama hipócritas a todos os seus colegas por defenderem o celibato, incluindo o bispo. A respeito deste escreve “non habemus hominem”. Se ainda fosse vivo, estaria a chamar os ditos nomes a este e a todos os papas. De facto, se não homens, muito menos serão bispos ou papas. O abade assume nunca ter cumprido o celibato, o que lhe valeu ter passado a vida pelas paróquias mais afastadas de Bragança. No sábado passado almocei em Bragança com um casal cujo filho me disse ser um seu colega bisneto do meu amigo abade. O mesmo autor dedica muitas páginas à história dos judeus nesta região e censura a Igreja pelo facto. O nazismo só ultrapassou a Igreja em quantidade, mas ficou muito aquém nos métodos de tortura e de morte. Proponho a todos  a análise, baseada na história, sobre as causas que, quer no passado, quer nos nossos dias (e aqui discordo do Arsénio ao dar tudo como do passado) levam a tantos crimes, em que nações inteiras, porventura as mais evoluídas, por ideologia ou religião, estiveram envolvidas. O factor comum é que todos são bichos homens.

Um abraço

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