fale connosco


2010-12-23

M. JOSÉ RODRIGUES - MACEDO DE CAVALEIROS

Caros companheiros AAR's Sem eu próprio entender o facto, a verdade é que me arredei um pouco deste lugar de convívio.Dantes, com alguma regularidade, ia produzindo por aqui alguma conversa.De há tempos a esta parte tenho-me limitado, em visitas esporádicas, a espiolhar o que os outros dizem. Motivo? Não encontro. Calculo que se trate de puro desleixo. Mas, sim, tenho observado a cadeia de ideias, as realizações convivais e as deambulações gastronómicas/culturais que aqui têm desfilado. Com toda a ademiração e respeito pelos intervenientes opinantes, onde eu tenho preferido ver-vos foi em fotografias que falam de mesas adornadas com suculentas iguarias, mesas de onde se vê jorrar, cristalina, a verdadeira amizade. "Mas, que andarás tu por aqui a fazer?" - perguntareis. Nada de relevante. Talvez temendo, inconscientemente, vir a ser zurzido pelo chicote gelado do Pai Natal do Arsénio, ou atropelado pelas renas, pus-me em marcha. Chegado aqui - porque gosto de vós - aproveito para desejar a todos um Bom Natal e distribuir abraços de amizade.
2010-12-22

jmarques - penafiel

O nosso colega Arsénio convida-nos para  a visita da rubrica Pontos de Vista e leitura de um texto do nobel Saramago, que eu desconheço, pese toda a controvérsia dos seus livros, muita dela por afrontar as verdades sagradas.
“José já ali não está”, aliás parece que nunca esteve e que deu lugar a outrem em toda a tarefa procriativa, onde a inseminação espiritual acabou por ser uma novidade relatada nos evangelhos consensuais, para admiração certa da comunidade hebraica da altura e que encaixou perfeitamente no cenário do nascimento de Cristo, homem filho de Deus.
Curiosamente Saramago insere neste seu texto o papel dos pastores na colheita do sustento do menino, esquecendo que Maria, a exemplo de outras Marias, amamentava-o, no exercício pleno da sua função maternal , excretora do divino alimento, completo nos seus nutrientes e adequado ao desenvolvimento do nascituro.
Claro que romanceando, Saramago foi desenvolvendo o seu evangelho que não li, mas irei certamente lê-lo em momentos de descanso, talvez até neste bocadinho de inverno rigoroso que me não facilita os movimentos.
Mas afinal onde andará o José, atordoado com os comentários do fale connosco, com a invectiva do colega Arsénio, com os boatos nojentos da vizinhança que se foram apercebendo da barriguinha crescida da delicada esposa, com os zumbidos do espírito santo?
É que o nascimento é já esta sexta à noite e com estes tempos de cinzas nublados e brancos frios no chão, dificilmente se vai arranjar a tempo a estrela, a tal que quer guiar  os magos de agora, os ministros e subministros, banqueiros e especuladores, montados nos muitos camelos que os aguentam.
Chamem o joZé e digam-lhe, convençam-no que a verdade é mesmo esta, não foi só o espírito santo!

 

2010-12-22

manuel vieira - esposende

O nosso colega Diamantino, maiato de nascimento e de vivência, foi o último entrevistado e o seu conteúdo já está disponível.

Para quem nunca leu Saramago o Arsénio disponibilizou um excerto do seu Evangelho relativo à quadra que atravessamos, que pode ser apreciado e também comentado em "Pontos de vista" e também aqui, se alguém tiver coragem.

2010-12-22

Arsénio Pires - Porto

José já ali não está!


Queres saber onde está? Vai a "Pontos de Vista".

2010-12-21

manuel vieira - esposende

O pessoal lá vai aparecendo pois este sítio é uma opção para conversarmos um pouco.

Jé enviei a mensagem natalícia e depois do Marques já recebi do Echevarria que está em Paris e remete votos de Boas Festas para todos os colegas.Vai encontrar-se na cidade da luz com o nosso colega Rosinha. Também o Delfim, o Morais, o Duarte de Almeida,o Padre Gomes, o Martins Ribeiro, o José Baptista, o Gumesindo, o Humberto Delgado, o Afonso Ferreira, o Gaudêncio, o Manuel Fernandes, o Samorinha, o Fernando Rosinha, o Padre Costa Pinto, o Fernando batista, o José Rodrigues  e o Assis já deixaram a sua marca natalícia.

Mas Natal também é isto: mostrar que se está presente neste presépio da vida com um gesto amigo.

O Natal é um tempo simbólico para os que acreditam e é um tempo de festa, é tempo de oportunidade para sentir mais os laços de família, para vender mais, para comprar mais, para sorrir mais.Até o frio ajuda aos gestos de solidariedade de Natal. No Verão seria diferente.Mas o Menino Jesus do presépio teria certamente as mesmas roupas.

Um abraço ao Marques porque também me lembrei dele e a todos os que me lêem ...

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