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2010-11-19

manuel vieira - esposende

Meu caro Assis,

o blogue do Padre Rui,  que pretende "Derrotar montanhas", já está há uns tempos nos "Links", para esclarecer caminhos para os interessados e penso que já o Diamantino e o Arsénio fizeram referências a esse espaço de inspiração jovial.

O Arsénio dedilhou poesia sem rima (diz o Ribeiro que dá menos trabalho) e provocou a sua inspiração recordando o borrego da autoria do Chefe Davide e lembrando como o coração é fonte de vida, da tal que ainda resta ao som do disco que se esgota, para gáudio do Alexandre que não pensa no tempo mas apenas no salmo 50. A convivência gera energia  e tempera a vida e Palmela resultou.

Obrigado ao maiato Diamantino que referenciou a liderança de um fangueiro, mas o papel do líder é provocar caminhos para os que fazem parte de um grupo o entendam como espaço de partilha, com um bocadinho do seu tempo, do seu entusiasmo e do seu saber. Um bocadinho pequeninho é meu e o restante é a dividir por todos em porções iguais. Se assim o entenderem...

 

2010-11-19

Assis - Folgosa - Maia

Ora, vivam todos os meus amigos/as!

Como ainda não vi qualquer referência ao novo compartimento(?) da Galeria de Imagens que apareceu com o título de "Arrasar Montanhas" da autoria do nosso amigo Rui Santiago (Pe.), não posso deixar de me a ele me referir nesta minha intervenção.

Já sabia da sua existência, mas fora do nosso site. Ontem tive a satisfação de o consultar e me deleitar lendo algumas linhas, umas do Pe. Rui e outras do nosso saudoso Pe. Santos. Pelo que pude ler - ainda foi muito pouco - posso dizer-vos que valeu a pena e aconselho que também vós percais (?) algum do vosso prfecioso tempo com tal leitura.

Poderemos concordar ou discordar com algo que nele está dito e escrito, mas acho que foi uma mais valia que se veio juntar ao nosso ainda tenro bébé.

Parabens, primeiramente ao Pe. Rui pelos seus escritos e por não deixar que os escritos do saudoso Pe. Santos caíssem no esquecimento pela indiferença dos confrades, como muitas vezes acontece. Como "os santos da casa  não fazem milagres" ...

Parabens também àquele(s) que se lembrou/aram de enriquecer o nosso site - enriquecendo este, somos nós os mais enriquecidos - com uma tal iniciativa.

O meu abraço fraterno

2010-11-18

Arsénio Pires - Porto

Perdido tenho andado por terras de Mafoma salivando ao recordar o excelente borrego que o David magistralmente abrasou na Oliveira do Paraíso onde o Alex vocifera dia-a-dia o salmo 50. Não sabemos ainda de que amores davídicos (subentenda-se o rei David...)  o Alex se arrepende nem, muito menos, que maridos enfeitados ele mandou para a frente da batalha… Conhecemos apenas a cadência do arrependimento com que ele move os pés longos e breves do martelado latim sempre novo: Miserere mei, Deus, secundum magnam misericordiam tuam…

De facto, por afazeres de trabalho, fui retido num hotel onde a mourama me privou do  acesso ao mundo da internete.

Cheguei hoje e devorei tudo o que aqui foi escrito.

Foi mesmo assim. Quem poderá acrescentar alguma coisa ao que o Peinado e o Martins Ribeiro disseram daquele maravilhoso encontro na Quinta do Alex?

Enquanto esperava pelo dia do regresso a terras de fé, aconteceu-me isto:

    Encontro em Palmela

            Magusto 13.11. 2010

 

    Elogio da Inutilidade

 

Foi preciso chegarmos aqui para sabermos

que o tempo é curto e o disco está a acabar.

Foi preciso chegarmos aqui para sabermos

que a razão nem sempre nos levou por bons caminhos

e que o coração é que nos traz sempre

ao lugar onde nos sentimos bem.

 

Não vou fazer o “Elogio da Loucura”

a que a razão e o lucro nos levaram.

Quero tecer o “Elogio do Inútil”

a que a antiga adolescência

e os cabelos brancos desgrenhados

nos trouxeram.

Aqui. E em qualquer lugar.

 

Chegar de longe e apertar o amigo num abraço,

é inútil. Não dá ouro ou prata a ninguém.

 

Chegar de longe e fazer churrasco para os outros,

é inútil. Não dá ouro ou prata a ninguém.

 

Chegar de longe e acender o fogo das castanhas,

é inútil. Não dá ouro ou prata a ninguém.

 

Chegar de longe e entornar o sangue da alegria,

é inútil. Não dá ouro ou prata a ninguém.

 

Nós sabemos.

Nós sabemos e assim rezamos:

Bem-aventurados os inúteis

porque deles é o reino da amizade.

Bem-aventurados seremos

quando nos insultarem

e contra nós disserem toda a sorte de calúnias

chamando-nos

comilões

borrachos

ou corpos carcomidos e sem alma.

 

Queremos ser, agora e sempre,

servos inúteis!

Pois é nesta inutilidade que nos vemos

e amamos,

nós,

os sempre estrangeiros na cidade dos homens.

 

                                                      Arsénio Pires

2010-11-18

Alves Diamantino - Terras da Maia

Feliz o grupo que tem líderes. Homens certos nos lugares certos . Parabéns, caríssimo Fangueiro. Expresso a minha gratidão, ao teu esforço criativo e manutenção dos equilíbrios emocionais das identidades, deste site. Inovar é vida. Articular e reforçar laços. Compartilhar ideias. Independentemente dos números serem reais, inteiros, racionais, primos ou amigos, afirmam que o processo “Quinta da Barrosa” foi produtivo. Sempre grato, caro M. Vieira, deste companheiro que muitas vezes está em retiro. Um Abração dum ex-seminarista redentorista
2010-11-17

manuel vieira - esposende

Bem vindo Assis e os meus parabéns pela tua energia e espírito de missão que faz estremecer certamente alguns egos acomodados.

Ainda bem que chegaste e "falaste" e não fiquei indiferente ao teu comentário sobre o 1º aniversário do nosso site. Um ano não é muito tempo, mas resistir um ano nesta acalmia abúlica dos últimos tempos pode parecer muito tempo.

Parece que só as aguilhoadas do nosso colega J.Marques é que conseguiram estremecer alguns sofás mais preconceituosos mas parece que também se acomodou ao silêncio, pese o facto da sua ausência ter justificação mais misteriosa do que as interpretações filosóficas do nosso colega Ismael e dos textos clandestinos do Aventino.

Até compreendo que alguns colegas não se sintam com pedalada para participar no site, atendendo ao que foram relatando em "off" mas isto é como o BTT: quem tiver uma bicicleta com características para a modalidade pode muito bem andar nela e disfrutar da sua suspensão, sem ter que andar a subir montes e a descer montes em saltos vertiginosos que exijam alta perícia.

Eu fiz muitos kms nessa modalidade com um grupo fixo e tirei sempre o melhor partido dos trajectos que fiz, percorrendo caminhos em terra batida com ligeiros obstáculos, enquanto os mais jovens faziam brilhantes acrobacias.

Será que disse alguma coisa de útil? Não sei, mas quem tiver ouvidos que oiça...

Obrigado Assis pelo teu dinamismo e preocupação em não me deixares no silêncio.

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