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2010-10-29

Davide Vaz - Almada

Meus Caros amigos! Já lá vai um tempinho em que me tenho mantido calado. Não é que não me tenha faltado a vontade de vos dizer algo, mas por razões justificadas não tenho podido aparecer., até porque, tendo o meu sistema de computador no escritório, eu não tenho aparecido por lá. Tive uns problemazitos de saúde que, felizmente, jão vão estando delebados. E por falar disso, soube, entretanto, que alguns ex-colegas se me dirigiram a desejar o meu rápido restabelecimento. Quero, por isso, agradecer a todos eles, mormente ao Assis, Peinado, Arsénio, M. Vieira, Alexandre Gonçalves, entre outros, e dizer-vos que já vou estando pronto para outra. Assim sendo, já falei com o Alexandre Gonçalves e penso estar convosco na Quinta da Oliveira do Paraíso para, juntamente com o Alex. Gonçalves, preparar o repasto para os que aparecerem. Tenho pena de não ter podido estar presente nos Arcos, terra que julgo ser das mais bonitas de Portugal para participar no são convívio que ali decorreu. Fica para a próxima. Mas cá vos espero no dia 13/11/2010 com o Alexandre. Até lá aquele abraço para todos, em especial para o Assis, que em terras de Santa Cruz, anda, com o Pe. Le Boursicaud, praticando o Evangelho. Almada, 29/11/2010 Davide Vaz
2010-10-28

manuel vieira - esposende

Conforme podem ler em "notícias" o nosso colega Fernando Echevarria vai apresentar a sua obra "ANTOLOGIA" no próximo dia 3 de Novembro, pelas 18.30h, na FNAC Santa Catarina, no Porto e remeteu-nos o convite para estarmos presentes no evento.

Já este ano lhe foram atribuídos os prémios Sophia Mello Breyner Andresen pelo conjunto da sua obra e o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Autores/CTT pelo seu trabalho "Lugar de Estudo", um conjunto de cerca de 270 poemas de que alguns constam na nossa rubrica "Solidão dos Agapantos" neste site.

Já nos habituamos aos vários prémios nacionais atribuídos a este nosso poeta e já pergunto que mais irá acontecer de bom a este nosso colega?

2010-10-25

Alexandre Gonçalves - Palmela

Variadíssimos Amigos da Diáspora: Como se comprova pelos comentários aos Sete Magníficos, a associação tem vida e dinamismo. Aquele encontro em Arcos, como outro mais alargado em Macedinho do Mato de há um ano atrás, e muitos outros que se vão fazendo por aí fora, prova que não são apenas aqueles dias solenes e organizados anualmente que alimentam o nosso espírito. Estes gestos espontâneos motivam-nos. Produzem-nos uma alegria tranparente. Acordam-nos uma fala antiga, cujas palavras permanecem intensas na boca e nas atitudes. Ao longo dos dias, viajámos muito, estabelecemos muitas relações. Mas os eqívocos sobejaram e a memória não tomou nota nem dos nomes. Muitas pessoas passaram perto de nós. A algumas até declarámos os nossos afectos, fossem eles quais fossem. Mas veio um vento qualquer do pinhal, soprou e levou para o mar o nome, o rosto e a circuntância da sua presença. Até podemos ter vagas saudades e outros sentimentos. Mas ninguém traz de volta aqueles que o tempo foi afastando. Os que passámos por Vila Nova trazemos de certo modo todos os que lá andaram. Foram anos de aprumo das raízes. Como se tivéssemos nascido ali e no desconforto de tantas ausências nos agarrássemos à vida possível. Como árvores mal situadas que ou se adaptam ou se extinguem. Mas é próprio da vida segurar-se no perigo e inventar recursos imponderáveis. E diga-se com justiça que de entre os muitos que havia o menor não era por certo uma solidária e saudável amizade. Isso, associado a outros factores, gravou-se por dentro em forma de linguagem e de valores. O que se gravava nesse tempo durava, dura e explica a necessidade dos encontros. Note-se que até os ausentes nos fazem falta. E não raro, procuramos por eles. Tudo isto para uma ideia muito breve, que pode ter efeitos de longa duração. O outono avança pela nossa vida adentro. Com a sua doçura portuguesa, a melancolia serena das plantas despidas e este excesso solar do sul. Novembro, um mês discreto mas penetrante, celebrando a nossa idade com sábias sugestões de resistência e confiança. Castanhas douradas, uma fogueira no campo, uma taça de vinho novo a testar o verão distante. Um pouco de gregoriano que parece suspenso no ar, como o que se ouvia no Advento nos corredores do barrosal. Sem o salmo cinquenta, para acalmar a justa fúria do António Luís. É mais ou menos isto o que se promete para o dia treze, sábado, em Oliveira do Paraíso, situada entre Tejo e Sado, das dez às dezassete horas. Bom seria que viessem do Norte e do Sul, do Centro e do Nordeste. Se o rectângulo é tão estreito e se a inteligência política o retalhou em tiras de alcatrão, então não há razões que justifiquem qualquer ausência.
2010-10-20

Peinado Torres - Porto

Bom dia companheiros Como diz o grande cantor portuense PEDRO ABRUNHOSA "VAMOS FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO", e eu plagio e digo "VAMOS ESCREVER AQUILO QUE AINDA NÃO FOI ESCRITO" Pois é amigos o almoço- convívio dos Arcos teve duas vertentes : 1ª a retribuição e continuação do encontro que realizamos em Aveiro 2º era também nosso objectivo conseguir a presença do HUMBERTO MORAIS e do ARSÉNIO, por motivos óbvios e de companheirismo. Escrevendo por minha responsabilidade, mas em comunhão com o núcleo duro o MANUEL VIEIRA e o ALEX não estiveram a mais, antes pelo contrário. Daqui para a frente, os TRES MAGNÍFICOS que passaram a ser SETE, vão continuar a pugnar, para que sejamos muitos mais, e portanto se DEUS quiser no próximo dia 13 estaremos em Palmela, como não é Quinta Feira esperamos encontrar lá o nosso companheiro AVENTINO e muitos mais. Li com o maior prazer a crónica do ALEX a respeito do nosso almoço. Amigos e companheiros só quem esteve presente consegue interpretar algumas das passagens deste seu magnífico escrito. Admiro profundamente o seu estilo de escrita, mesmo quando escreve em prosa para mim é um POETA, e ouvi-lo falar é continuar a ouvir POESIA, além do mais convivemos pouco tempo no seminário, mas faz parte do meu rol de amigos-companheiros. Voltarei PS -No próximo dia 13, quando estivermos em Palmela, faz anos precisamente 84 o Rev Padre MANUEL FERREIRA DE CARVALHO, telef 224 899 068 ou 966 417 040. Foi nosso professor e educador, meu amigo ,que não só me casou como celebrou as minhas bodas de prata.
2010-10-19

manuel vieira - esposende

 

Para os que queiram enviar uma carta ao Padre Henri, aqui fica o endereço:

Padre Henri Le Boursicaud

 Comunidade de Emaús Vila Velha
Rua 23 - Casa  06  -  Conjunto Polar
Barra do Ceará
CEP -  60347-690  FORTALEZA
BRASIL

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