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2010-08-16

Assis - Folgosa-V.Velha

É só para desejar que o novo aniversário do Arsénio seja tão bom ou melhor que passado. Isto para que não possa dizer como o Peinado, e com alguma razão, "dei os parabens ao Assis e ele nem se lembrou dos meus anos". Foi mais ou menos assim, não foi Peinado?

Como ao Peinado, também agora tenho de te dizer, amigo Arsénio: Eu até do meu aniversário me esqueci já e, portanto, não leves a mal...

-- Quero também agradecer a todos os associados que já partilharam do seu pão (dinheiro) com esta pobre gente de Vila Velha. A todos os nossos agradecimentos.

Seria bom que todos os associados se comprometessem a não deitar no balde do "lixo" as migalhas que lhes sobram. Mal imaginais o que se poderia fazer aqui com apenas 40 ou 50 cêntimos. Se cada um de nós se comprometesse com 4o ou 50 cêntimos diáriamente... que panelão de sopa se poderia oferecer a todas estas crianças e velhinhos (de pele e osso)... quantos medicamentos poderiam ser postos ao seu dispôr...quantas criancinhas poderiam frequentar a escolinha do Pe. Henri...quantos sorrisos nos rostos de toda esta gente...

Seria bom que este sonho se tornasse realidade, e é tão fácil de realizar...o resto deixaríamos ao cuidado de Deus...

De 2 padres amigos da Madeira trouxemos nada menos que 2.300 euros... com o vosso e o de mais três padres que vós conheceis bem, e ainda de uma senhora que frequenta a igreja da firmeza, trouxemos o total de 5.500. Ainda é uma gota num grande oceano, é certo, mas uma gota de água doce que consegue fazer menos salgada a vida desta gente.

Amanhã mesmo vamos recomeçar o obra de Vila Velha. Hoje apenas tivemos tempo para pagar dívidas de fornecimentos anteriores.

"UMA BELA SINFONIA COMPÕES-SE APENAS COM PEQUENAS NOTAS". Perguntem ao Mozart ou a Betowen, ou então ao especialista na matéria, ao nosso associado J.M.Pedrosa...

Tenhamos a coragem de tomar em nossas mãos este belo desafio de FRATERNIDADE e nunca pensemos que o que já possuimos é sempre pouco. Ao lado desta pobre gente, somos todos MILIONÁRIOS...

Um forte abraço para todos vós.


2010-08-16

Assis - Folgosa

Bom dia, boa tarde, ou boa noite, caros colegas, segundo o local em que vos encontrardes...era este o formulário com que abria um programa de rádio em tempos idos...

É natural que vos encontreis, como eu, fora do local que habitualmente frequentamos. Em Fortaleza, cá a não sei quantos mil kms. não quero deixar passar a ocasião sem vos cumprimentar a todos, mas de maneira muito especial ao cosso colega Martins Ribeiro a quem endereço os melhores votos de felicidade, a ele e à D. Conceição, é claro. Bodas de ouro de casados não é para todos, ele sabe bem e por isso tem razão para se sentir orgulhoso em esta celebração de ouro, não apenas dourada.

Mas, como diz o nosso Manel Veira, a D. Conceição ainda tem mais razões, já que durante tanto tempo tem sido capaz de aguentar o nosso amigo Ribeiro...claro que isto que ele diz e eu repito agora aqui não passa duma brincadeira de "Sã Amizade". O Martins Ribeiro sabe bem...

A ambos, pois, os meus parabens e que ainda cheguem, em paz e alegra, à celebração das bodas de diamente...Felicidades mil para ambos.

Um beijo/abraço meu  e do Pe. Henri


Ps. irei dando mais notícias sempre que se proporcione e o tempo o permita

Assis.

 

2010-08-16

Peinado Torres - Porto

Boa tarde companheiros O apontamento de hoje é dirigido ao ARSÉNIO PIRES e porquê ao ARSÉNIO ? simplesmente porque na minha ùltima mensagem queria ter escrito que gostei imenso da carta que ele enviou do ANTÓNIO irmão de um ex seminarista. Eu que nasci e fui criado na capital do mundo ( CIDADE DO PORTO ), e que por afazeres profissionais percorri durante anos e anos este PAÍS, tal como alguns de vós, convivi com nuita gente do mundo provinciano, termo muitto do gosto dos lisboetas. Sei que nas décadas de 30 a 80 do século passado , um curso era um luxo para quem não vivesse numa capital de distrito. Daí o seminário foi a solução , mesmo assim só para alguns. Por mim além de conhecimentos académicos DISCIPLINOU-ME. Apesar de ter vivido quase toda a minha vida no Porto, portantto ao lado de Vila Nova de Gaia estive 36 anos sem entrar na quinta da BAROSA, Mas quando estou bem disposto agradeço a DEUS e aos REDENTORISTAS o tempo que por lá passei. ARSÉNIO também adorei o texto que envias-te hoje, se assim entenderes dá um beijinho à tua filha por mim , ela deve ter ficado miuti feliz quando encontrou eese livro.Por hoje chega, mas VOLTAREi
2010-08-14

Arsénio Pires - Porto

Meus caros:

O tempo está de tosta e não há pachorra para produzir o que quer que seja (cacofonia maldita…).

Para os que ainda estão à sombra, aqui deixo o extracto dum precioso livro que o Pe. Augusto nos lia nas aulas também para desanuviar a obscuridade da matemática… pintada a branco naquele quadro preto.

O tal livro é “O Senhor Venerando”, de Carlo Manzoni.

 

Escusam de o procurar pois está esgotado há muitos anos. Este foi a minha filha que o encontrou cheio de pó e desfalecido numa estante dum alfarrabista. Como eu lhe falava tantas vezes nele, não descansou enquanto não o descobriu e ofereceu-mo no dia dos meus anos (fiz anos no dia 3 de Agosto, sabiam?!).

 

Então, aí vai este extracto:

 

“- Desculpe – disse o Sr. Venerando ao peixeiro, indicando a caixa do peixe – este peixe está fresco?

- Fresquíssimo! – disse o peixeiro.

- Então – disse o Sr. Venerando – se está muito fresco, ponha-me meio quilo dele dentro da camisa.

- Como diz? – perguntou o peixeiro que julgava não ter compreendido.

- Eu disse para me pôr meio quilo de peixe dentro do colarinho da camisa – repetiu o Sr. Venerando.

- No colarinho da camisa?

- Precisamente – confirmou o Sr. Venerando. – Eu tenho calor. O Sr. não tem calor?

- Claro que sim! Mas porque que quer pôr o peixe no colarinho da camisa?

- Porque ele está fresco – disse o Sr. Venerando. – O Sr. disse que está fresco e, se está fresco, porque não havemos de aproveitar? O senhor, quando está com calor, o que faz?

- Eu… abano-me – balbuciou o peixeiro, confuso.

- Abana-se com peixe?

- Não, com um leque – disse o peixeiro.

- Então o senhor também vende leques? – perguntou o Sr. Venerando.

- Não, não vendo leques – respondeu o peixeiro -, só tenho peixe.

- Como faz então?

- Como faço quê?

- Como faz para se abanar, se não tem peixe? - perguntou o Sr. Venerando. – Se um indivíduo tem apenas peixe e tem que se abanar, é obrigado a abanar-se com o peixe.

- Que confusão… eu não… - gaguejou o vendedor de peixe que já não percebia nada.

- Não insistamos mais – disse o Sr. Venerando. – Pense no assunto e amanhã exponha-mo por carta; entendido? Doutro modo faz-me perder o dia inteiro.

E o Sr. Venerando cumprimentou e foi-se embora tranquilamente.”


Meus caros:

Para os que ainda estão à sombra… um leque.

Para os que já moram ao sol… meio quilo peixe!

Voltarei – como diz o Peinado.

2010-08-12

Ronaldo de Araújo - Manaus -AM Brasil

www.harrisonblanco.blogspot.com

é o blog dos seminaristas do amazonas

que O Santo Afonsio abençoe a todos!

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