fale connosco


2010-10-14

manuel vieira - esposende

Para molestar o silêncio vou repetir o que já vem em "Notícias", transcrevendo uma parte de um e-mail que recebi hoje do nosso colega Assis.

Com tanta actividade em ambiente bem difícil, conforta-me este seu empenho em partilhar as suas experiências, aproveitando raras oportunidades de teclar em banda larga com espírito aberto.

Não se enganou na vocação mas ele é mesmo assim; onde quer que esteja quer estar sempre connosco. Também aqui posso afirmar: "até podíamos viver sem ele mas já não seria a mesma coisa."

Num e-mail recebido hoje relata-nos:

“Ontem foi dia da Criança e de Nossa Senhora  da Aparecida, feriado nacional.

Em Vila Velha tivemos um encontro com cerca de 150 crianças. Um grupo de jovens amigos, com quem já tivemos também 2 encontros, vieram animar a festa. Distribuiram-se alguns brinquedos que nos foram oferecidos e um pedaço de bolo com refrigerante. Eles adoraram e o Pe. Henri sentiu-se entre eles como o avozinho pegando neles ao colo. Foi bom, mas sabe sempre a muito pouco…

 

Ainda ontem tive a oportunidade de visitar a mãe e os familiares do jovem de 12 anos que foi morto com 3 tiros há dias e que meia hora antes havia estado a lanchar com a gente. Não é fácil pegar no sono depois de uma experiência destas. A mãe, que no próximo sábado fará uma cesariana para ter o seu 15° filho, já teve 3 mortos da mesma forma.”

 

E perante tanto silêncio vou repetir o Nicolau:"Não é gato?"

 

 

2010-10-13

Alves Diamantino - Terras da Maia

Flash Noticioso Continuam os êxitos do mítico “Antoine”.Empolgou, uma vez mais, a completa plateia, do Forum de Ermesinde, na IV Gala da Casa do Povo. Artista de multifacetados”affaires”,deu-nos a conhecer mais talentos e algumas paixões. Planeia um desfrute nas Caraíbas. Tornou-se um disponível, mas duro, Policia de Investigação Laboratorial Avançada,(omitida a sigla, por razões de segurança). Presenteou-nos com um ballet clássico, onde, a sua fantasia, arrojo e criatividade,impressionaram o público. Ser solidário, é uma competência adquirida. “É verdade, verdadinha…….Tenho agora amigos que nunca imaginei ter, pessoas humildes,mas honestas, com as quais tenho apreendido muitas coisas novas. Todos nós temos algo para dar aos demais, mas também para receber deles”,afirmava o nosso, estimado Zé Sacadura, em “VITA NOSTRA” , da nossa Palmeira. A todos vós, caríssimo, vos felicito, artistas e técnicos escritores, encenadores, coreógrafos,do dia a dia, pelo elevado êxito da vosso trabalho criativo, na doação para o bem estar. Um Abração, Zé, de um ex-seminarista Redentorista
2010-10-11

manuel vieira - esposende

Este silêncio é ensurdecedor, pensará alguém mas será fruto da dita sonolência que também ataca os grupos.

Já muitos leram a Palmeira, outros aparecem no Facebook onde agora está registado o nosso amigo Padre Henri a viver em Vila Velha e com o Assis a dar relatos dos tempos que não são fáceis para ele.

São noventa anos de vida e também muitos anos de acção em favor dos carenciados e compreende-se que o corpo envelhece e os constrangimentos físicos são um óbice tremendo para quem se habituou a derrubar tantos obstáculos.

Já pedi ao Assis para disponibilizar o endereço do Padre Henri pois quero remeter-lhe palavras de conforto, amizade e estímulo nesta fase da sua vida. Percebemos todos que mais tarde, é tarde!

Também o nosso colega Pedrosa foi confrontado com problemas de saúde, assim como o Davide e faço votos que a recuperação seja rápida.

Nos Arcos vão estar vários colegas a conviver à mesa e esta não tem medidas pré-estabelecidas. É farta e elástica. Nela cabem muitos mas é necessário avisar por causa das cadeiras.

Para os colegas leitores um grande abraço.

2010-10-09

assis - Folgosa

Amigos,

obrigado a todos vós pelas notícias que nos ides dando. E já agora queria solicitar o favor de escerverdes uma cartinha em nome do Pe. Henri, pois ele está passando por um momento difícil. Julga que já não é uma pessoa útil para os demais,  e que é até um peso para quem dele se ocupa. facto que o amargura imenso e em determinados momentos o faz chorar. Os últimos momentos da vida, pelo que testemunho,são momentos muito complicados para as pessoas de fé. Como toda a sua vida foi uma oferta para os demais, custa-lhe aprender a receber a ajuda de quem quer que seja. Não compreende que o acto de receber é tão importante como o de dar...

Portanto, meus amigos, fico-vos grato, uma vez mais, se tiverdes  o incómodo de escrevinhar uma breves letras dirigidas ao Pe. Henri, nosso amigo.

Recebei o meu abraço fraterno

2010-10-09

alexandre Gonçalves - Palmela

Pediram-me para esclarecer o conceito de "transumância". Eu usei-o obviamente em sentido figurado. Tal como Jesus Cristo, só consigo ser claro por meio de parábolas, passe a modéstia! Conheci o termo na Beira Interior, onde se vem celebrando o ritual do mesmo nome. Conhecem-no os pastores da serra, quando os gados são deslocados por escassez de pastos. O latim pode dar aqui uma ajuda: "trans" mais "humus"(terra fresca): deslocar-se, mudar, procurar mais além o que aqui já se gastou, seja pasto, seja uma ilusão, seja um projecto novo. A transumância, aplicada aos humanos, é um permanente desafio, seja qual for a idade. Opõe-se ao cansaço, ao ócio inerte, á indolência parasita. É um movimento "ex imo pectore", que marca o estilo de um homem. É prevenir que alguém repare na idade e diga: temos de cuidar dos nossos velhinhos. Coitadinhos, eles merecem a protecção social. Qual protecção, qual quê? Eles precisam é de mudar de pastos, sejam eles quais foram! É por isso que o Martins Ribeiro, a pretexto dum cabrito do monte, nos persuade em boa hora para largarmos as nossas caninas rotinas e nos mostra a luminosa ilha que habita. Sigam-no! Ele sabe melhor o caminho. Que outros o aprendam, porque os dias são cada vez mais curtos e mais velozes. Que ninguém beba amanhã a vida que está racionada para hoje. Em Arcos transumiremos o qintal, a rua repetida e gasta como as pedras da calçada, os hábitos acumulados como camadas de inúteis verdades. A transgressão é a virtude dos sábios. O mais belo gesto será aquele que agita as águas. De resto, esperam-nos o verde Minho que rima com verde vinho e tudo o que termina em alegria. Obrigado, Martins Ribeiro!

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