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2010-11-27

Arsénio Pires - Porto

O Assis tem razão! Qualquer Elisa nos rouba a atenção dos nossos "deveres".

Confesso que fiquei agradavelmente surpreendido pela invitação do Aventino.

De início ainda hesitei pensando: Será um convite poético ou real? Mas, de repente me lembrei de Novalis que dizia "quanto mais poético mais real" e fui consultar a agenda (jovem reformado tem sempre a agenda cheia...)

E só não respondi pedindo que anotasse a minha presença, porque nesse dia me desloco a Trás-os-Montes numa visita natalícia ao que resta da minha família.

Daí que não posso alinhar no trio.

E que tal se combinássemos esse passeio cultural para mais tarde? Esta altura de festas (?) e frio talvez não seja a mais adequada.

Diz alguma coisa, Aventino.

2010-11-27

manuel vieira - esposende

O Assis tem razão, enfim "coisas de Elisa" como alguém diria.

Mas afinal, onde pára o Aventino? Pára do verbo parar no dia 4 às 9.30h, algures na Invicta cidade.

Nos "Pontos de vista" consta já um texto interessante sobre as técnicas de condução da mente através dos média, o que vem no seguimento de alguma discussão implícita no dia a dia de cada um de nós.Somos objecto e vítimas das técnicas de marketing.

2010-11-27

Assis - Folgosa - Maia

A Elisa, meus amigos, levou-vou para outras paragens e esquecemo-nos de responder ao convite do amigo Aventino.

É para as 9,30 h do dia 4  de Dezembro que se avizinha a passos largos. Talvez as respostas às adivinhas do Arsénio tenham algo a ver com as intenções do Aventino na sua qualidade de cicerone. Não sei... Ele o dirá, ou talvez o seu silêncio será a melhor forma de nos incentivar a marcar presença em esse encontro. - Lá procurarei estar fazendo companhia ao duo Aventino/Peinado, apenas duo por enquanto, estou seguro. Outros se lhes juntarão comigo certamente.

Um abraço

2010-11-26

Arsénio Pires - Porto

Pois é. O Vieira anda bem informado.

Alex, verdade é o que dizes. E, pela mesma razão, expuz aqui a sabedoria de Guerra Junqueiro.

Aquela VERDADE vem na sua obra, "Pátria". Já em 1896 se falava do Bloco Central, dos dois galos para um só poleiro.

Quem souber, que nos diga qual a diferença entre os dois capões...

Nós é que somos sempre "uns iguais", "uns capados"!

2010-11-26

manuel vieira - esposende

Guerra Junqueiro era assim que falava dos partidos de então e tantos anos depois o discurso adequa-se a estes tempos,na perfeição,  quase a dar a perceber que decerto não há cura,  como não o haverá para outras coisas, mas a mudança obriga a um grande esforço, às vezes em vão.

Também temos de perceber que a inovação não é tarefa para cérebros velhos, embora esta velhice muitas vezes nada tenha a ver com a idade e daí a importância o exercício mental a contraditar as rotinas.

Não sei quantos ais deu o Arsénio ao puxar pelaa memória, mas o que é certo é que o mote do Ribeiro já deu frutos.

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