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2010-11-20

Arsénio Pires - Porto

Amigos Vieira e Gaudêncio:

De facto, não parece mas é verdade. Aquele texto que atrás reproduzi é do nosso querido José Maria de Eça de Queirós.

Ele escreveu-o como introdução para "As Farpas", que produziu com o Ramalho Ortigão.

2010-11-20

manuel vieira - esposende

Caro Arsénio,

não me apercebi da tua mensagem mas acabei por complementá-la no comentário ao texto do Gaudêncio.

Como dizes, só analisando sites de congéneres e verificando o seu funcionamento é que nos alegramos com as nossas perfomances em design, funcionalidades, navegabilidade, quantidade e qualidade dos conteúdos e interacção com os participantes.

E agora que já se sabe quem é o pai da criança, contrariando a canção, também posso falar do teu acompanhamento da sua gestação e dos contributos que foste dando, pois foi importante a sensibilidade de quem vive intensamente cada passo da Associação.

E contar 15.000 visitas num ano de vida já diz muito sobre a passagem dos nossos colegas por este espaço online.

Como diz o Gaudêncio, podemos agora falar no antes e no depois do aparecimento do nosso site pois permite-nos agora uma relação em continuidade.

Sobre a tua pergunta,de facto o conteúdo do texto do Eça de Queirós que publicas, adequa-se perfeitamente aos tempos que atravessamos. São os ciclos idênticos que se repetem  na sociedade ao longo dos tempos.

2010-11-20

manuel vieira - esposende

Obrigado Gaudêncio, que és António assim como o Martins Ribeiro dos Arcos, que não deve ter dormido a noite toda para garantir que apanharia o comboio em Braga com destino a Palmela dos mouros. E como ficou satisfeito com o Encontro! Confessou que até dormiu melhor as noites seguintes e não trocou os sonos. Fiquei preocupado com as misturas de vinhos a que te referiste, mas provavelmente o Alexandre estava ansioso por saber a douta opinião dos homens do Norte, até porque estava no grupo o Peinado, especialista nas boas colheitas. nomeadamente sobre os vintage de Quinta.

Referes um aspecto a que procuramos estar atentos e que tem a ver com os contributos para a Palmeira em papel, onde poisam sempre os mesmos, pois são sempre os mesmos que ainda vão mostrando disponibilidade para compor o documento, apesar das insistências e rogo para que os colegas contribuam.

A nossa revista Palmeira é insubstituível como mensageira da Associação junto de cerca de 3 centenas de colegas que a recebem e parte do seu conteúdo é intemporal.

O nosso site é um instrumento funcional de comunicação na hora, que não tem distâncias e isso hoje é uma vantagem e uma mais valia no relacionamento mais fácil das pessoas e temos de acompanhar os tempos no que têm de bom.

Mas as tuas preocupações que aqui manifestaste eu já as tinha sentido, nas análises que por vezes faço sobre o contexto em que funciona o nosso grupo, com excepção é claro, sobre a história da colecção de vinhos disponibilizada pelo Alexandre, mas sobre essa variedade e o seu intento eu já me pronunciei. 

2010-11-20

António Gaudêncio - Terra de Mouros ( na margem norte do Tejo )

Depois de ler todas as coisas bonitas, bem ditas e acertadas que os companheiros, que me antecederam, deixaram aqui no site,  creio que a minha intervenção já é supérflua mas o bichinho aconselha-me a escrever e a meter também o bedelho nesta onda farta de intervenções.

Começo por me coligar com todos os que já deram os parabéns ao M Vieira por ter sido o pai e o parteiro do nosso site. Não sei se todos me acompanham na forma de dividir a nossa vida associativa mas eu julgo que há, claramente, um tempo antes e um tempo após site. Antes da criação do site a nossa comunicação limitava-se a uma Palmeira de quando em vez; e quando surgia algum tema que gerava " frisson " quem queria replicar só o poderia fazer na Palmeira seguinte, circunstância que retirava, desde logo,  algum impacto ao assunto.

Com o site as coisas passaram a processar-se de forma diferente. Mesmo na hora, podemos dizer, replicar, esclarecer ou contraditar o escriva que teve a "ousadia" de propor alguma tese com a qual não concordamos. O site criou uma dinâmica muito interessante e nele apareceram intervenções muito bem escritas e geradas e  alimentadas  algumas " polémicas " que nunca teriam acontecido se o nosso único meio de comunicação fosse a Palmeira.

Parabéns, por isso, para o M Vieira mas também o nosso muito obrigado!!

Mas parece não haver bela sem senão:  com o espectacular sucesso do site quase nos esquecemos da Palmeira e isso não é justo porque ela tem o seu lugar na nossa vida associativa e, certamente, não a queremos deixar fenecer.

O último número, julgo eu,  reflecte uma certa perda para o site uma vez que, para mim, não é bom sinal quando o Alexandre e o Arsénio têm que  "" cavar "" sòzinhos mais de metade da revista. Talvez valha a pena fazer uma reflexão para curar de saber porque é que tantos colegas se prestam a escrever no site mas não o fazem, ao mesmo ritmo, na Palmeira.

Para terminar, umas breves considerações sobre o ENCONTRO de Palmela.  Correu bem. O Alexandre, como é seu apanágio, recebeu-nos na forma habitual: com amizade, com alegria, pôs tudo à nossa disposição, deu-nos bons acepipes, matou-nos a sede com bons vinhos  ( numa próxima ocasião, se a houver, não precisas Alexandre de proporcionar tantas marcas e tantas diversidades; basta uma linha de bom  tinto e outra de branco porque as muitas misturas dão cabo das papilas gustativas a mouros e a cristãos. Mas isto não passa de uma sugestão minha, meu caro Alexandre  ).

Mas sobre o Encontro o que mais mexeu comigo e mais gratificante me pareceu foi a vinda dos nossos corajosos amigos do Norte. Trouxeram a fala do norte, uma alegria sincera e contagiante e tiveram que fazer um esforço digno duma grande consideração para virem passar umas horas muito breves conosco. Reperem que o nosso amigo e decano, Martins Ribeiro, saíu dos Arcos às quatro da matina; apreciei este esforço e mais aprecio ainda  quando reparo na sua idade. Se fosse um jovem de 60 anos ainda vamos e venhamos!!!!! É de homem, é de companhiro, é de amigo!!! Obrigado, M Ribeiro.

Como digo, aquele grupinho fez um bom sacrifício para conseguir tão curtas horas de fruição conjunta. E, ao fim do dia, para ganharmos mais uma horinha de convívio, lá convencemos aquele simpaticíssimo grupo a ir embarcar na Gare do Oriente em vez de o fazer na estação de Pinhal Novo onde tinha desembarcado pela manhã. O Delfim, sem boné e sem farda, trouxe alguns elementos até à Gare do Oriente e eu transportei o resto do pessoal. Chegámos quase em cima da hora mas a tempo uma vez que toda a gente apanhou o combóio.

E assim se consumou mais um convívio na Oliveira do Paraíso onde o reencontro, a alegria   de estarmos juntos e a possibilidade de rememorarmos coisas antigas foi muito gratificante.

Bem hajas, Alexandre, por nos ires cedendo esse cantinho acolhedor!!!!!  

O texto,atrás citado, parece-me ter sido escrito ou pelo António Barreto ou Pulido Valente.

2010-11-20

Arsénio Pires - Porto

Meu caro Vieira:

Também eu, e talvez mais que ninguém, te acompanhei na difícil gestação que fizeste deste nosso querido site.

Quero deixar aqui o meu reconhecimento por tal iniciativa e concretização. Confesso que, antes da criança nascer, cheguei a temer o fim da Palmeira. Hoje sei que um e outra se completam e ajudam mutuamente.

Por vezes, parece que tudo está parado. Que ninguém fala. Mas, se nos dermos ao cuidado de verificar outros sites do género, depressa concluímos que o nosso tem uma excelente movimentação. E a qualidade compete com muitos sites e blogues que por aí pululam na rede.

Portanto, parabéns ao papá!

Deixo-te uma adivinha, extensível a todos os colegas: de quem é o texto que se segue?

"O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Não há princípio que não seja desmentido nem instituição que não seja escarnecida. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta a cada dia. A agiotagem explora o juro. A ignorância pesa sobre o povo como um nevoeiro. O número das escolas é dramático. A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Não é uma existência; é uma expiação. Diz-se por toda a parte: 'O País está perdido!' "

 

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